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Freddie Highmore, de ator mirim a potencial serial killer

Ator de Bates Motel começou a carreira aos 7 anos, contracenando com Helena Bonham Carter

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Foto: Universal Channel/Divulgação

Ao assistir Bates Motel (na Netflix e no Prime Video) você, por acaso, não tem uma sensação de que já viu antes aquele ator que faz o Norman Bates? Se sim, não é por acaso. O inglês Freddie Highmore tem 26 anos mas está na ativa desde os 7, quando atuou ao lado de Helena Bonham Carter no filme Women Talking Dirt, de Coky Giedroyc.

Tá certo, o filme nem passou por aqui, mas você deve tê-lo visto então em Em Busca da Terra do Nunca, de Marc Foster, em 2004, e em A Fantástica Fábrica de Chocolate, de Tim Burton, em 2004, ambos ao lado de Johnny Depp.

Por essa época, Freddie Highmore, um londrino nascido em Candem Town, já tinha 14 anos e vários trabalhos acumulados na tevê, incluindo a série As Brumas de Avalon. Foram apenas dois episódios, mas o papel era essencial na trama: o jovem Rei Artur.

O segundo Artur na carreira do ator. O outro foi o protagonista de uma série de desenhos animados dirigida pelo francês Luc Besson (são três filmes, o mais recente é Arthur: A Guerra dos Dois Mundos, de 2010), em que ele dubla o personagem principal.

A primeira década do século 21, aliás, foi bem produtiva para o jovem ator. Ele esteve em Um Ano Bom, de Ridley Scott, em 2006, e em O Som do Coração, de Kirsten Sheridan, em 2008… Enfim, não é de se admirar então que tenha sido escolhido para fazer papel tão emblemático em Bates Motel.

Enfrentando o desafio de repetir um personagem consagrado no cinema por Anthony Perkins, no filme Psicose, de Alfred Hitchcock, em 1960, Freddie Highmore não fez por menos: sua interpretação rendeu alguns prêmios da tevê, incluindo o People’s Choice Award de melhor ator em 2016.

Curioso é que, enquanto filmava Bates Motel, entre 2013 e 2017, o ator frequentava a Universidade de Cambridge, onde se graduou em Espanhol e Árabe. Também rodou o filme Almost Friends, de Jake Goldberger, participou de sete episódios de outra série, Close to the Enemy, e dublou Justin e a Espada da Coragem.

O papel também lhe deu prestígio para se arriscar como autor. Freddie Highmore assina o roteiro de dois episódios de Bates Motel. Também cumpriu essa função em um episódio de The Good Doctor, a série que ele estrela atualmente, coprodução Sony/ABC, ainda inédita por aqui.

Desta vez, em vez de ser um assassino em formação, como em Bates Motel, ele salva vidas. Interpreta Shaun Murphy, um jovem cirurgião com autismo e e com um  distúrbio psíquico chamado síndrome de Savant, que tem de vencer suas limitações e mostrar sua capacidade, trabalhando em um prestigiado hospital.

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Rachel Brosnahan: a mesma determinação da Sra. Maisel

Duas vezes vencedora do Globo de Ouro como atriz de comédia, ela já perdeu trabalhos por não ser considerada engraçada

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Foto: Glamour/Reprodução

Rachel Brosnahan, 27 anos, levou pela segunda vez o Globo de Ouro de melhor atriz em série de comédia por Maravilhosa Sra. Maisel (disponível no Prime Vídeo). Justíssimo. A produção do Amazon Studio é cheia de qualidades — dos diálogos ágeis à charmosa reprodução da Nova York dos anos 1950 -, mas a presença de Rachel é imprescindível.

A atuação de Rachel Brosnahan na série é tão visceral que é quase impossível não se apaixonar pela personagem e, por consequência, pela atriz que a interpreta. Não tem quem nos convença de que, com aquela vivacidade, aquele carisma e toda aquela graça, Rachel não seja tão maravilhosa quanto a Sra. Maisel.

