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A Million Little Things acaba de entrar no catálogo da Globoplay e vai agradar os fãs de séries dramáticas. A trama se passa em torno de um grupo de amigos que tentam retomar suas vidas após a morte de um deles. A produção é uma criação de DJ Nash, roteirista de Acidente de Percurso, série com Jena Elfman produzida entre 2009-2010.

Produção da ABC, A Million Little Things é anunciada como exclusividade da Globoplay, que já tem seis episódios disponíveis e promete um novo a cada sexta-feira. No elenco, Alisson Miller (13 Reasons Why), David Giuntoli (Grimm), Romany Malco (Mad Dogs) e Christina Marie Moses (The Originals).

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Patrick Melrose: drama poderoso, entre o cinismo e a tragédia

Minissérie, disponível na Globoplay, conta com magnífica atuação de Benedict Cumberbatch, entre outros trunfos

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Foto: Divulgação

Patrick Melrose, minissérie que estreou na Globoplay, é uma drama pesado desde a primeira cena: em Londres, Patrick Melrose (Benedict Cumberbatch, o Doutor Estranho de Os Vingadores) recebe por telefone a notícia da morte do pai exatamente quando acaba de se aplicar heroína. A seringa ainda no braço, de onde escorre sangue.

Atarantado, Patrick ouve a voz do outro lado da linha lhe dizer que ele deverá ir a Nova York para assistir ao funeral do pai e buscar a urna com as cinzas. Todo o primeiro episódio de Patrick Melrose gira em torno dessa súbita e enlouquecida viagem do protagonista. Em todos os sentidos, uma bad trip.

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Patrick é um riquinho inglês viciado em tudo quanto é droga. Heroína, cocaína, anfetamina e o que mais vier. Quando não está alucinado pelo efeito de uma delas, está enlouquecido pela falta, em crises de abstinência. É um homem sem habilidade alguma para o convívio social. E tenta mascarar isso com extremado cinismo.

E isso, se verá adiante, tem a ver com a relação com os pais. O pai, David Melrose (Hugo Weaving, de O Hobbit), é um homem bruto e tirano.  A mãe, Eleanor (Jennifer Jason Leigh, da série Atypical, na Netflix), é uma mulher amedrontada pela violência do marido e, por consequência, ausente na vida do filho.

Baseada em uma série de romances semi-autobiográficos do inglês Edward St Aubyn, Patrick Melrose se estrutura em quatro partes bem definidas, uma por episódio. A primeira em 1982, em Nova York. A segunda, nos anos 1960, na infância do protagonista. A terceira, em 2003, quando Patrick tenta retomar a vida social após longo período longe das drogas. E a quarta, dois anos depois, quando a mãe morre.

O resultado é um drama poderoso, denso e tenso. Patrick Melrose é sobre gente que vive entre a riqueza material e a pobreza de afetos. Os personagens transitam entre casas de campo no sul da França, hotéis e restaurantes de luxo em Londres e Nova York, mas são absolutamente miseráveis no que se refere aos sentimentos que nutrem entre si.

No entanto, antes de ser um conto moral sobre “dinheiro não traz felicidade”, a história de St. Aubyn transposta para a tela pelo diretor alemão Edward Berger (Jack) e pelo escritor e roteirista David Nichols (Um Dia) é um ensaio radical sobre como a miséria humana nem sempre depende de condições materiais.

Não há luxo (nem drogas) que mitigue a agonia de Patrick Melrose, traduzida numa magnífica interpretação de Benedict Cumberbatch, bem acompanhado por um elenco em que se destacam Jennifer Jason Leigh, sempre ótima em papéis de mulheres emocionalmente instáveis, e Hugo Weaving, assustador no papel no pai irascível.

Cumberbatch ganhou indicações a melhor ator no Globo de Ouro e no Emmy, onde Patrick Melrose também concorreu em outras quatro categorias, sem levar nenhuma. Mas bem que mereceu todas as menções.

