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Filmes

Os 10 melhores filmes LGBT disponíveis na Netflix

De produções hollywoodianas como Carol ao brasileiro Paraíso Perdido, confira os títulos que você não pode perder

Planeta Flix

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“Filme LGBT” é um rótulo questionável, já que um filme não é LGBT somente por ter um personagem homossexual. Se for seguir esse critério, o acervo da Netflix tem uma lista longa de produções. Algumas bem ruins. Duck Butter e Eu Sou a Felicidade Deste Mundo, por exemplo, são chatíssimos, não recomendamos.

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Mas o Planeta Flix resume em 10 itens a lista básica e necessária para quem tem interesse em assistir filmes com temas que transitam pelo universo das pessoas que gostam de pessoas do mesmo sexo. Produções recentes, de diferentes países, feitas em Hollywood ou em esquema independente, mas todas com os requisitos básicos do bom cinema, antes de tudo.

Moonlight — Sob a Luz do Luar (EUA, 2016)
Vigoroso relato sobre a vida de garoto que cresce em bairro dominado pelo crime, em Miami. Afro-descendente, gay e filho de uma viciada em drogas. O filme de Barry Jenkins recebeu oito indicações ao Oscar. Levou três, incluindo o de melhor filme.

Elisa y Marcela (Espanha, 2019)
Com belíssima fotografia em preto e branco, a espanhola Isabel Coixet (A Livraria) constrói filme delicado sobre a relação de duas mulheres na Espanha do século 18. Na primeira metade, a aproximação das duas é conduzida de forma contemplativa, com a narrativa dominada pela força da natureza. Na segunda, a força do homem e suas regras.

Girl (Bélgica/Holanda, 2019)
Belíssimo longa de estreia do diretor Lukas Dhont. Ele consegue conduzir de forma extremamente hábil um tema complexo, narrando a história de Lara, uma adolescente trans que quer se tornar bailarina ao mesmo tempo em que se submete a exames que vão confirmar a sua cirurgia para mudança de gênero.

Paraíso Perdido (Brasil, 2018)
O paraíso perdido do filme de Monique Gardenberg é um lugar imaginário, onde toda forma de amor é possível. A ação se passa numa boate, de propriedade de uma família onde todos cantam. Dores de amores, revelações do passado e paixões avassaladoras compõem a trama folhetinesca embalada por sucessos da canção brasileira popular.

Carol (EUA, 2015)
Cate Blanchett e Rooney Mara protagonizam este drama ambientado nos anos 1950. Mulher casada e rica se apaixona por uma balconista e aspirante a fotógrafa bem mais jovem. Grandes interpretações, elegância visual e narrativa. Dirigido por Todd Haynes (Não Estou Lá), o filme levou o Globo de Ouro de melhor filme dramático.

Hoje Eu Quero Voltar Sozinho (Brasil, 2014)
Um filme muito peculiar sobre adolescência e descoberta da sexualidade. O deficiente visual Leonardo tem sua vida transformada quando conhece um novo colega de turma, por quem acaba tendo sentimentos que nem ele mesmo entende. O diretor Daniel Ribeiro desenvolveu o longa a partir de um curta realizado por ele mesmo.

Beach Rats (EUA, 2017)
Dirigido por Eliza Hittman, este forte drama tem muito a ver com a homofobia que se faz evidente nos dias atuais. Um rapaz do Brooklyn, em Nova York, se divide entre sair com sua turma para se divertir e experimentar drogas e seu secreto desejo por homens mais velhos.

Meu Melhor Amigo (Argentina, 2018)
O primeiro longa do argentino Martin Deus é uma pequena obra-prima, pela forma extremamente sensível com que ele retrata aquele momento em que um adolescente tenta dar sentido e nome aos seus próprios sentimentos. O adolescente, no caso, é Lorenzo, que vive um caos interior com a chegada do filho de um amigo do pai, que vem passar uma temporada na casa dele.

Quatro Minutos (Alemanha, 2006)
Uma professora de piano idosa, que dá aulas em um presídio, tenta “domar” uma jovem e selvagem presidiária, em quem reconhece um imenso talento para a música. Ao mesmo tempo, emerge do passado uma história de amor vivida por ela ainda na Alemanha nazista. Um drama forte e be conduzido, com grandes interpretações.

