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Planeta Flix amplia o prazer de assistir a filmes e séries

Em formato de revista eletrônica, portal traz conteúdo variado para quem curte se divertir no sofá de casa – e fora dele

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Camila Menezes
Especial para o Planeta Flix

O Planeta Flix está no ar. Filmes e séries disponíveis em serviços de streaming são a principal matéria-prima do novo portal, que se diferencia de outros espaços virtuais voltados ao assunto por trazer mais do que as habituais resenhas e listas.

“A partir do sucesso da Netflix, criou-se praticamente um estilo de vida, e é sobre isso que queremos falar”, diz o jornalista Rosualdo Rodrigues, idealizador e editor da publicação.

“Além de boas dicas de filmes e séries, vamos tratar de tudo que cerca o hábito de assisti-los, o que inclui desde a pipoca, o sofá, a TV, até o que você faz na vida inspirado por essa nova cultura”, acrescenta.

O jornalista ressalta que, apesar do Flix no nome, o Planeta é “flex”, ou seja, não se dedica a apenas um serviço específico. “Apesar da fama da Netflix, hoje temos Prime Vídeo, Mubi, HBO Go, GloboPlay, Now, Oldflix, Libreflix, Afroflix… Vamos falar de todos eles, não só dos conteúdos, mas também da qualidade dos serviços”.

Revista eletrônica
Em formato de revista eletrônica, o Planeta Flix usa os temas abordados nos conteúdos do streaming como pauta para matérias sobre assuntos diversos. Assim, sem perder o foco, o internauta encontra no portal leituras sobre bem-estar, viagem, gastronomia, comportamento, moda, lazer, literatura.

Há, por exemplo, matéria sobre a cidade de Portland, mostrada nas muitas locações externas da série Eu, Tu e Ela, e um roteiro de onde comer e quanto pagar pela comida vista no Chef’s Table.

Outro destaque é a seção Playlist, com comentários sobre trilhas sonoras e músicas tocadas incidentalmente em filmes e séries.

O objetivo, explica Rosualdo, é atrair pessoas que adotaram o streaming como um agradável passatempo caseiro, mas não deixam de buscar outras formas de diversão fora da tela, como ler livros, ir a restaurantes, cozinhar e viajar. “Até porque, acredito, a ficção nos inspira a vivermos mais intensamente a vida real”, finaliza.

 


No comando do Planeta

A experiência de mais de 30 anos de jornalismo dá ao paraibano Rosualdo Rodrigues a autoridade necessária para dirigir um portal do tamanho do Planeta Flix, recheado de conteúdo qualificado, atualizado diariamente.

Finalista do Prêmio Jabuti na categoria livro-reportagem, em 2013, com O Fole Roncou – Uma História do Forró (Editora Zahar, 2012), escrito em parceria com Carlos Marcelo, Rosualdo trabalhou na redação de importantes veículos, como Correio Braziliense e Veja Brasília, atuando com destaque nas editorias de cultura, entretenimento e gastronomia.

Confira a seguir um breve bate-papo com o idealizador do Planeta Flix.

Rosualdo Rodrigues: portal vai conciliar entretenimento e cultura

Você se lembra de quando começou sua ligação com o mundo do entretenimento, em especial com o audiovisual?
Sou ligado em cinema e TV desde criança. Filmes, eu via na matinê todos os fins de semana e na Sessão da Tarde, da Globo. Séries, as primeiras referências são Daniel Boone, Terra de Gigantes, Perdidos no Espaço, Mulher Biônica, O Homem de Seis Milhões de Dólares… E esse hábito me acompanha a vida toda, inclusive por necessidade profissional — por muito tempo fui editor de caderno de TV e escrevi resenhas sobre filmes para o Correio Braziliense.

Atualmente, qual é o seu perfil enquanto expectador? É do tipo que acompanha várias séries, que assiste todos os dias, faz “maratonas”?
Hoje, continuo indo ao cinema, vendo filmes no streaming e acompanho várias séries ao mesmo tempo. Vou me revezando. Algumas, acabo deixando pelo caminho, mas sempre na esperança de um dia retomar (Outlander, El Ministério del Tiempo, Californication e Spartacus, por exemplo). Prefiro me dividir entre várias do que fazer maratona de uma só — embora tenha feito uma recentemente, com Merlí.

Você tem um estilo predileto? Alguma série preferida?
Tenho gosto eclético. Gosto de séries que mesclam drama e comédia para falar das relações humanas, de suspenses bem construídos e de ficção científica, principalmente sobre distopias. E gosto mais ainda quando, mesmo sendo suspense ou ficção científica, a série ou filme trata de questões reais.

Seven Seconds e The Alienist, por exemplo, são ótimos suspenses mas que trazem temas como a intolerância social, racial e homofobia.Essas duas também têm a vantagem de serem, na verdade, minisséries (ou série limitada, como chamam no Emmy), que se resolvem numa única temporada.

