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Trailer da série Carnival Row antecipa visual deslumbrante

Produção do Amazon Studio tem tudo para ser um dos grandes lançamentos no universo das séries este ano

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Carnival Row, série que tem estreia anunciada para 30 de agosto no Amazon Prime Vídeo, tem tudo para ser um dos grandes lançamentos do ano. A começar pelo visual deslumbrante, que pode ser visto no trailer, disponível no YouTube e na própria plataforma do Prime. A produção tem clima onírico, ambientado num mundo onde humanos convivem com criaturas fantásticas.

Guillermo del Toro (O Labirinto do Fauno) é um dos pais da ideia e escreveu o primeiro dos oito episódios da primeira temporada, dirigidos por quatro diretores diferentes. Entre eles, os conhecidos Jon Amiel (Sommersby: O Retorno de um Estranho), responsável por quatro episódios, e Paul McGuigan (Estrelas de Cinema Nunca Morrem, disponível no Prime), que dirige um.

Orlando Bloom (O Hobbit, Conspiração Terrorista) e Cara Delevingne (Valerian e a Cidade dos Mil Planetas, também disponível no Prime) protagonizam a série,  nos papéis de um humano e uma fada vivendo uma história de amor cheia de percalços.

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Sintonia é a melhor série nacional da Netflix até agora

Produção criada pelo diretor de clipes Kondzilla mostra periferia de São Paulo entre o pop e o realismo cru

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Foto: Netflix/Divulgação

Sintonia é a melhor série produzida no Brasil pela Netflix até agora. Sem exagero. Até porque O Mecanismo, 3%, Samantha!, O Escolhidonão são de fazer cair o queixo de ninguém. Sintonia também não, mas surpreende pela forma como retrata a periferia, sem espetacularização da violência, muito comum em produções do tipo. A série opta pelo tom de crônica do cotidiano de gente comum que busca a felicidade dentro do que o ambiente lhes permite.

Pré Venda: ESCRAVIDAO VOLUME 1Também surpreende o fato de Sintonia ter como um de seus principais realizadores Kondzilla (o paulista Konrad Dantas), até aqui mais conhecido como diretor de videoclipes de funk. Junto com Felipe Braga (de Samantha!) e o documentarista Guilherme Moraes Quintella (Meu Amigo Hindu), ele cria uma história humana e cativante, equilibrada entre ser pop e cruamente realista.

O perigo iminente, a ternura, os laços afetivos, a viração do dia a dia e os sonhos de pessoas comuns perpassam de forma natural e inevitável o dia a dia de três jovens que nasceram e cresceram em uma comunidade de periferia da Grande São Paulo, dominada pelo tráfico de drogas, por igrejas evangélicas e por cantores de funk. O olhar é de quem intimidade com o ambiente da periferia, e não externo.

Nando (Christian Malheiros), Donizete (Jottapê Carvalho) e Rita (Bruna Mascarenhas) são amigos de infância, mas na adolescência cada um vai tomar um rumo, seja por escolha ou por forças circunstanciais. Nando entra para o tráfico, Donizete vira o MC Doni e Rita vai almejar a carreira de pastora evangélica. Impressiona a naturalidade das cenas nesses três ambientes, especialmente nas sequências que envolvem o pessoal do tráfico, com atores desconhecidos que nos dão impressão de estarmos diante de um documentário.

Do trio de protagonistas, só Christian Malheiros tem experiência anterior (fez o longa Sócrates, de Alexandre Moratto) e aparece em cena impregnado pelo marrento Nando. Jottapê compensa a falta de habilidade na atuação com um tremendo carisma (reforçado pela carinha de anjo) e Bruna também empresta muito do carisma pessoal à Rita. O resultado são personagens apaixonantes.

Vale destacar uma das melhores sequências de Sintonia: Nando passa por um ritual de aceitação na “família” do crime, ao mesmo tempo em que Rita é batizada na igreja evangélica e MC Doni assina o contrato com a gravadora. As cenas se alternam indicando que ali começa um novo tempo. Pena que aí já estamos no sexto e último episódio da primeira temporada. E ficamos ansiosos que chegue a segunda.

