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10 coisas dos anos 90 que merecem ser lembradas

This is the rhythm of the 90s: a década está de volta nas séries Derry Girls, Everything Sucks e Gianni Versace

Planeta Flix

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Foto: Netflix/Divulgação

Os anos 1990 são pano de fundo de três séries disponíveis na Netflix: a irlandesa Derry Girls (foto acima) e as americanas Everything Sucks e O Assassinato de Gianni Versace. As duas primeiras giram em torno de problemas adolescentes. A terceira reconstitui os últimos dias do estilista italiano, assassinado em 1997.

Derry Girls é uma produção do Channel 4, e tem como cenário uma cidadezinha da Irlanda, onde quatro amigas jovens amigas vivem seus problemas adolescentes, completamente alienadas em relação à tensão política no país. É hilária e tem uma trilha bem rock britânico daquela época.

BradescoEverything Sucks também se passa numa cidade pequena, nos Estados Unidos, e tem uma pegada mais poética, fala das dores do crescimento de um grupo de colegas de colégio. A trilha também traz muitos nomes que estavam nas paradas nos 90, como Tori Amos, Spin Doctors, Oasis…

O Assassinato de Gianni Versace não tem intenção de fazer um revival da época, mas a Miami dos 1990 resplandece na fotografia ensolarada da série dirigida por Ryan Murphy (Glee), e entre uma cena tensa e outra a produção retrata muito dos costumes daquele tempo.

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Bom… Depois de três décadas intensas, 60, 70 e 80, os últimos dez anos do século 20 pareciam não ter tido lá esse charme, mas o distanciamento temporal (e essas séries) está mostrando que não foi bem assim. Muita água passou por baixo da ponte entre 1990 e 1999. Coisas boas e ruins.

Mas deixemos para lá o confisco da poupança no governo Collor, as mortes de Cazuza, Renato Russo e Freddie Mercury, o acidente de avião que matou os Mamonas Assassinas ou o massacre de Columbine. Vamos relembrar em 10 tópicos o que merece ser lembrado e que nos faz concluir que, pensando bem, os 1990 até que foram bem legais:

Liberdade liberdade
Foi o fim da Guerra Fria entre Estados Unidos e União Soviética, completando o processo de distensão política no mundo, que já tinha derrubado as ditaduras latino-americanas;

Conexão discada
Chegada da internet (lembra do sonzinho de discagem para pegar a conexão?) e do telefone celular (um tijolão, mas quem não queria ter o seu?);

Som digital
Popularização do CD e, em seguida, do DVD. Acostumados ao vinil e à fita VHS, nos sentíamos num filme futurista;

A multiplicação dos canais de TV
Chegada da TV por assinatura, nos dando escolha para além dos caretas canais abertos. As séries da Sony, quem lembra?

Lambada, axé e pagode
Você podia até achar que era subcultura, mas quem não dançou Beto Barbosa, Molejo e É o Tchan ou cantou “pega ela aí” e “o canto dessa cidade sou eu” e “eu falei faraó” não viveu;

This is the rhythm of the grunge
Mas talvez seu gosto fosse mais internacional, então pôde escolher entre as bandas de Seattle (exemplo, Nirvana, Pearl Jam) e o tuntistun que invadiu as pistas, vindo da Europa (Gala, Culture Beat, Double You, Corona…)

Clipe clipe
E nada disso seria a mesma coisa se não fosse a então recém-chegada MTV com suas horas ininterruptas de videoclipes;

Novelas de Benedito Ruy Barbosa
A década foi marcada por grandes sucessos — Vamp, Mulheres de Areia, De Corpo e Alma (a do Clube das Mulheres) — mas Benedito fechou o tempo com Pantanal, O Rei do Gado e Renascer. Foi ou não foi?;

Dólar a menos de 1 real
Em 1994, o então presidente Itamar Franco teve o topete de lançar a nova moeda, o Real, que chegou a valer mais que o dólar (UR$ 0,85 = R$ 1). Mas a gente já ficava satisfeito se tivesse ficado para sempre no 1 a 1;

Ele não!
Ele, no caso, era Fernando Collor, que, depois de derrotar Lula nas eleições à presidência, revelou-se tremenda decepção (para quem votou nele). Impeachment! Com caras-pintadas e tudo o mais. Estávamos finalmente numa democracia… Parecia.

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7 livros que viraram séries de sucesso na Netflix

Assistir à série não dispensa a leitura, afinal, quase sempre há muitas diferenças entre o que se vê o que se lê

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Foto: Divulgação

A adaptação de um livro para filme ou é série pode não garantir a excelência literária do autor, mas pelo menos indica uma coisa: ele tem boa imaginação, afinal, se foi capaz de atrair o interesse de produtores e diretores é porque pelo menos apresentou uma história suficientemente atraente.