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8 curiosidades sobre Crônicas de San Francisco

Famosos em pequenos papéis, cameos do escritor Armistead Maupin e outros detalhes que talvez você não saiba

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Foto: Netflix/Divulgação

Crônicas de San Francisco, minissérie de 10 episódios que estreou na Netflix em junho, é uma produção nova, mas que está relacionada a outras três minisséries realizadas na década de 1990. Dessa forma, a obra criada agora por Lauren Morelli (Orange Is the New Black) para a Netflix dá continuidade a uma verdadeira saga, que começa, de fato, em 1978.

Nesse ano, o escritor Armistead Maupin passou a publicar a história em forma de capítulos no jornal San Francisco Chronicle. A coluna ficcional Tales of the City (Contos da Cidade) se manteve até 2014 e as crônicas de Maupin resultaram em nove livros. Os três primeiros foram adaptados para a TV — pelas emissoras Channel 4 e Showtime — em 1993, 1998 e 2001.

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Confira aqui algumas curiosidade dessa saga, que foi lançada com o título original de Tales of the City (1993), seguida de More Tales of the City (1998) e Others Tales of the City (2001). A Netflix está reexibindo todas com o título de Crônicas de San Francisco para alinhar com a produção que lançou este ano.

1 ) Armistead Maupin faz cameos nas quatro minisséries. Na primeira, ele é um escritor, visto através de uma janela, trabalhando à máquina de escrever; na segunda, aparece como um padre; na terceira, é um anônimo que sai de um local de pegação, e na quarta, é um dos convidados numa festa de casamento.

2 ) Barbary Lane não existe de fato. O lugar que serviu de inspiração para o autor Armistead Maupin e de locação para todas as minisséries chama-se Macondray Lane. E a icônica escadaria que leva à casa de Anna Madrigal é uma entre as muitas escadarias públicas que existem no lado leste do bairro de Russian Hill, na cidade de San Francisco.

3 ) Em 1998, Olympia Dukakis foi indicada ao Emmy de melhor atriz em minissérie ou filme para TV, por sua atuação como a transexual Anna Madrigal. Perdeu para Ellen Barkin, pelo filme Se as Mulheres Tivessem Asas.

4 )  O veterano Rod Steiger (de clássicos como Dr. Jivago, Sindicato de Ladrões e O Mais Longo dos Dias) faz uma ponta na minissérie de 1993, no papel de dono da livraria que foi um dia de Anna Madrigal (Olympia Dukakis)

5 ) O ator Paul Gross, que interpretou Brian na Crônicas de San Francisco de 1993, só retomou o papel agora na produção da Netflix. Nas minisséries de 1998 e 2001, o personagem foi interpretado por Whip Hubley (2001).

6 ) Amanda Fuller, conhecida pelo papel de Badison Murphy em Orange is The New Black, aparece menininha na Crônicas de San Francisco de 1993. Ela é a pequena Lex, que o estranho Norman (Stanley DeSantis) leva nos passeios com Anne (Laura Linney).

7 ) Antes de a personagem Mary Ann ser entregue a Laura Linney, foram cogitadas para o papel as atrizes Heather Graham, Ashley Judd, Cynthia Nixon e Maria Portillo.

8 ) Murray Bartlett, o ator que interpreta o Michael ‘Mouse’ Tolliver maduro na mais nova Crônicas de San Francisco integra também o elenco de outra série de temática LGBT, ambientada em San Francisco, Looking. que teve apenas duas temporadas, exibidas pelo HBO.

 

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Globoplay vira reduto de séries “fora de linha”

Produções como Party of Five, Mad About You, Dexter e The L World entraram no catálogo da plataforma recentemente

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A Globoplay parece disposta a explorar um filão: o das séries que deixaram de ser produzidas mas continuam na memória de quem as assistiu. Nos últimos dias, entraram no catálogo da plataforma nada menos que 10 séries que fizeram sucesso na virada do século — pelo menos a maioria delas.

A mais antiga é Mad About You, sitcom produzida entre 1992 e 1999. A mais recente é The Vampire Diaries, que começou a ser produzida em 2009 e se estendeu até 2017. E tem ainda a intermitente Will & Grace, que ganhou um retorno recentemente, mas, cá para nós, é a cara do comecinho do século 21. Confira todas na galeria.

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