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The Handmaid’s Tale tem segunda temporada na Globoplay

E chega pouco antes de a terceira temporada estrear no Paramount Channel, no próximo dia 18/8

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Foto: Paramount/Divulgação

A segunda temporada de The Handmaid’s Tale acaba de estrear na Globoplay — poucos dias antes da terceira começar a ser exibida no Paramount Channel — está anunciada para 18 de agosto. Esta segunda fase é composta de 13 episódios e o primeiro é aterrorizante, com uma longa e torturante sequência em que Offred (Elizabeth Moss) e outras aias são levadas a encarar a morte.

Logo em seguida, é revelado que a aia de Serena Joy (Yvonne Strahovski) está grávida, mas Offred recusa os mimos destinados a mulheres em sua condição e foge com ajuda do motorista Nick (Max Minghella) Ela consegue se livrar do uniforme vermelho de aia e experimenta um novo modo de vida. Mas o drama ainda está bem longe do final.

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La Casa de Papel volta com bom fôlego na terceira parte

Série da Netflix adiciona à ação discursos feministas, romance gay e desencontros amorosos dignos de folhetim

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Foto: Netflix/Divulgação

La Casa de Papel encerrou a segunda parte deixando no ar a dúvidas sobre o que esperar de uma continuação. Realizado o espetacular assalto, parecia que nada mais restava aos personagens do que usufruir do dinheiro roubado em paraísos exóticos. Mas os criadores da série espanhola da Netflix conseguiram bolar um motivo capaz de tirá-los do conforto para se jogar de novo em uma aventura de alta adrenalina.

A terceira parte (desde que dividiram a primeira temporada em duas partes para a exibição no Brasil, é assim que a Netflix chama cada temporada da série) de La Casa de Papel exibe um fôlego surpreendente para quem achou que a história morria ali.  A explosiva Tóquio (Úrsula Corberó) é quem detona a trama e cumpre, mais uma vez, a função de narradora.

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Cansada da vida idílica em uma bela e isolada ilha, ao lado de Río (Miguel Herrán), ela resolve que quer viver sozinha outro tipo diversão e parte para Cidade do Panamá. Río entrega-lhe um rádio, que comprou no mercado negro, contrariando as ordens do Professor (Álvaro Morte), para que os dois não percam o contato. Uma ligação entre eles é interceptada e Rio acaba preso.

Tóquio, então, procura o Professor em busca de ajuda e ele convoca todo o grupo para uma nova ação para chamar a atenção e tentar libertar o companheiro: roubar a reserva nacional de ouro da Espanha, que está em uma caixa forte no porão do Banco de Espanha. A partir daí, melhor não entrar em detalhes para evitar spoilers, porque a história se desenrola numa sequência de revelações, que envolvem, inclusive, Berlim (Pedro Alonso), morto na temporada na anterior.

La Casa de Papel volta, portanto, com fôlego redobrado. A ação ininterrupta das duas primeiras partes, que às vezes chegava a ser cansativa, agora está bem equilibrada, com cenas de diálogos que revelam mais dos sentimentos dos personagens. Aliás, a série está mais sentimental. Desencontros amorosos entre casais, como Tóquio e Río e o Professor e a ex-inspetora Raquel Murillo (Itziar Ituño), dão à série, em alguns momentos, um tom de folhetim.

Um novo personagem, Palermo (Rodrigo De la Serna), apimenta mais a história com sua homossexualidade assumida e seu propagado desprezo pelas relações apaixonadas. Acaba conquistando o coração de Helsinki (Darko Peric) — é hilária a cena em que Palermo expulsa Helsinki da cama após transarem. Helsinki, por sua vez, é alvo da paixão de Nairobi (Alba Flores), que sonha em formar com ele uma família.

E em meio a essa verdadeira ciranda amorosa, ainda há espaço para um veemente discurso feminista, nas falas em que as personagens femininas se impõem — às vezes aos gritos — perante os companheiros machistas. Nada disso, porém, vira mimimi nem diminui a adrenalina de La Casa de Papel. Os autores estão ainda mais imaginativos e nem um pouco preocupados em parecer verossímeis ou serem levados a sério. E isso só acrescenta à série.

A parte três caminha para um final tenso, de elevada taxa de suspense e bastante explosivo, anunciando que a quarta parte deverá ter muito mais ação e menos tempo para quiproquós amorosos. Com um plano bem menos amarrado que o que os levou à Casa da Moeda, a turma do Professor ainda conta com a oposição de uma vilã que é a encarnação da maldade e do sarcasmo, Alicia Sierra (Najwa Nimri), a inspetora que mesmo grávida se mostra completamente desprovida de qualquer sentimento humano. O cão chupando pirulito.

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