Other People (EUA, 2016)
A atuação de Jesse Plemons (da série Fargo) é um do muitos trunfos deste drama sobre roteirista de comédias que é obrigado a voltar a sua cidade, Sacramento, por causa da doença da mãe. Certamente tem algo de biográfico, já que o diretor Chris Kelly também fez carreira como redator do Saturday Night Live, muitas vezes citado nos diálogos.

Filmes

No Portal da Eternidade é uma das novidades do Prime

Willem Dafoe interpreta Van Gogh em filme de Julian Schnabel (de Antes do Anoitecer e Basquiat)

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Foto: Divulgação

No Portal da Eternidade, uma das novidades no catálogo do Amazon Prime Vídeo, é uma cinebiografia do pintor Vincent Van Gogh (1853)-1890) dirigida por um cineasta com experiência no gênero. Julian Schnabel já assinou bons filmes sobre as vidas do escritor cubano Reinaldo Arenas (Antes de Anoitecer) e do artista visual americano Jean-Michel Basquiat (Basquiat).

Desta vez, com roteiro assinado por ele em parceria com o grande mestre Jean-Claude Carriére, ele se detém em um período específico da vida de Van Gogh: aquele em que o pintor se refugiou nas aldeias de Arles e Auvers-sur-Oise para escapar das pressões de Paris.

Willem Dafoe dá vida ao atormentado artista, que na temporada interiorana experimenta a gentileza e a brutalidade humana, contando com o determinado apoio do irmão Theo (Rupert Friend). Ao mesmo tempo, sua intensidade acaba por afastar o amigo, também pintor, Paul Gaugin (Oscar Isaac).

No Portal da Eternidade rendeu a Willem Dafoe (Projeto Flórida, também disponível no Prime) indicações aos prêmios de melhor ator no Oscar e no Globo de Ouro. Ao lado dele, no filme, estão atores conhecidos em pequenos papéis, como Emmanuelle Seigner e e Vincent Perez (ambos de Baseado em Fatos Reais) e Niels Arestrup (Nos Vemos no Paraíso).

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Segredos e Mentiras está este mês no Mubi

Brenda Blethyn e Marianne Jean-Baptiste dão show de atuação neste belíssimo drama de Migh Leigh

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Este mês, o Mubi nos traz a chance de ver ou rever Segredos e Mentiras, de Mike Leigh (O Segredo de Vera Drake), um belíssimo e intenso drama, lançado nos cinemas em 1996, que rendeu ao diretor britânico uma Palma de Ouro no Festival de Cannes e cinco indicações ao Oscar — incluindo melhor filme, melhor diretor e melhor atriz.

O destaque foi mais que merecido. Segredos e Mentiras parte de uma história dolorosa para explorar as relações dolorosas entre os membros de uma família britânica de classe média. A família de Cynthia (Brenda Blethyn), uma mulher solitária e sofrida que recebe um dia um surpreendente visita.

Hortense (Marianne Jean-Baptiste), uma mulher negra, se apresenta como filha de Cynthia, que é branca. E de fato é. Fruto de um estupro sofrido por Cynthia na juventude. Hortense é uma mulher bem-sucedida e fina. A mãe leva uma vida ordinária numa casa de subúrbio.

Essa visita e a tentativa de se estabelecer entre as duas uma relação trazem à tona dores e ressentimentos que, na verdade, nunca foram realmente enterrados. O drama dá espaço para Brenda Blethyn e Marianne Jean-Baptiste darem um show de interpretação.

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10 filmes dos anos 80 para ver/rever na Netflix

Do cultuado Blade Runner ao divertido Querida, Encolhi as Crianças, uma volta por histórias que marcaram a década

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Os anos 1980 foram divertidos. Na política, o mundo se enchia de esperança com o fim das ditaduras latinas, das Guerra Fria e do Muro de Berlim; na música, tinha a new wave, o rock Brasil e o axé chegava ao som do deboche; e no cinema filmes como ET — O Extraterrestre, De Volta para o Futuro e Blade Runner atraíam multidões.