Mas cada veículo — impresso e audiovisual — tem seu jeito de contar Ver a série ou filme e ler o livro — ou os livros, no caso de séries literárias — são experiências bem diferentes. Por isso, vale ficar de olho nestes livros que se tornaram séries disponíveis na Netflix. Algumas delas de muito sucesso:

Virgin RiverVirgin River — Um Lugar para Sonhar, de Robyn Carr
A americana Robyn Carr já era mãe de filhos crescidos quando começou a escrever ficção. Desde então, lança um best seller atrás do outro. Um deles é este sobre enfermeira que responde a um anúncio para trabalhar numa remota cidade da Califórnia, a Virgin River do título. Lá, tem que fazer grandes esforços para se adaptar ao lugar. Sue Tenney transformou o livro em série, com uma temporada no ar e uma segunda anunciada.

 

Anne com E

Anne de Green Gables, de Lucy Maud Montgomery
Publicada no início do século 20, a série de livros da canadense Lucy Maud Montgomery ganha adaptações para cinema e TV desde 1934. Nenhuma, porém, tão requintada quanto a da Netflix, Anne With an E. Difícil não se apaixonar pela simpática ruivinha Anne Shirley, orfã de 11 anos que, por engano, é adotada por dois irmãos de meia idade, Matthew e Marilla Cuthbert, moradores de uma zona rural. Já são três temporadas.

A pecadora The SinnerA Pecadora, de Petra Hammesfahr
Em um dia ensolarado, uma jovem e amável mãe mata um homem em um lago, diante da própria família e de outras testemunhas. O que a levou ao ato extremo é o grande mistério do livro da alemã Petra Hammesfahr, lançado pela primeira vez em 1999. O livro foi transformado em minissérie, com Bill Pullman e Jessica Biel, mas fez tanto sucesso que ganhou mais duas temporadas, com novas histórias. Somente duas delas estão disponíveis na Netflix.

 

The Last KingdomO Último Reino, de Bernard Cornwell
Um especialista em romances históricos ambientados durante conflitos ocorridos na Inglaterra, Bernard Cornwell oferece a matéria-prima para a série épica The Last Kingdom, que já tem quatro temporadas. Mas este é só um volume das Crônicas Saxônicas do autor, que já tem 11 volumes. The Last Kingdom conta a história da invasão dinamarquesa à Ilha Britânica (hoje formada por Inglaterra, Escócia e País de Gales). Um dos destaques do elenco é a participação do ator Rutger Hauer, morto ano passado.

Não fale com estranhosNão Fale com Estranhos, de Harlan Coben
O livro do autor americano Harlan Coben é a fonte da série também conhecida pelo título original The Stranger, com uma temporada disponível. Coben é conhecido pelas histórias de suspense, que o leitor dificilmente larga antes do fim. Com algumas liberdades, Não Fale com Estranhos, a série, conta a história de uma família cuja família vira pelo avesso depois que o marido encontra um estranho, que lhe revela um segredo do passado.

 

downloadThe Witcher, de Andrzej Sapkowski
The Witcher é uma série de cinco livros do polonês Andrzej Sapkowski e, inclusive, já tinha sido adaptada para a TV lá no país do autor, em 2002. Na versão feita para a Netflix, Henry Cavill (foto no alto) assume o papel principal da trama, Geralt de Rivia, um bruxo mutante que desde criança foi treinado para caçar e matar monstros por dinheiro.  A história é cheia de referências à mitologia eslava. Tem uma temporada disponível e a segunda já está confirmada.

 

Carta ao Rei LivroCarta ao Rei, de Tonke Dragt
Lançado pela primeira vez em 1962, o segundo livro da holandesa Tonke Dragt se tornou clássico. Na Holanda, foi adaptado como musical para o teatro em 2007 e como filme em 2008. É uma fantasia juvenil sobre o jovem aspirante a cavaleiro Tiuri. Ele corre o risco de não ganhar o título depois que um estranho lhe dá a incumbência de levar ao rei, do outro lado das montanhas, uma carta que determinará o destino de todo o reino. William Davies (roteirista de Johnny English) é o criador da série que tem uma temporada na Netflix.

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Filmes e séries para matar saudade das chicas de Almodóvar

Carmem Maura, Verônica Forqué, Rossy de Palma, Victoria Abril, Penélope Cruz e Kiti Mánver estão todas na Netflix

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Pedro Almodóvar se revelou, desde os primeiros filmes, um diretor certeiro na escolha de seus elencos, e de atrizes especialmente. Um dos fatores que fizeram obras como Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos chamar a atenção foi, além da genialidade do diretor, claro, a química estabelecida entre ele e o elenco feminino. Daí surgiu o termo “chicas de Almodóvar”.