PrivaliaAí você se pergunta “gente, mas de onde saiu atriz tão fantástica?!”sem se dar conta que provavelmente já a viu antes. Em House of Cards, por exemplo. Ela apareceu em cinco episódios da terceira temporada no papel da call girl Rachel Posner. O bastante para receber uma indicação ao Emmy na categoria atriz convidada em série de drama.

Ainda no terreno das séries, Rachel Brosnahan fez passagens rápidas por The Good Wife, CSI: Miami, Gossip Girl, Grey’s Anatomy, Orange is the New Black… Bem ao modo de sua personagem Sra. Maisel, que vai aos poucos ascendendo dentro da carreira de comediante.

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A atriz nasceu em Milwaukee, Wisconsin, e logo se mudou para Highland Park, Illinois. Nessa época já corria atrás de papéis na tevê e no cinema. Conseguiu a primeira chance num filme de terror, Almas Perdidas (2009), e logo em seguida rolou esse tanto de participações na tevê.

Quando terminou a high school, Rachel foi para Nova York e se matriculou na New York University Tisch School of the Arts. Aí veio a convocação para House of Cards, seguida de papéis no cinema — entre outros, Mais Forte que Bombas (2015), O Dia do Atentado (2016), e Fique com o Troco (2018), o primeiro papel de protagonista no cinema.

Rachel Brosnahan em House of Cards: cinco episódios e uma indicação ao Emmy (Foto: Divulgação)

Com tanto drama no currículo, é curioso que Rachel Brosnahan consiga agora tanta repercussão e reconhecimento com uma personagem de comédia. E olha que, segundo contou à revista Glamour, ela já deixou de fazer muitos trabalhos porque não a considerava engraçada.

“Parece absurdo que agora eu seja uma ganhadora de prêmios na categoria de comédia. Passei boa parte de minha vida ouvindo que eu não era engraçada (..) Penso que talvez eu devesse ouvir isso. Agora eu percebo que continuamos a aprender coisas, mesmo quando temos um sólido senso de nós mesmos”.

Rachel Brosnahan não gosta de falar da vida pessoal, mas sabe-se que, fora de cena, uma de suas paixões de Rachel é a culinária. É louca pelo aroma dos condimentos. Mas usa a comida também como forma de militância. Já participou duas vezes do desafio Live Below the Line — em que, por cinco dias, os participantes devem se alimentar com a mesma quantidade de comida consumida por uma pessoa na extrema pobreza.

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John Krasinski é tão ousado quanto Jack Ryan

Depois de oito anos em The Office, ator mostra seu potencial em série e anuncia sequência de Um Lugar Silencioso

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Foto: Divulgação

John Krasinski está em alta, não há como negar. A série Jack Ryan de Tom Clancy vem bombando no Prime Vídeo e Um Lugar Silencioso, que ele dirigiu e estrelou ao lado da mulher, Emily Blunt, foi lançado em abril deste ano e já tem perspectiva de uma sequência.

São frutos mais substanciosos de uma carreira que vem sendo construída pouco ao pouco, desde que Krasinski estreou na comédia Deu a Louca nos Astros, de David Mamet, fazendo um papelzinho de nada, que nem nome tinha.

Malwee MalhasEle tinha acabado de se mudar para Nova York com intenção de atuar, depois de desistir de seguir a carreira de professor de inglês em Newton, Massachussets, onde nasceu. Enquanto corria atrás de oportunidades na tevê e no cinema, trabalhava como garçom.

Foram mais outros tantos anos fazendo participações em séries de tevê e em filmes de pouca relevância. Você não vai lembrar, mas ele mostrou a cara eventualmente em Ed, Law & order, CSI, Without a Trace… Isso tudo ao mesmo tempo em que figurava no elenco de The Office. 

Essa sim, seu grande trampolim para o reconhecimento. A partir do papel de Jim Halpert, que interpretou entre 2005 e 2013, John Krasinski gradualmente foi chamando a atenção do público e da indústria cinematográfica. Aí então que vieram filmes como Dreamgirls (2006), Detroit e 13 Horas (ambos de 2017).

