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Séries

Melhores séries de advogados (já que sábado, 11, é dia deles)

Há muitas sobre o tema, mas estas cinco são imbatíveis. De bônus, indicamos duas que valem ser conferidas

Planeta Flix

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Na última semana, num grupo de Facebook para fãs de séries de tevê, alguém pediu uma indicação de “série de advogado”. Choveram sugestões, mas, pela rápida enquete, não há dúvida de que Suits é a melhor de todas, de acordo com o apreciadores desse gênero. Foi seguida de pertinho por The Good Wife.

Aqui vai então, a lista de cinco melhores de acordo com as recomendações (todas na Netflix). Mas o Planeta Flix também tem suas preferidas e amplia a lista, incluindo duas séries ambientadas entre os escritórios de advocacia e os tribunais que merecem ser conferidas (ambas no Prime Vídeo).

Aramis

TOP 5

Suits
No escritório de advocacia Pearson Hardman, em Nova York, o conceituado Harvey Specter (Gabriel Macht) toma como associado Michael “Mike” Ross (Patrick J. Adams), jovem brilhante, mas que não conseguiu entrar em nenhuma faculdade de Direito. A relação em princípio meramente profissional vai se modificando à medida em que eles se envolvem em diferentes casos jurídicos. A Netflix tem sete temporadas. A oitava, curiosamente, perde três de seus principais atores — além de Adams, Meghan Markle (que faz Rachel Zane) e Gina Torres (a Katrina Bennett).

The Good Wife
Entre as melhores das últimas duas décadas, não só no gênero série de advogado. The Good Wife é viciante, com a história de Alicia Florrick (Julianna Margulies), uma dona de casa que tem que retomar seu trabalho de advogada depois que o marido, Peter Florrick (Chris Noth), promotor do estado, é preso ao se envolver num escândalo envolvendo sexo com prostitutas e corrupção. Entre a criação dos filhos e o tribunal, Alicia/Julianna mostra do que é capaz uma mulher (ainda mais com o orgulho ferido). Sete temporadas na Netflix.

Viola Davis protagoniza Como Defender um Assassino: crimes e triângulo amoroso (Foto: Netflix/Divulgação)

Como Defender um Assassino
Somente a presença da sempre ótima Viola Davis no papel principal já é motivo para não perder esta série. Mas Como Defender um Assassino também conta uma história eletrizante, que vai além das questões jurídicas para se transformar num suspense e tanto. David interpreta Annalise Keating, advogada de defesa criminal e professora de direito. Junto com seus cinco melhores alunos, ela enfreta um caso que envolve vários assassinatos, ao mesmo tempo que vive um triângulo amoroso na vida pessoal. Três temporadas na Netflix.

Scandal
Scandal é meio série jurídica e meio série política, na linha House of Cards. Os dois assuntos se misturam na trama ambientada em Washington, Estados Unidos. É que os políticos foram a clientela do escritório Olivia Pope & Associates, comandado por Olivia Pope (Kerry Washington), uma ex-funcionária da Casa Branca que agora usa seu conhecimento para gerenciar crises, à frente de uma poderosa equipe de advogados. Mas, se eles são capazes de fazer desaparecer escândalos, não têm o mesmo poder para se livrar de problemas pessoais. Seis temporadas na Netflix.

Better Call Saul
Este spin-off de Breaking Bad se passa seis anos antes de Walter White (Bryan Cranston) e Jesse Pinkman (Aaaron Paul) tocarem o terror. O advogado canastrão Saul Goodman (Bob Odenkirk) vira protagonista e aí você descobre que desde muito tempo o cara já era chegado a arrumar problemas. Better Call Saul conta a trajetória do advogado, que na verdade se chamava James Morgan “Jimmy” McGill. A série foi criada pelo mesmo Vince Gilligan que criou Breaking Bad, mas o bacana que é um programa completamente independente do outro. Quatro temporadas na Netflix.

NOSSAS RECOMENDADAS

Goliah
Billy McBride (Billy Bob Thornton) foi um dos criadores do Cooperman & McBride, “terceiro maior escritório de advocacia do mundo”. Mas é expulso da sociedade por causa da bebida e de outros “maus passos”. Aí resolve sair da lama enfrentando justamente um cliente de sua antiga firma, a poderoa fabricante de armamentos Borns Tech. E tem como parceria a advogada meia-boa Patty Solis-Papagian (Nina Arianda), que trabalha como corretora de imóveis e advoga nas horas vagas. Espetacular, Bob Thornton domina a coisa toda. Você nunca torceu tanto pelos perdedores. Duas temporadas no Prime Vídeo. 

The Good Fight
Qualquer associação com The Good Wife não é mera coincidência. The Goof Fight é um spin-off tão bom quanto a que lhe deu origem. Até porque corre livre de compromissos com sua antecessora. Alicia Florrick (Juliana Margulies) sai de cena é deixa espaço para Diane Lockart (Christina Baranski) brilhar. A advogada desiste da aposentadoria quando um investimento fraudulento faz com ela perca todo o dinheiro que tem. Obrigada a renunciar à firma que criou, Diane se junta a outro escritório para continuar na luta. Duas temporadas no Prime vídeo.