E uma vez chica de Almodóvar, chica de Almodóvar sempre. Não tem como ver Carmem Maura, Verônica Forqué e Rossy de Palma em cena, sem lembrar de Mulheres… ou Kika, por exemplo. Pois essas e outras atrizes que ganharam notoriedade ao serem dirigidas pelo cineasta espanhol, podem ser vistas atuando, sob a mão de outros diretores em filmes e séries da Netflix. Olha só:

Carmem Maura, ao centro, na simpática comédia Gente que Vai e Volta

Carmem Maura
Primeira e mais autêntica chica de Almodóvar. Estrelou os três primeiros filmes dele, nos anos 1980, depois ficaram brigados, mas se reencontraram em 2006, em Volver. Na Netflix, ela pode ser vista numa produção do ano passado, a simpática comédia Gente que Vai e Volta, de Patricia Font, no papel de mãe da protagonista (a atriz ao centro na foto lá de cima)

Verônica Forqué
Com Almodóvar ela fez O que Fiz Para Merecer Isto? (ao lado de Carmem Maura) e Matador, mas será sempre lembrada pelo papel-título de Kika. Quem estiver com saudades de Verônica Forqué pode vê-la em duas comédias bobinhas, mas divertidas: Precisamos Conversar, que também tem no elenco Michelle Jenner, de Julieta, outro filme de Almodóvar, e Hacerse Mayor y Otros Problemas.

Foto Divulgação

Verônica Forqué (segunda da esq. para dir.) e Victoria Abril (primeira à dir.) em Natal em 3 por 4

Victoria Abril
Verônica Forqué também faz uma participação na minissérie dramática Natal em 3 por 4, do catalão Pau Freixas, protagonizada por Victoria Abril, que fez com Almodóvar Kika, Ata-me e De Saltos Altos. Quem também aparece em Natal em 3 por 4 é Angela Molina, que foi dirigida por Almodóvar em Carne Trêmula e Abraços Partidos.

Penélope Cruz
A atriz de Volver, Tudo Sobre Minha Mãe e Abraços Partidos está em nada menos que três filmes e uma série na Netflix. Os filmes são Escobar: A Traição (ao lado do marido Javier Bardem), a comédia A Rainha da Espanha, de Fernando Trueba, e a aventura Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas, com Johnny Depp.

Kiti Mánver (de pé) em As Telefonistas e mais quatro filmes na Netflix

Kiti Mánver
Você olha para Kiti Mánver e já acha que a viu em algum filme de Almodóvar. Viu mesmo. Ela atuou em Pepi, Luci, Bom e Outras Garotas de Montão, O que Fiz Para Merecer Isto?, Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos, Abraços Partidos e A Flor do Meu Segredo. Na Netflix, pode ser vista no drama Up Among the Stars e nas comédias Nunca Visto e La Ovejas no Perdien el Tren. Ah, e na série As Telefonistas.

Rossy de Palma (na foto lá de cima)
Desde Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos, Rossy de Palma chamava atenção com seu visual, digamos, exótico. Com Almodóvar, ela fez também Kika, Abraços Partidos e Julieta, mas construiu uma filmografia diversificada, da qual faz parte a hilária comédia Toc Toc, que está na Netflix.

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Livro ensina como aprender inglês com filmes e séries

Obra mostra como o tempo gasto em frente à TV também pode ser utilizado para aperfeiçoar a língua

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What’s On: Aprenda Inglês com Filmes e Séries não é um lançamento novíssimo, mas merece a atenção de quem quer aproveitar as horas gastas diante da TV para, além de se divertir, melhorar o inglês. O livro, lançado em 2014 pela Editora Senac SP, foi escrito coletivamente por Cristina Mayer, Denise Delegá, Márcia Veirano e Renata Condi.

As autoras mostram como assistir a filmes e séries de televisão em inglês é uma maneira proveitosa de aprender e aprimorar o uso da língua. A coloquialidade dos diálogos permite ao telespectador perceber entonação, expressões idiomáticas e verbos frasais, além de outros elementos frequentes na língua inglesa falada.

Cinco anos depois, com certeza a gente sente falta de filmes e séries mais recentes, mas What’s On: Aprenda Inglês com Filmes e Séries não deixa de ser divertido, incluindo diálogos de Big Bang Theory, Friends, House, entre outras séries, e mais de 330 trechos de filmes, para ensinar sobre funções comunicativas e estruturas gramaticais.

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