Não gosto de séries com “trocentas” temporadas, porque é difícil ter uma história que se sustente por tanto tempo — diferente de sitcons, como Friends e Seinfeld, com episódios curtos e de histórias quase independentes, e que, por isso, têm mais longevidade.

Gostei demais de Merlí (catalã) e Rita (dinamarquesa), duas séries sobre o cotidiano de professores que desafiam o sistema de ensino, cheias de dramas humanos e muito humor também. Além das duas que já citei, Seven Seconds e The Alienist, gostei de The End of The Fucking World, e das duas primeiras temporadas de Black Mirror.

Tenho curtido muito, também, Transparent, no Prime Vídeo, sobre o que acontece com uma família de Los Angeles quando o pai, sexagenário, resolve assumir sua personalidade feminina. É muito original. Enfim, como se vê, é difícil citar uma preferida.

Uma das sessões do Planeta Flix (Playlist), é dedicada às trilhas sonoras e às músicas incidentais dos filmes e séries. Qual a importância da música no contexto da cultura flix?
A música tem uma importância imensa na narrativa audiovisual. Ela dita o ritmo da narrativa, e um bom exemplo é a divertida Good Girls, que estreou recentemente na Netflix e tem uma pegada bem pop, com muita música cantada por cantoras ou bandas femininas. A música intensifica emoções, o suspense…

Então, é um elemento que não dá para passar despercebido. Por isso, acho bacana (e necessário) comentarmos sobre trilhas sonoras. Até porque, agora, com serviços como Deezer e Spotify, é muito fácil acessar essas trilhas.

Inclusive, quando não sai a trilha oficial, internautas criam as próprias playlists com as músicas da série. Para inaugurar essa seção, vamos falar das músicas tocadas em Ela Quer Tudo, Good Girls e The End of The Fucking World. São ótimas!

Como você define a missão do Planeta Flix?
Sendo bem ousado, eu diria que o que quero é motivar as pessoas a viverem mais intensamente a vida real, inspiradas pela ficção, e não serem tragadas por ela, que não se tornem alienadas. A ideia é conciliar entretenimento e cultura – no sentido mais amplo da palavra.

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Livro ensina como aprender inglês com filmes e séries

Obra mostra como o tempo gasto em frente à TV também pode ser utilizado para aperfeiçoar a língua

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What’s On: Aprenda Inglês com Filmes e Séries não é um lançamento novíssimo, mas merece a atenção de quem quer aproveitar as horas gastas diante da TV para, além de se divertir, melhorar o inglês. O livro, lançado em 2014 pela Editora Senac SP, foi escrito coletivamente por Cristina Mayer, Denise Delegá, Márcia Veirano e Renata Condi.

As autoras mostram como assistir a filmes e séries de televisão em inglês é uma maneira proveitosa de aprender e aprimorar o uso da língua. A coloquialidade dos diálogos permite ao telespectador perceber entonação, expressões idiomáticas e verbos frasais, além de outros elementos frequentes na língua inglesa falada.

Cinco anos depois, com certeza a gente sente falta de filmes e séries mais recentes, mas What’s On: Aprenda Inglês com Filmes e Séries não deixa de ser divertido, incluindo diálogos de Big Bang Theory, Friends, House, entre outras séries, e mais de 330 trechos de filmes, para ensinar sobre funções comunicativas e estruturas gramaticais.

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10 galãs espanhóis revelados em séries e filmes da Netflix

A plataforma tem tanta produção feita na Espanha que alguns atores já são íntimos para o público brasileiro

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A produção audiovisual espanhola (e em espanhol) nunca esteve tão acessível aos brasileiros quanto depois da chegada da Netflix. São tantas produções vindas da Espanha, séries e filmes, que a gente até está se acostumando com alguns rostos recorrentes, como é o caso desses 10 atores que chamam a atenção também pela beleza.

Na Marisa: Leve 3 e pague 2 jeans feminino, até 11/9
Ou leve 3 e pague 2 scarpin, até 2/10, ou leve 3 e pague 2 tênis, até 2/10 

Alguns deles podem ser vistos em vários títulos, a exemplo de Mario Casas, que aparece em nada menos que sete filmes e que, na vida real, é namorado de Blanca Suárez, a Lídia de As Telefonistas. E por falar em As Telefonisas, Yon Gonzales, o Francisco da série, é outro que se multiplica no catálogo da Netflix. Está também em Gran Hotel e no filme Desnorteados.

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Conheça escritores de respeito cujas obras viraram séries

American Gods (foto), Bosch, Alias Grace e Sharp Objects são exemplos de produções com origem nos livros

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Pré Venda: ESCRAVIDAO VOLUME 1Desde sempre, a literatura serve como boa fonte para roteiristas de cinema e tevê. No caso das atuais séries e minisséries disponíveis em streaming, não é diferente. Para uns, elas são mais famosas que os livros que inspiraram. Para outros, chamam a atenção justamente por terem origem em obras de autores consagrados.

