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10 galãs espanhóis revelados em séries e filmes da Netflix

A plataforma tem tanta produção feita na Espanha que alguns atores já são íntimos para o público brasileiro

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A produção audiovisual espanhola (e em espanhol) nunca esteve tão acessível aos brasileiros quanto depois da chegada da Netflix. São tantas produções vindas da Espanha, séries e filmes, que a gente até está se acostumando com alguns rostos recorrentes, como é o caso desses 10 atores que chamam a atenção também pela beleza.

Na Marisa: Leve 3 e pague 2 jeans feminino, até 11/9
Ou leve 3 e pague 2 scarpin, até 2/10, ou leve 3 e pague 2 tênis, até 2/10 

Alguns deles podem ser vistos em vários títulos, a exemplo de Mario Casas, que aparece em nada menos que sete filmes e que, na vida real, é namorado de Blanca Suárez, a Lídia de As Telefonistas. E por falar em As Telefonisas, Yon Gonzales, o Francisco da série, é outro que se multiplica no catálogo da Netflix. Está também em Gran Hotel e no filme Desnorteados.

  • Jaime Lorrente está nas séries La Casa de Papel e Elite e no filme Quem Você Levaria para uma Ilha Deserta?

  • Alex Garcia está nos filmes Gente que Vai e Volta e Kiki - Os Segredos do Desejo

  • Carlos Cuevas está nas séries Merlí, 45 Revoluciones e El Ministério del Tiempo (uma temporada só)

  • Fernando Guallar está nas séries Velvet Collection, A Catedral do Mar e no filme Gente que Vai e Volta

  • Hugo Silva está nos filmes Precisamos Conversar, Despido Procedente e A Linha Vermelha do Destino (The Red Thread)

  • Mario Casas está nos filmes Um Contratempo, Palmeiras na Neve, O Bar, Sob a Pele do Lobo, Toro, Mi Gran Noche e O Fotógrafo de Mauthausen

  • Martiño Rivas está na série As Telefonistas

  • Paco Léon está na série A Casa das Flores e nos filmes Kiki - Os Segredos do Desejo (que também dirige), Toc Toc e 7 años

  • Yon Gonzalez está nas séries As Telefonistas, Gran Hotel e no filme Desnorteados

  • Rodolfo Sancho está na série El Ministério del Tiempo (também pode ser visto no Prime, na série Isabel)

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Conheça escritores de respeito cujas obras viraram séries

American Gods (foto), Bosch, Alias Grace e Sharp Objects são exemplos de produções com origem nos livros

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Pré Venda: ESCRAVIDAO VOLUME 1Desde sempre, a literatura serve como boa fonte para roteiristas de cinema e tevê. No caso das atuais séries e minisséries disponíveis em streaming, não é diferente. Para uns, elas são mais famosas que os livros que inspiraram. Para outros, chamam a atenção justamente por terem origem em obras de autores consagrados.

Troca vantajosa para ambas as partes: de um lado os roteiristas e produtores contam com pontos de partida criativos para suas histórias, de outro os autores se tornam mais conhecidos e têm a chance de angariar mais leitores. É o caso de Margaret Atwood, que viu seu The Handmaid’s Tale (O Conto da Aia) de volta às vitrines de livrarias.

Dito isso, apresentamos sete escritores de respeito cujas obras literárias inspiraram ótimas séries ou minisséries atualmente em cartaz na Netflix, Amazon Prime Vídeo, Globoplay e HBO. Lembrando que a experiência de assistir à história na telinha não tira, de jeito nenhum, o prazer da leitura.

