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Séries

La Casa de Papel volta com bom fôlego na terceira parte

Série da Netflix adiciona à ação discursos feministas, romance gay e desencontros amorosos dignos de folhetim

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La casa de papel
Foto: Netflix/Divulgação

La Casa de Papel encerrou a segunda parte deixando no ar a dúvidas sobre o que esperar de uma continuação. Realizado o espetacular assalto, parecia que nada mais restava aos personagens do que usufruir do dinheiro roubado em paraísos exóticos. Mas os criadores da série espanhola da Netflix conseguiram bolar um motivo capaz de tirá-los do conforto para se jogar de novo em uma aventura de alta adrenalina.

A terceira parte (desde que dividiram a primeira temporada em duas partes para a exibição no Brasil, é assim que a Netflix chama cada temporada da série) de La Casa de Papel exibe um fôlego surpreendente para quem achou que a história morria ali.  A explosiva Tóquio (Úrsula Corberó) é quem detona a trama e cumpre, mais uma vez, a função de narradora.

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Cansada da vida idílica em uma bela e isolada ilha, ao lado de Río (Miguel Herrán), ela resolve que quer viver sozinha outro tipo diversão e parte para Cidade do Panamá. Río entrega-lhe um rádio, que comprou no mercado negro, contrariando as ordens do Professor (Álvaro Morte), para que os dois não percam o contato. Uma ligação entre eles é interceptada e Rio acaba preso.

Tóquio, então, procura o Professor em busca de ajuda e ele convoca todo o grupo para uma nova ação para chamar a atenção e tentar libertar o companheiro: roubar a reserva nacional de ouro da Espanha, que está em uma caixa forte no porão do Banco de Espanha. A partir daí, melhor não entrar em detalhes para evitar spoilers, porque a história se desenrola numa sequência de revelações, que envolvem, inclusive, Berlim (Pedro Alonso), morto na temporada na anterior.

La Casa de Papel volta, portanto, com fôlego redobrado. A ação ininterrupta das duas primeiras partes, que às vezes chegava a ser cansativa, agora está bem equilibrada, com cenas de diálogos que revelam mais dos sentimentos dos personagens. Aliás, a série está mais sentimental. Desencontros amorosos entre casais, como Tóquio e Río e o Professor e a ex-inspetora Raquel Murillo (Itziar Ituño), dão à série, em alguns momentos, um tom de folhetim.

Um novo personagem, Palermo (Rodrigo De la Serna), apimenta mais a história com sua homossexualidade assumida e seu propagado desprezo pelas relações apaixonadas. Acaba conquistando o coração de Helsinki (Darko Peric) — é hilária a cena em que Palermo expulsa Helsinki da cama após transarem. Helsinki, por sua vez, é alvo da paixão de Nairobi (Alba Flores), que sonha em formar com ele uma família.

E em meio a essa verdadeira ciranda amorosa, ainda há espaço para um veemente discurso feminista, nas falas em que as personagens femininas se impõem — às vezes aos gritos — perante os companheiros machistas. Nada disso, porém, vira mimimi nem diminui a adrenalina de La Casa de Papel. Os autores estão ainda mais imaginativos e nem um pouco preocupados em parecer verossímeis ou serem levados a sério. E isso só acrescenta à série.

A parte três caminha para um final tenso, de elevada taxa de suspense e bastante explosivo, anunciando que a quarta parte deverá ter muito mais ação e menos tempo para quiproquós amorosos. Com um plano bem menos amarrado que o que os levou à Casa da Moeda, a turma do Professor ainda conta com a oposição de uma vilã que é a encarnação da maldade e do sarcasmo, Alicia Sierra (Najwa Nimri), a inspetora que mesmo grávida se mostra completamente desprovida de qualquer sentimento humano. O cão chupando pirulito.