John Krasinsk estreou no cinema com um personagem sem nome em Deu a Louca nos Astros

Mas um detalhe curioso em seu currículo é o grande número de trabalhos como dublador. Krasinski emprestou sua voz a personagens de American Dad, Monsters vc Aliens, Universidade dos Monstros, Vidas ao Vento…

AramisEstourando com um papel cômico em The Office, o desafio era mostrar sua capacidade para personagens dramáticos. Coisa do que, parece, ninguém tem mais dúvidas. É só assistir John Krasinski como Jack Ryan ou como o Lee Abbott do suspense Um Lugar Silencioso.

Mostrando que não está em Hollywood para brincadeira, Krasinski coescreveu, dirigiu e protagonizou o longa (o segundo que dirige — o primeiro, The Hollars, de 2016, é uma produção pequena, que nem chegou por aqui). E o sucesso garantiu uma sequência.

Em recente entrevista ao Entertainment Tonight, o ator-diretor anunciou que está escrevendo Um Lugar Silencioso 2, que já tem até data de estreia prevista — 20 de maio de 2020. Mais uma vez atua ao lado de Emily Blunt, sua esposa na vida real. E, claro, ele deve voltar em 2019 ao Prime Vídeo em mais uma aventura do intrépido Jack Ryan.

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Amybeth McNulty cativa audiência no papel de Anne

Atriz irlandesa-canadense de 17 anos é tão sorridente e falante quanto a personagem de Anne With an E

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Foto: Reprodução Pinterest

É difícil imaginar a Anne Shirley, da série Anne With an E. (na Netflix), sem o rosto sardento e o sorriso aberto de Amybeth McNulty. A atriz irlandesa-canadense de 16 anos — faz 17 em 7 de novembro — caiu tão bem na personagem, que a gente nem acredita que a produção tinha outras 1.800 alternativas.

Sim, Amybeth teve que vencer outras 1.800 pretendentes ao papel, numa disputa “intensa”, segundo ela. Para isso, saiu de Donegal, onde mora, na Irlanda, levando um currículo em que constavam pequenas participações em três séries televisivas britânicas (de repercussão local) e em um filme, Morgan, de Luke Scott (filho de Ridley Scott).

Amybeth McNulty em seu primeiro papel, na série Agatha Raisin (Foto: Reprodução)

Quando fez Morgan, a atriz tinha 14 anos e interpretou uma personagem de 10. Em Anne With an E. ela também teve que “rejuvenescer”. Afinal, Anne começa a história com 11 anos de idade — e ela filmou aos 15. Essa capacidade de parecer ter uma idade que não tem pode favorecer a atriz no desenrolar da história.

É que já foi confirmada uma terceira temporada de Anne With an E. e é provável que a série acompanhe o amadurecimento da personagem. Afinal, Anne já apareceu em diferentes idades em adaptações anteriores do livro Anne de Green Gables, de Lucy Maud Montgomery.

Lançado em 1908, o romance teve várias versões para o cinema e para tevê. A primeira em 1919 (!), a mais recente em 2017, com Ellen Ballentine como protagonista. Num telefilme de 2006, Anne of Green Gables: A New Beginning, ela até é retratada adulta, interpretada por Barbara Hershey (Once Upon a Time).

Na vida real, Amybeth McNulty vive como a garota de 17 anos que é. Em postagens nas redes sociais, mostra-se brincalhona e com senso de humor. Mas não revela muito da vida pessoal. O que se sabe é que o trânsito entre Irlanda e Canadá tem a ver com o fato de ser filha de pai irlandês e mãe canadense.

O fato é que quem assiste Anne With an E. se apaixona pela ruivinha órfã instantânemanete, mas reconhece, também de imediato, que aquela encantadora vivacidade é emprestada de sua intérprete. Nas entrevistas que a atriz tem dado para falar de Anne é facil perceber no sorriso e no modo muito claro de se expressar a Anne da ficção.

 

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