Elmore Leonard
Você pode nunca ter ouvido falar deste autor americano (1925-2013), mas deve conhecer algumas de suas histórias do cinema ou da tevê. O Nome do Jogo, Jackie Brown, Irresistível Paixão, Be Cool, O Golpe…  São muitos os filmes que beberam na literatura do autor. A série de faroeste moderno Justified  também tomou seu golinho. É inspirada no personagem Raylan Givens, que aparece em três romances de Leonard.
Justified. Disponível no Amazon Prime Vídeo (seis temporadas) 

Gillian Flynn
Jornalista por formação, Gillian Flynn trabalhou por dez anos como crítica de cinema e TV para a Entertainment Weekly antes de se dedicar integralmente à carreira de escritora. Isso explica, de certa forma, por que três dos quatro livros que escreveu ganharam adaptação: Garota Exemplar, Lugares Escuros viraram filme e Objetos Cortantes foi transformado em minissérie pela HBO.
Sharp Objects. Disponível na HBO (oito episódios)

Leonardo Padura
O escritor cubano é hoje um dos nomes mais importantes da literatura policial mundial. O detetive Mario Conde é um personagem recorrente nos romances de Padura — sendo o mais recente Hereges (2015). Quatro de suas histórias compõem a série Quatro Estações em Havana, com Jorge Perugorría (Morango e Chocolate, Guantanamera) no papel de Conde e apenas uma temporada de quatro episódios.
Quatro Estações em Havana. Disponível na Netflix (uma temporada)

Margaret Atwood
A Mulher Comestível, lançado em 1969, foi o primeiro romance da escritora canadense. De lá para cá, ela construiu uma respeitada obra de que fazem parte The Handmaid’s Tale e Alias Grace. O primeiro rendeu a série que já está na terceira temporada e sobre o qual nem se precisa dizer muito. O segundo recebeu bela adaptação em formato de minissérie, dirigida por Marry Hannon (de Psicopata Americano, disponível na Netflix).
The Handmaid’s Tale. Disponível na Globoplay (duas temporadas) e no Now (terceira temporada, em andamento, para assinantes que tenham Paramount Mais, Fox Premium e Paramount no pacote).
Alias Grace. Disponível na Netflix (minissérie de seis episódios).

Michael Connelly
O autor americano é bastante cultuado entre os aficionados em literatura policial. Vários de seus romances tem como protagonista o detetive Hieronymus “Harry” Bosch, do Departamento de Polícia de Los Angeles. O personagem aparece em 16 livros publicado entre 1997 e 2012 e é interpretado pelo ator Titus Welliver na série Bosch,  criada por Eric Ellis Overmyer (Law and Order) para o Amazon Studios.
Bosch. Disponível no Amazon Prime Vídeo (cinco temporadas)

Neil Gaiman
Este autor britânico sempre transitou entre a literatura em sua forma tradicional e os quadrinhos, criando uma obra singular, habitada por seres estranhos em situações estranhas e extremamente visual. De dois de seus livros saíram as histórias contadas nas séries American Gods e God Omens. Lucifer é inspirada em personagem criados por Gaiman para as HQs da editora Vertigo, uma divisão da DC Comics.
American Gods. Disponível no Amazon Prime Vídeo (duas temporadas).
God Omens. Disponível no Amazon Prime Vídeo (uma temporada).
Lucifer. Disponível na Netflix (quatro temporadas)

Philip K. Dick
A literatura futurista deste escritor americano (1928-1982) sempre encantou os roteiristas e diretores de cinema. Os filmes Blade Runner, O Vingador do Futuro e Minority Report são os exemplos mais famosos de obras visuais inspiradas por seus escritos. O Amazon Studios, que não é besta, recorreu à Dick para fazer duas séries: Electric Dreams (de episódios adaptados de contos do autor) e a sombria O Homem do Castelo Alto.
Electric Dreams. Disponível no Amazon Prime Vídeo (uma temporada).

O Homem do Castelo Alto. Disponível no Amazon Prime Vídeo (quatro temporadas).

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10 coisas dos anos 90 que merecem ser lembradas

This is the rhythm of the 90s: a década está de volta nas séries Derry Girls, Everything Sucks e Gianni Versace

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Foto: Netflix/Divulgação

Os anos 1990 são pano de fundo de três séries disponíveis na Netflix: a irlandesa Derry Girls (foto acima) e as americanas Everything Sucks e O Assassinato de Gianni Versace. As duas primeiras giram em torno de problemas adolescentes. A terceira reconstitui os últimos dias do estilista italiano, assassinado em 1997.