Troca vantajosa para ambas as partes: de um lado os roteiristas e produtores contam com pontos de partida criativos para suas histórias, de outro os autores se tornam mais conhecidos e têm a chance de angariar mais leitores. É o caso de Margaret Atwood, que viu seu The Handmaid’s Tale (O Conto da Aia) de volta às vitrines de livrarias.

Dito isso, apresentamos sete escritores de respeito cujas obras literárias inspiraram ótimas séries ou minisséries atualmente em cartaz na Netflix, Amazon Prime Vídeo, Globoplay e HBO. Lembrando que a experiência de assistir à história na telinha não tira, de jeito nenhum, o prazer da leitura.

Elmore Leonard
Você pode nunca ter ouvido falar deste autor americano (1925-2013), mas deve conhecer algumas de suas histórias do cinema ou da tevê. O Nome do Jogo, Jackie Brown, Irresistível Paixão, Be Cool, O Golpe…  São muitos os filmes que beberam na literatura do autor. A série de faroeste moderno Justified  também tomou seu golinho. É inspirada no personagem Raylan Givens, que aparece em três romances de Leonard.
Justified. Disponível no Amazon Prime Vídeo (seis temporadas) 

Gillian Flynn
Jornalista por formação, Gillian Flynn trabalhou por dez anos como crítica de cinema e TV para a Entertainment Weekly antes de se dedicar integralmente à carreira de escritora. Isso explica, de certa forma, por que três dos quatro livros que escreveu ganharam adaptação: Garota Exemplar, Lugares Escuros viraram filme e Objetos Cortantes foi transformado em minissérie pela HBO.
Sharp Objects. Disponível na HBO (oito episódios)

Leonardo Padura
O escritor cubano é hoje um dos nomes mais importantes da literatura policial mundial. O detetive Mario Conde é um personagem recorrente nos romances de Padura — sendo o mais recente Hereges (2015). Quatro de suas histórias compõem a série Quatro Estações em Havana, com Jorge Perugorría (Morango e Chocolate, Guantanamera) no papel de Conde e apenas uma temporada de quatro episódios.
Quatro Estações em Havana. Disponível na Netflix (uma temporada)

Margaret Atwood
A Mulher Comestível, lançado em 1969, foi o primeiro romance da escritora canadense. De lá para cá, ela construiu uma respeitada obra de que fazem parte The Handmaid’s Tale e Alias Grace. O primeiro rendeu a série que já está na terceira temporada e sobre o qual nem se precisa dizer muito. O segundo recebeu bela adaptação em formato de minissérie, dirigida por Marry Hannon (de Psicopata Americano, disponível na Netflix).
The Handmaid’s Tale. Disponível na Globoplay (duas temporadas) e no Now (terceira temporada, em andamento, para assinantes que tenham Paramount Mais, Fox Premium e Paramount no pacote).
Alias Grace. Disponível na Netflix (minissérie de seis episódios).

Michael Connelly
O autor americano é bastante cultuado entre os aficionados em literatura policial. Vários de seus romances tem como protagonista o detetive Hieronymus “Harry” Bosch, do Departamento de Polícia de Los Angeles. O personagem aparece em 16 livros publicado entre 1997 e 2012 e é interpretado pelo ator Titus Welliver na série Bosch,  criada por Eric Ellis Overmyer (Law and Order) para o Amazon Studios.
Bosch. Disponível no Amazon Prime Vídeo (cinco temporadas)

Neil Gaiman
Este autor britânico sempre transitou entre a literatura em sua forma tradicional e os quadrinhos, criando uma obra singular, habitada por seres estranhos em situações estranhas e extremamente visual. De dois de seus livros saíram as histórias contadas nas séries American Gods e God Omens. Lucifer é inspirada em personagem criados por Gaiman para as HQs da editora Vertigo, uma divisão da DC Comics.
American Gods. Disponível no Amazon Prime Vídeo (duas temporadas).
God Omens. Disponível no Amazon Prime Vídeo (uma temporada).
Lucifer. Disponível na Netflix (quatro temporadas)

Philip K. Dick
A literatura futurista deste escritor americano (1928-1982) sempre encantou os roteiristas e diretores de cinema. Os filmes Blade Runner, O Vingador do Futuro e Minority Report são os exemplos mais famosos de obras visuais inspiradas por seus escritos. O Amazon Studios, que não é besta, recorreu à Dick para fazer duas séries: Electric Dreams (de episódios adaptados de contos do autor) e a sombria O Homem do Castelo Alto.
Electric Dreams. Disponível no Amazon Prime Vídeo (uma temporada).

O Homem do Castelo Alto. Disponível no Amazon Prime Vídeo (quatro temporadas).

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