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5 séries que são uma declaração de amor aos professores

Séries de quatro diferentes países mostram o cotidiano desses profissionais que são também verdadeiros heróis

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Foto: Netflix/Divulgação

É Dia do Professor e não dá para passar em branco. Esses profissionais carregam sobre os ombros uma responsabilidade tremenda. Mais que uma profissão, é um sacerdócio. Seja no Brasil, na Dinamarca, na Espanha, nos Estados Unidos. E essas cinco séries mostram muito bem isso, ora com senso de humor, ora em compasso de drama, mas sempre de uma perspectiva fiel à realidade.

Ciências e Afins com desconto: Algumas respostas para grandes questõesBiologia Avançada
Jack Griffin (Glen Howerton) é um desacreditado professor de filosofia de Harvard, que acaba perdendo o emprego na conceituada universidade e é obrigado a voltar para Toledo, Ohio. Lá, passa a trabalhar como professor de biologia em uma escola de ensino médio. Duas temporadas no Prime Vídeo.

Professor Iglesias
Gabe Iglesias (Gabriel Iglesias) é um professor de ensino médio gorducho, engraçado e super gente boa, que faz dá tudo de si para ensinar e defender seus alunos talentosos, porém, desajustados e desinteressados. Essa sitcom americana é uma boa surpresa escondida no catálogo da Netflix. Uma temporada na Netflix.

Merlí
Sensacional essa série catalã que conta o cotidiano profissional e pessoal de Merlí Bergeron (Francesc Orella), um professor de filosofia do ensino médio que ensina a matéria de maneira original, despertando admiração e às vezes a revolta de sua turma de alunos, entre os quais está o próprio filho, um garoto inseguro quanto à própria sexualidade. Três temporadas na Netflix.

americanas.com.brRita
Podemos dizer que Rita (Mille Dinesen) é o equivalente feminino de Merlí. Só que ela dá aulas a crianças do ensino básico numa escola pública dinamarquesa. Impulsiva e rebelde, por vezes ela quebra regras e mete os pés pelas mãos no esforço de defender o que considera certo. O mesmo comportamento que aplica na criação de seus três filhos. Quatro temporadas na Netflix.

Segunda Chamada
Débora Bloch, Thalita Carauta, Paulo Gorgulho, Hermila Guedes e Silvio Guindane estão no elenco da série que estreou recentemente na Globo e pode ser vista na Globoplay. Eles interpretam professores trabalham em um projeto de educação de adultos no ensino noturno, em uma escola de subúrbio chamada Carolina Maria de Jesus. Dois episódios na Globoplay.

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Whiskey Cavalier: mix de ação e bom humor na Globoplay

Agente do FBI durão (mas também romântico) vive aventuras em diferentes cidades do mundo

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Whiskey Cavalier, que estreou recentemente na Globoplay, é uma série no mínimo simpática, digamos.  Scott Foley (de Scandal) estrela esta produção, que reúne vários clichês dos filmes e séries de ação, mas também tem sua cota de originalidade. A começar pelo perfil do personagem-título, um agente do FBI durão, mas, ao mesmo tempo, capaz de se derreter ao ver um casal apaixonado.

Na primeira cena, aliás, ele aparece chorando baldes e ouvindo a toda altura Total Eclipse of the Heart, da Bonnie Tyler, porque levou um fora da namorada. Ouvindo e cantando junto. É engraçado, e o senso de humor divide a cena com as sequências de ação que acontecem o tempo todo.

Whiskey Cavalier é uma espécie de 007 a serviço do FBI, resolvendo casos difíceis em diferentes cidades charmosas do planeta. Tem que lidar com mulheres tão bonitas quanto duronas (ou malvadas), como as bond girls, mas é romântico.

E mal se recuperou da dor de cotovelo, já aparece uma provável candidata a nova namorada, a agente da CIA Frankie Trowbridge (Lauren Cohan), com quem ele passa a trabalhar junto. A mistura de ação, humor e romance dá uma boa liga e garante a diversão.

