Conecte-se conosco

Séries

Globoplay se antecipa e lança a série Aruanas

Taís Araujo, Leandra Leal e Débora Falabella investigam crimes ambientais e Camila Pitanga é vilã

Planeta Flix

Publicado

em

Foto: Divulgação Globoplay

Aruanas é mais uma série “da Globo” a estrear com exclusividade na Globoplay. Prevista para estar disponível a partir de 2 de julho, a produção já está no ar na plataforma. Taís Araujo, Leandra Leal, Camila Pitanga, Débora Falabella e Thainá Duarte estão no elenco da produção, que tem 10 episódios na primeira temporada.

Com forte pegada ecológica, Aruanas gira em torno de três amigas de infância que fundam a ONG Aruana, referência mundial em ambientalismo investigativo. Elas iniciam uma nova investigação quando fonte anônima promete provas contra uma mineradora no aumento de doenças neurológicas em uma cidade na Floresta Amazônica.

A Vigilante do Amanhã entra no catálogo da Netflix
Série Brasil em Transe pode ser vista no Libreflix
Os 10 melhores filmes LGBT disponíveis na Netflix

A trama mistura ação, aventura, mistério e os dramas pessoais das cinco personagens principais. “As protagonistas de Aruanas são ativistas corajosas e competentes, e ao mesmo tempo mulheres com questões complexas e universais, com as quais muitas pessoas podem se identificar, em qualquer lugar do mundo”, afirma Débora Falabella.

Depois de estrear no Brasil, Aruanas chegará a mais de 150 países, legendada em 11 idiomas, na plataforma Aruanas.tv, em uma estratégia inédita de distribuição internacional da Globo e da Maria Farinha, coprodutoras do projeto. Não à toa, a série foi lançada em Londres no tradicional Electric Cinema, em Notting Hill, para mais de 100 convidados, entre jornalistas, influenciadores, ativistas e apoiadores de importantes ONGs internacionais.

Séries

Sean Penn estrela The First – Viagem a Marte, na Globoplay

Série futurista sobre primeira missão tripulada a Marte também tem Natascha McElhone no elenco

Planeta Flix

Publicado

em

Foto: Divulgação

Entrou no ar na Globoplay a primeira temporada de The First – Viagem a Marte, série com Sean Penn e Natascha McElhone (da série Californication e do filme O Show de Truman) à frente do elenco.  Criada por Beau Willimon (de House of Cards), a ação se passa no anos de 2030, quando é organizada a primeira missão tripulada a Marte.

O melhor da História... Confirma nossas sugestões! Seleção de livros de política, história geral e história do Brasil.Submarino: Seleção de malas, mochilas e necessaires com 15% de desconto utilizando o código VEMDEMALA. Até 9/9.

Esta primeira temporada de The First – Viagem a Marte tem oito episódios e foi produzida ano passado pelo Hulu (serviço de streaming responsável também por The Handmaid’s Tale) em parceria com Channel 4, do Reino Unido. Uma parceria, ao que tudo indica, mal-sucedida, pois em janeiro deste ano o Hulu anunciou que não haveria continuidade da série.

Por outro lado, Ian Katz, um dos diretores da emissora britânica, disse posteriormente que o Channel 4 tinha aprendido uma boa lição com o fracasso dessa coprodução de grande orçamento. Reconheceu a série como “um trabalho realmente elegante, com grande estrela e valores de produção de Hollywood”, mas que tinha pouco a ver com o público do Reino Unido.

Continue lendo

Séries

A ótima série Carnival Row é fantasia com os pés no chão

Em clima de sonho, a produção do Amazon Studios trata de temas como intolerância, xenofobia e êxodo

Planeta Flix

Publicado

em

Foto: Prime Vídeo/Divulgação

Carnival Row, série que estreou no último dia 30/8 no Prime Vídeo, é uma fantasia com tudo que lhe é de direito. Tem fadas, faunos, trolls, lobisomens, confronto entre reinos, história de amor, um herói justo e atormentado, um heroína corajosa e uma estranha criatura que mata em série, estraçalhando suas vítimas e arrancando-lhes o fígado.

Lojas Americanas: Saldão com 60% de desconto + até 12% à vista no cartão. Até 11/9

Ambientada num tempo impreciso, Carnival Row tem a liberdade de absorver referências de diferentes épocas. Isso resulta num fascinante exercício de imaginação de seus criadores e roteiristas, entre os quais René Echevarria é quem tem o currículo mais vistoso (produziu e escreveu Dark Angel, Medium e Teen Wolf, entre outras séries).

E um dos grandes méritos desse exercício é a ponte que eles fazem entre toda essa fantasia e a realidade. Em clima de sonho, Carnival Row trata de temas como migração em massa, xenofobia, intolerância, violência. É fácil ligar os pontos e perceber que a atmosfera onírica não tem nada de conto de fadas, embora elas estejam na tela o tempo todo.

Aniversário Saraiva: Livros da Editora Buzz com até 60% de desconto — Seja Foda, Nunca Foi Sorte e Sacada de Empreendedor, entre outros títulos. Até 8/9

Na história, dois reinos (ou países), Burgos e Pacto, reivindicam o direito sobre a terra das fadas, que ali vivem por milênios. No confronto, Pacto derrota Burgos, que ocupava a área até então, e instala o terror, fazendo com que as fadas que ali habitam tenham que fugir em busca de asilo.