Derry Girls é uma produção do Channel 4, e tem como cenário uma cidadezinha da Irlanda, onde quatro amigas jovens amigas vivem seus problemas adolescentes, completamente alienadas em relação à tensão política no país. É hilária e tem uma trilha bem rock britânico daquela época.

BradescoEverything Sucks também se passa numa cidade pequena, nos Estados Unidos, e tem uma pegada mais poética, fala das dores do crescimento de um grupo de colegas de colégio. A trilha também traz muitos nomes que estavam nas paradas nos 90, como Tori Amos, Spin Doctors, Oasis…

O Assassinato de Gianni Versace não tem intenção de fazer um revival da época, mas a Miami dos 1990 resplandece na fotografia ensolarada da série dirigida por Ryan Murphy (Glee), e entre uma cena tensa e outra a produção retrata muito dos costumes daquele tempo.

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Bom… Depois de três décadas intensas, 60, 70 e 80, os últimos dez anos do século 20 pareciam não ter tido lá esse charme, mas o distanciamento temporal (e essas séries) está mostrando que não foi bem assim. Muita água passou por baixo da ponte entre 1990 e 1999. Coisas boas e ruins.

Mas deixemos para lá o confisco da poupança no governo Collor, as mortes de Cazuza, Renato Russo e Freddie Mercury, o acidente de avião que matou os Mamonas Assassinas ou o massacre de Columbine. Vamos relembrar em 10 tópicos o que merece ser lembrado e que nos faz concluir que, pensando bem, os 1990 até que foram bem legais:

Liberdade liberdade
Foi o fim da Guerra Fria entre Estados Unidos e União Soviética, completando o processo de distensão política no mundo, que já tinha derrubado as ditaduras latino-americanas;

Conexão discada
Chegada da internet (lembra do sonzinho de discagem para pegar a conexão?) e do telefone celular (um tijolão, mas quem não queria ter o seu?);

Som digital
Popularização do CD e, em seguida, do DVD. Acostumados ao vinil e à fita VHS, nos sentíamos num filme futurista;

A multiplicação dos canais de TV
Chegada da TV por assinatura, nos dando escolha para além dos caretas canais abertos. As séries da Sony, quem lembra?

Lambada, axé e pagode
Você podia até achar que era subcultura, mas quem não dançou Beto Barbosa, Molejo e É o Tchan ou cantou “pega ela aí” e “o canto dessa cidade sou eu” e “eu falei faraó” não viveu;

This is the rhythm of the grunge
Mas talvez seu gosto fosse mais internacional, então pôde escolher entre as bandas de Seattle (exemplo, Nirvana, Pearl Jam) e o tuntistun que invadiu as pistas, vindo da Europa (Gala, Culture Beat, Double You, Corona…)

Clipe clipe
E nada disso seria a mesma coisa se não fosse a então recém-chegada MTV com suas horas ininterruptas de videoclipes;

Novelas de Benedito Ruy Barbosa
A década foi marcada por grandes sucessos — Vamp, Mulheres de Areia, De Corpo e Alma (a do Clube das Mulheres) — mas Benedito fechou o tempo com Pantanal, O Rei do Gado e Renascer. Foi ou não foi?;

Dólar a menos de 1 real
Em 1994, o então presidente Itamar Franco teve o topete de lançar a nova moeda, o Real, que chegou a valer mais que o dólar (UR$ 0,85 = R$ 1). Mas a gente já ficava satisfeito se tivesse ficado para sempre no 1 a 1;

Ele não!
Ele, no caso, era Fernando Collor, que, depois de derrotar Lula nas eleições à presidência, revelou-se tremenda decepção (para quem votou nele). Impeachment! Com caras-pintadas e tudo o mais. Estávamos finalmente numa democracia… Parecia.

