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8 curiosidades sobre Crônicas de San Francisco

Famosos em pequenos papéis, cameos do escritor Armistead Maupin e outros detalhes que talvez você não saiba

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Foto: Netflix/Divulgação

Crônicas de San Francisco, minissérie de 10 episódios que estreou na Netflix em junho, é uma produção nova, mas que está relacionada a outras três minisséries realizadas na década de 1990. Dessa forma, a obra criada agora por Lauren Morelli (Orange Is the New Black) para a Netflix dá continuidade a uma verdadeira saga, que começa, de fato, em 1978.

Nesse ano, o escritor Armistead Maupin passou a publicar a história em forma de capítulos no jornal San Francisco Chronicle. A coluna ficcional Tales of the City (Contos da Cidade) se manteve até 2014 e as crônicas de Maupin resultaram em nove livros. Os três primeiros foram adaptados para a TV — pelas emissoras Channel 4 e Showtime — em 1993, 1998 e 2001.

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Confira aqui algumas curiosidade dessa saga, que foi lançada com o título original de Tales of the City (1993), seguida de More Tales of the City (1998) e Others Tales of the City (2001). A Netflix está reexibindo todas com o título de Crônicas de San Francisco para alinhar com a produção que lançou este ano.

1 ) Armistead Maupin faz cameos nas quatro minisséries. Na primeira, ele é um escritor, visto através de uma janela, trabalhando à máquina de escrever; na segunda, aparece como um padre; na terceira, é um anônimo que sai de um local de pegação, e na quarta, é um dos convidados numa festa de casamento.

2 ) Barbary Lane não existe de fato. O lugar que serviu de inspiração para o autor Armistead Maupin e de locação para todas as minisséries chama-se Macondray Lane. E a icônica escadaria que leva à casa de Anna Madrigal é uma entre as muitas escadarias públicas que existem no lado leste do bairro de Russian Hill, na cidade de San Francisco.

3 ) Em 1998, Olympia Dukakis foi indicada ao Emmy de melhor atriz em minissérie ou filme para TV, por sua atuação como a transexual Anna Madrigal. Perdeu para Ellen Barkin, pelo filme Se as Mulheres Tivessem Asas.

4 )  O veterano Rod Steiger (de clássicos como Dr. Jivago, Sindicato de Ladrões e O Mais Longo dos Dias) faz uma ponta na minissérie de 1993, no papel de dono da livraria que foi um dia de Anna Madrigal (Olympia Dukakis)

5 ) O ator Paul Gross, que interpretou Brian na Crônicas de San Francisco de 1993, só retomou o papel agora na produção da Netflix. Nas minisséries de 1998 e 2001, o personagem foi interpretado por Whip Hubley (2001).

6 ) Amanda Fuller, conhecida pelo papel de Badison Murphy em Orange is The New Black, aparece menininha na Crônicas de San Francisco de 1993. Ela é a pequena Lex, que o estranho Norman (Stanley DeSantis) leva nos passeios com Anne (Laura Linney).

7 ) Antes de a personagem Mary Ann ser entregue a Laura Linney, foram cogitadas para o papel as atrizes Heather Graham, Ashley Judd, Cynthia Nixon e Maria Portillo.

8 ) Murray Bartlett, o ator que interpreta o Michael ‘Mouse’ Tolliver maduro na mais nova Crônicas de San Francisco integra também o elenco de outra série de temática LGBT, ambientada em San Francisco, Looking. que teve apenas duas temporadas, exibidas pelo HBO.

 

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Upload suaviza a ideia de horror futurista

Série da Amazon combina humor, romance e aventura em história sobre paraíso artificial onde mortos sobrevivem

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Foto: Amazon Prime Vídeo/Divulgação

Upload, série que estreou este mês na Amazon Prime Vídeo, tem parentesco com Black Mirror. É ambientada no futuro não muito distante e parte de uma situação em que a tecnologia interfere na vida das pessoas de forma assustadora. Mas o clima de horror futurista que guia a série britânica de ficção científica criada por Charlie Brooker aqui se dissolve numa mistura de comédia, romance e aventura.