O único abrigo que encontram é em Burgos, seu “colonizador”. Ali, passam a viver no gueto Carnival Row, onde se amontoam outros seres fantásticos que chegam empurrados pelas mesmas circunstâncias. Alvo de preconceito, são relegados a subempregos e ainda assim acusados de tirar o trabalho dos cidadãos “burgueses”.

Assim, a fantasia remete o tempo todo à realidade, sobretudo a estupidez da guerra, a migração em massa e a xenofobia. A tolerância aos imigrantes é discutida exaustivamente na sociedade e no parlamento — não por acaso, Burgos parece uma típica cidade europeia, cortada por um rio e com várias pontes, lembrando Londres ou Paris.

O tom político-social corre paralelo à história de amor entre o justo e atormentado Philo (Orlando Bloom) a fada Vignette (Cara Delevingne), que durante a guerra se encontram, se apaixonam, se separam e se reencontram tempos depois em Burgos, em meio a mágoas e à impossibilidade amorosa.

Lojas Marisa: Ganhe 10% de desconto em todo o site na sua primeira compra usando o Código: BEMVINDO10. Váliado até 13/9

Mas várias subtramas, ao estilo de telenovela, tornam ainda mais interessante o enredo da série. É o caso dos irmãos falidos Imogen (Tamzin Merchant) e Ezra Spurnrose (Andrew Gower), que tentam passar por cima dos seus preconceitos e aceitar a amizade de um novo vizinho apenas por interesse financeiro.

O novo vizinho é um fauno, Agreus Astrayon (David Gyasi), que prosperou e pôde se dar ao luxo de comprar uma casa num bairro de gente granfina, mas nem por isso é aceito pela vizinhança. Imogen e Ezra vêm nele a oportunidade de obter um empréstimo. Em troca, se propõem a ajudá-lo a se integrar com os vizinhos.

Malwee: Cupom de 15% de desconto em todo o site, usando o código RAKUTEN15OFF. Até 31/12

Esse é o grande barato de Carnival Row. Por trás daquele visual deslumbrante — são lindas as imagens de dirigíveis flutuando sobre a terra das fadas e as panorâmicas da cidade de Burgos, por exemplo — e de um despudorado desfile de efeitos especiais de primeira linha, ela expõe em detalhes a pequenez humana e suas trágicas consequências.

Continue lendo

Séries

Sintonia é a melhor série nacional da Netflix até agora

Produção criada pelo diretor de clipes Kondzilla mostra periferia de São Paulo entre o pop e o realismo cru

Planeta Flix

Publicado

em

sintonia série netflix
Foto: Netflix/Divulgação

Sintonia é a melhor série produzida no Brasil pela Netflix até agora. Sem exagero. Até porque O Mecanismo, 3%, Samantha!, O Escolhidonão são de fazer cair o queixo de ninguém. Sintonia também não, mas surpreende pela forma como retrata a periferia, sem espetacularização da violência, muito comum em produções do tipo. A série opta pelo tom de crônica do cotidiano de gente comum que busca a felicidade dentro do que o ambiente lhes permite.

Pré Venda: ESCRAVIDAO VOLUME 1Também surpreende o fato de Sintonia ter como um de seus principais realizadores Kondzilla (o paulista Konrad Dantas), até aqui mais conhecido como diretor de videoclipes de funk. Junto com Felipe Braga (de Samantha!) e o documentarista Guilherme Moraes Quintella (Meu Amigo Hindu), ele cria uma história humana e cativante, equilibrada entre ser pop e cruamente realista.

O perigo iminente, a ternura, os laços afetivos, a viração do dia a dia e os sonhos de pessoas comuns perpassam de forma natural e inevitável o dia a dia de três jovens que nasceram e cresceram em uma comunidade de periferia da Grande São Paulo, dominada pelo tráfico de drogas, por igrejas evangélicas e por cantores de funk. O olhar é de quem intimidade com o ambiente da periferia, e não externo.

Nando (Christian Malheiros), Donizete (Jottapê Carvalho) e Rita (Bruna Mascarenhas) são amigos de infância, mas na adolescência cada um vai tomar um rumo, seja por escolha ou por forças circunstanciais. Nando entra para o tráfico, Donizete vira o MC Doni e Rita vai almejar a carreira de pastora evangélica. Impressiona a naturalidade das cenas nesses três ambientes, especialmente nas sequências que envolvem o pessoal do tráfico, com atores desconhecidos que nos dão impressão de estarmos diante de um documentário.

Do trio de protagonistas, só Christian Malheiros tem experiência anterior (fez o longa Sócrates, de Alexandre Moratto) e aparece em cena impregnado pelo marrento Nando. Jottapê compensa a falta de habilidade na atuação com um tremendo carisma (reforçado pela carinha de anjo) e Bruna também empresta muito do carisma pessoal à Rita. O resultado são personagens apaixonantes.

Vale destacar uma das melhores sequências de Sintonia: Nando passa por um ritual de aceitação na “família” do crime, ao mesmo tempo em que Rita é batizada na igreja evangélica e MC Doni assina o contrato com a gravadora. As cenas se alternam indicando que ali começa um novo tempo. Pena que aí já estamos no sexto e último episódio da primeira temporada. E ficamos ansiosos que chegue a segunda.

Continue lendo

Mais lidas

Copyright © 2018 PlanetaFlix - Um mundo inteiro para você curtir a partir do seu sofá. contato@planetaflix.com.br

error: Conteúdo protegido!