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O horror da ditadura chilena em sessão dupla na Netflix

Um documentário e um filme de ficção mostram como foi sangrenta a passagem de Pinochet pelo poder

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Foto: Divulgação

O Chile viveu, entre os anos de 1973 e 1990, uma das mais violentas ditaduras da América Latina. No dia 11 de setembro de 1973, o general Augusto Pinochet, com apoio do exército e de civis, bombardeou o Palácio de La Moneda, sede do poder federal, em Santiago, para tirar de lá o então presidente Salvador Allende.

Allende, de ideias socialistas, havia sido eleito democraticamente três anos antes, mas o seu governo encontrava forte oposição da direita. O presidente resistiu até o fim e só saiu do La Moneda morto — há versões altamente questionáveis de que teria se suicidado.

Uma ideia do que se segue a partir daí é dada em duas produções atualmente disponíveis na Netflix. Um documentário, Massacre no Estádio (2019), e um filme de ficção, Colonia (2015), baseado na história real de um lugar que parecia uma caixinha de horror dentro do cenário de horror maior implantado por Pinochet.

Curiosamente, ambos são realizações de diretores não chilenos. O nova-iorquino Bent-Jorgen Perlmutt dirige Massacre no Estádio, que faz uma apurada reconstituição da história do assassinato de Victor Jara, cantor e compositor de música folk de grande sucesso, que usou sua arte para apoiar a candidatura de Allende.

De origem humilde (1938-1973), Jara fez das suas canções crônicas da vida do povo campesino e dos operários chilenos. Sua voz e seus versos tinham um poder incrível de mobilizar multidões. Um verdadeiro perigo para Pinochet e seus asseclas.

Uma das primeiras providências do governo implantado à força foi calar essa voz. Jara foi brutalmente assassinado o Estádio Chile, em Santiago. Mas seu assassinato só foi reconhecido pelo Estado chileno em 1990, por meio da Comissão da Verdade e da Reconciliação.

Massacre no Estádio é impactante, principalmente por mostrar a violência indisfarçada do governo de Pinochet — calcula-se que pelo menos 3.500 pessoas foram assassinadas pelos militares no período em que o general esteve no poder. E, também, por mostrar o descaso do Estado em buscar os verdadeiros culpados pela morte de Victor Jara.

Nazismo e fanatismo religioso
Já  longa Colonia, do diretor alemão Florian Gallagher, usa uma história de ficção para apresentar um lugar que existe até hoje no Chile, a Colonia Dignidad, uma comunidade fundada em 1961 ex-militar nazista alemão por Paul Schäfer, que também funcionou como local de tortura e morte durante a ditadura do general Augusto Pinochet.

Os moradores da colônia, um ambiente estritamente fechado, viviam sob uma rígida disciplina, que misturava exaltação às ideias nazistas e fanatismo religioso. Dedicavam-se à agricultura e não podiam deixar o local sob nenhuma hipótese.

No filme, Daniel (Daniel Brühl, de O Alienista) é um jovem artista gráfico alemão residente em Santiago em 1973 e simpatizante de Salvador Allende, a favor de quem desenha cartazes. Sua namorada, Lena (Emma Watson, de O Círculo) é aeromoça e vem a Santiago justamente quando acontece o golpe de estado e Daniel é preso.

Ela descobre então que ele foi levado para a tal Colonia Dignidad e se infiltra no local, como participante da seita, para tentar encontrá-lo. Mas isso se torna difícil porque ali mulheres e homens vivem rigidamente separados. Cinematograficamente, Colonia não chama a atenção, mas deve ser visto pelo tema de que trata.

A situação em si e a indignação e repulsa que ela causa já bastam para dar peso ao filme de Gallagher. Vale como denúncia do perigo que corremos diante do extremismo e dos regimes de vocação totalitarista. Vale para reafirmar que toda ditadura é nociva, seja de direta ou de esquerda, civil ou militar.

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