Saraiva

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Upload suaviza a ideia de horror futurista

Série da Amazon combina humor, romance e aventura em história sobre paraíso artificial onde mortos sobrevivem

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Foto: Amazon Prime Vídeo/Divulgação

Upload, série que estreou este mês na Amazon Prime Vídeo, tem parentesco com Black Mirror. É ambientada no futuro não muito distante e parte de uma situação em que a tecnologia interfere na vida das pessoas de forma assustadora. Mas o clima de horror futurista que guia a série britânica de ficção científica criada por Charlie Brooker aqui se dissolve numa mistura de comédia, romance e aventura.

Criada por Gred Daniels (que tem no currículo roteiros para Simpsons, The Office e a criação de Parks and Recreations, também disponível na Amazon Prime Vídeo), Upload mostra um mundo em que qualquer pessoa, depois de morta, pode continuar vivendo num paraíso virtual. Para isso, basta fazer o upload de sua consciência pouco antes de morrer.

Só que, neste mundo pós-morte, o capitalismo também dá as cartas. Existem paraísos de várias categorias, dos mais simples até os mais luxuosos, como o Lakeview, para onde vai Nathan (Robbie Amell), o protagonista de Upload.  Ainda jovem, ele morre num inexplicável acidente de carro autônomo (carros que se movem sem motorista) e vai para o paraíso luxuoso bancado pela namorada esnobe, Ingrid (Allegra Edwards), que assim passa a ser dona do destino do rapaz.

Só que, ao mesmo em que descobre que o mundo pós-morte virtual não é esse paraíso todo, Nathan se envolve com sua anjo, Nora (Andy Allo). Anjo é como chamam a profissional da companhia de tecnologia responsável pelo Lakeview encarregada de assistir pessoalmente cada cliente. Para ficar junto, porém, Nathan e Nora terão que vencer mais que a distância entre mundo real e artificial e o cerco de Ingrid.

A trama pode até se tornar meio confusa no vai e vem entre uma realidade e outra, mas é simples e um tanto previsível, seja em relação ao romance do casal de protagonistas, seja quanto à trama que envolve o aparente assassinado de Nathan. Dessa forma, Upload dissolve a premissa à Black Mirror, tornando-se entretenimento leve, ou o tanto quanto é possível ao tratar de um tema sempre difícil como o da morte.

Uma segunda temporada de Upload já está confirmada.

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Bissexualidade é tema de Meus 2 Amores, no Looke

Na minissérie francesa de três capítulos homem fica dividido entre o namorado e uma paixão de infância

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Acaba de entrar no catálogo do Looke a minissérie Meus 2 Amores, produção para a TV francesa, exibida originalmente pelo canal ARTE, em três capítulos. Um drama leve que trata das fluidez das relações sexuais e amorosas nos tempos atuais, a partir da história de Hector, um homem divididio entre os dois amores do título.

Aos 35 anos, Hector (François Vincentelli) reencontra sua paixão de infância, Louise (Julia Faure). O encontro faz com que seus sentimentos por ela voltem à tona instantaneamente. Mas tem um problema: ele é gay e tem se relacionado com Jérémie (Olivier Barthélémy) já faz alguns anos.

Hector passa então a levar uma vida dupla, sem saber até quando pode continuar sem tomar uma decisão entre o o namorado e o antigo amor que reaparece. Uma curiosidade é a participação, como atriz, da cantora Yelle (conhecida pela canção A Cause des Garçons), no papel de Marie.

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Under the Dome, baseada em Stephen King, entra na Globoplay

Série combina fantasia, ficção científica e mistérios em três temporadas, já exibidas pelo TNT

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A imaginação de Stephen King serve de base para a série Under the Dome, série produzida entre 2013 e 2014 e exibida aqui pelo canal TNT, mas que agora entra no catálogo da Globoplay. A trama é sobre uma pequena cidade americana que, repentinamente, fica isolada do resto do mundo por uma enorme e misteriosa e indestrutível cúpula transparente.

Mistura de drama, fantasia, ficção científica e mistério, bem ao gosto do escritor, Under the Dome tem nos créditos, além de King, dois nomes de peso: o criador Brian K. Vaughan (roteirista de Lost, que é também quadrinista) e, na produção executiva, Steven Spielberg. Brian deixou a produção “amigavelmente” no início da segunda temporada – foram realizadas três no total.

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A estreia de Under the Dome na Globoplay é oportuna porque, de certa forma, a história traz referências à reclusão a que estamos submetidos atualmente. Isoladas, as pessoas presas dentro da cúpula precisam encontrar maneiras próprias de sobreviver com a diminuição dos recursos e as crescentes tensões, enquanto forças militares, governo e meios de comunicação, fora da barreira, tentam derrubá-la.

O elenco, liderado por Mike Vogel (Quatro Amigas e um Jeans Viajante) e Rachelle Lefèvre (Charmed), conta ainda com uma participação do próprio Stephen King no primeiro episódio da segunda temporada.

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