Criada por Gred Daniels (que tem no currículo roteiros para Simpsons, The Office e a criação de Parks and Recreations, também disponível na Amazon Prime Vídeo), Upload mostra um mundo em que qualquer pessoa, depois de morta, pode continuar vivendo num paraíso virtual. Para isso, basta fazer o upload de sua consciência pouco antes de morrer.

Só que, neste mundo pós-morte, o capitalismo também dá as cartas. Existem paraísos de várias categorias, dos mais simples até os mais luxuosos, como o Lakeview, para onde vai Nathan (Robbie Amell), o protagonista de Upload.  Ainda jovem, ele morre num inexplicável acidente de carro autônomo (carros que se movem sem motorista) e vai para o paraíso luxuoso bancado pela namorada esnobe, Ingrid (Allegra Edwards), que assim passa a ser dona do destino do rapaz.

Só que, ao mesmo em que descobre que o mundo pós-morte virtual não é esse paraíso todo, Nathan se envolve com sua anjo, Nora (Andy Allo). Anjo é como chamam a profissional da companhia de tecnologia responsável pelo Lakeview encarregada de assistir pessoalmente cada cliente. Para ficar junto, porém, Nathan e Nora terão que vencer mais que a distância entre mundo real e artificial e o cerco de Ingrid.

A trama pode até se tornar meio confusa no vai e vem entre uma realidade e outra, mas é simples e um tanto previsível, seja em relação ao romance do casal de protagonistas, seja quanto à trama que envolve o aparente assassinado de Nathan. Dessa forma, Upload dissolve a premissa à Black Mirror, tornando-se entretenimento leve, ou o tanto quanto é possível ao tratar de um tema sempre difícil como o da morte.

Uma segunda temporada de Upload já está confirmada.

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Bissexualidade é tema de Meus 2 Amores, no Looke

Na minissérie francesa de três capítulos homem fica dividido entre o namorado e uma paixão de infância

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Acaba de entrar no catálogo do Looke a minissérie Meus 2 Amores, produção para a TV francesa, exibida originalmente pelo canal ARTE, em três capítulos. Um drama leve que trata das fluidez das relações sexuais e amorosas nos tempos atuais, a partir da história de Hector, um homem divididio entre os dois amores do título.

Aos 35 anos, Hector (François Vincentelli) reencontra sua paixão de infância, Louise (Julia Faure). O encontro faz com que seus sentimentos por ela voltem à tona instantaneamente. Mas tem um problema: ele é gay e tem se relacionado com Jérémie (Olivier Barthélémy) já faz alguns anos.

Hector passa então a levar uma vida dupla, sem saber até quando pode continuar sem tomar uma decisão entre o o namorado e o antigo amor que reaparece. Uma curiosidade é a participação, como atriz, da cantora Yelle (conhecida pela canção A Cause des Garçons), no papel de Marie.

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Under the Dome, baseada em Stephen King, entra na Globoplay

Série combina fantasia, ficção científica e mistérios em três temporadas, já exibidas pelo TNT

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A imaginação de Stephen King serve de base para a série Under the Dome, série produzida entre 2013 e 2014 e exibida aqui pelo canal TNT, mas que agora entra no catálogo da Globoplay. A trama é sobre uma pequena cidade americana que, repentinamente, fica isolada do resto do mundo por uma enorme e misteriosa e indestrutível cúpula transparente.

Mistura de drama, fantasia, ficção científica e mistério, bem ao gosto do escritor, Under the Dome tem nos créditos, além de King, dois nomes de peso: o criador Brian K. Vaughan (roteirista de Lost, que é também quadrinista) e, na produção executiva, Steven Spielberg. Brian deixou a produção “amigavelmente” no início da segunda temporada – foram realizadas três no total.

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A estreia de Under the Dome na Globoplay é oportuna porque, de certa forma, a história traz referências à reclusão a que estamos submetidos atualmente. Isoladas, as pessoas presas dentro da cúpula precisam encontrar maneiras próprias de sobreviver com a diminuição dos recursos e as crescentes tensões, enquanto forças militares, governo e meios de comunicação, fora da barreira, tentam derrubá-la.

O elenco, liderado por Mike Vogel (Quatro Amigas e um Jeans Viajante) e Rachelle Lefèvre (Charmed), conta ainda com uma participação do próprio Stephen King no primeiro episódio da segunda temporada.

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