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7 séries que fazem valer a assinatura do Amazon Prime

Goliath (foto) e outras seis ótimas produções originais que até nos fazem perdoar os defeitos do serviço da Amazon

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Foto: Prime Vídeo/Divulgação

Netflix ou Prime Vídeo? Eis uma dúvida sem sentido. Não é o caso de ter um ou outro, mas de ter os dois. Afinal, com produções originais de altíssima qualidade e mensalidade de R$ 9,90, o serviço de streaming da Amazon não dá para ser ignorado. Vantagens como essas nos fazem até perdoar os muitos defeitos da plataforma, como a funcionalidade meio tosca e alguns filmes disponíveis somente dublados em português.

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Vale lembrar que, recentemente, a Amazon lançou o pacote Amazon Prime, baixando o preço (antes era R$ 14,90) e dando alguns adicionais: além do acesso irrestrito ao Prime Vídeo, o combo inclui acesso parcial ao Amazon Music e ao Kindle e a isenção de frete nas compras do site Amazon.com.br. Portanto, só não assina quem não quer. E estas cinco séries produzidas pelo Amazon Studios e disponíveis no Prime são a cereja do bolo:

Transparent
Com uma pegada de filme independente americano, Transparent é sobre o que acontece a uma família de Los Angeles depois que o pai, já sessentão, resolve assumir sua vontade de se vestir de mulher. Engraçada e amarga ao mesmo tempo. Tem quatro temporadas e um especial que encerra a série em ritmo de musical.

Fleabag
Tão desconcertante quanto Transparent é esta série escrita e protagonizada por Phoebe Waller-Bridge. Ela interpreta uma mulher na casa dos 30 anos que não se encaixa nos padrões e, por isso, vive em conflito com a família e consigo mesma. O primeiro episódio da segunda temporada é sensacional, todo passado basicamente numa mesa de restaurante. Fleabag levou três Emmys este ano: roteiro, direção e atriz. Só duas temporadas.

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Marvelous Mrs. Maisel
Além da charmosa ambientação na Nova York dos anos 1950, Mrs. Maisel tem diálogos simplesmente geniais, além do carisma e do talento de Rachel Brosnahan, que torna apaixonante a personagem: uma dona de casa americana que vê sua vida virar um caos quando é abandonada pelo marido e descobre seu talento para a stand-up comedy. Duas temporadas disponíveis.

O Homem do Castelo Alto
É bem sombria e carregada de suspense essa adaptação de livro de Phillip K. Dick, que se passa nos Estados Unidos pós-Segunda Guerra Mundial. O detalhe é que, no caso, os alemães venceram a guerra e dividiram o país com os japoneses. Um grupo de pessoas, porém, formam uma resistência contra o regime. Para complicar, a trama envolve viagens entre universos paralelos. Muito louco! Tem quatro temporadas.

Jack Ryan de Tom Clancy
O personagem criado pelo escritor Tom Clancy, que já foi vivido por Chris Pine no cinema, é interpretado por John Krasinski nesta ótima série de ação. Jack Ryan é um agente da CIA que de repente sai do serviço burocrático para o campo de ação, a fim de conter a ação de terroristas. Tem uma temporada no ar, uma segunda a estrear em 1º de novembro e uma terceira já anunciada.

Goliath
Billy Bob Thornton faz o típico herói problemático e decadente, Billy McBride, advogado poderoso que acaba sendo afastado do grande escritório de advocacia do qual é um dos donos. Beberrão inveterado, ele volta aos tribunais quando é chamado para conduzir um processo justamente contra a firma que ajudou a criar, numa disputa que remete à luta entre Davi e Golias. Duas temporadas disponíveis e a terceira já anunciada.

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Carnival Row
Fadas, faunos, trolls e lobisomens povoam esta série de fantasia ambientada num lugar imaginário e em tempo impreciso. Mas, apesar do clima onírico, Carnival Row reproduz relações muito reais em sua trama, remetendo a temas como o êxodo causado pela guerra e a xenofobia. Orlando Bloom e Cara Delevingne protagonizam a série, que tem uma temporada disponível.

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