Se na política o momento é outro bem mais sombrio, pelo músicas e filmes daquela época estão aí ao nosso alcance para nos fazer relembrar. E a Netflix dá uma ajudinha, incluindo no acervo alguns títulos que são clássicos absolutos da época. Quem viveu a década certamente vai relembrar muita coisa revendo os filmes listados abaixo. Quem não viveu tem a chance de sentir o gostinho.

10 filmes dos anos 90 que valem ser revistos no Prime Vídeo
1o filmes para viajar de volta aos anos 1980

Blade Runner – O Caçador de Andróides (1982) — foto acima
Uma obra-prima da ficção científica, disponível na Netflix em versão restaurada. Num futuro próximo, clones humanos, chamados de replicantes, são usados como escravos em colônias fora da Terra. Um ex-policial (Harrison Ford) é acionado para caçar um grupo fugitivo vivendo disfarçado em Los Angeles.

Os Irmãos Cara de Pau (1980)
O diretor John Landis pega dois grandes atores, John Belushi e Dan Aykroyd, saídos do programa de humor Saturday Night Live, e os coloca numa história maluca pontuada por números musicais de artistas como James Brown, Ray Charles, Aretha Franklin e John Lee Hooker. O resultado tinha mesmo tudo para virar um cult.

A Princesa Prometida (1987)
Baseado em livro de William Goldman (1931-2018), Rob Reiner (Conta Comigo, Harry e Sally – Feitos um Para o Outro) brinca com os clichês das histórias de príncipes e princesas, combinando elementos de comédia e de aventuras de capa e espada. O resultado é um filme divertidíssimo.

ET – O Extraterrestre (1982)
Precisa mesmo contar do que se trata ET? Steven Spielberg comoveu uma geração e muita gente das gerações subsequentes com essa história que envolve crianças fofas e um extraterrestre bonzinho. Mesmo quem nunca viu o filme consegue identificar de imediato a cena da bicicleta voando com uma imensa lua ao fundo.

Tron – Uma Odisseia Eletrônica (1982)
Um hacker de computador é seqüestrado no mundo digital e forçado a participar de jogos de gladiadores. Para escapar, ele precisa da ajuda de um programa de segurança heróico. A aventura high-tech dirigida por Steven Lisberger e estrelada por Jeff Bridges foi revolucionária para os padrões da época. E mereceu remake em 2010.

De Volta para o Futuro (1985)
Tal qual ET, é um filme que dispensa apresentações. Todo mundo foi ver, voltou para assistir às continuações e sonhou em poder ir e vir no tempo como faziam Marty McFly (Michael J. Fox) e o aloprado Dr. Emmett Brown (Christopher Lloyd).  Robert Zemeckis (Forest Gump) coescreveu o roteiro e dirigiu.

Sociedade dos Poetas Mortos (1989)
Um professor de poesia encanta os alunos com seus métodos pouco ortodoxos, que se chocam com as regras rígidas da escola tradicional onde dá aulas. Depois de 1989, ninguém mais esqueceu o que significa “carpe diem” em latim. “Aproveitem o dia”, ensinava o professor John Keating (Robin Williams). Uma drama comovente.

Curtindo a Vida Adoidado (1986)
Feliz de quem pôde viver a adolescência contando com a “compreensão” de John Hughes. O diretor soube como ninguém traduzir com humor e doçura a dor e a delícia do processo de crescimento. Neste,  o personagem de Matthew Broderick finge estar doente para matar aula e se junta à namorada e ao melhor amigo para um dia cheio de aventuras.

Gatinhas e Gatões (1984)
Outra pérola teen escrita e dirigida por Hughes. Molly Ringwald (a eterna Garota de Rosa Shocking) é quem protagoniza. Ela faz uma adolescente que se sente esquecida pelos pais (ocupadíssimos com o casamento da filha mais velha) e é, ao mesmo tempo, apaixonada pelo bonitão que namora a garota mais popular da escola. Oh céus, o que fazer? Só assistindo pra ver.

Querida, Encolhi as Crianças (1989)
O tipo de filme “para toda a família”. Não porque é careta, mas porque diverte gente de qualquer idade. Um cientista (Rick Moranis, onde anda?) constrói uma máquina que, acidentalmente, encolhe seus filhos e os do vizinho. Do tamanho de formiguinhas, as crianças enfrentam uma série de perigos ao tentar atravessar o quintal, que ganha proporções de uma floresta, para desespero dos pais e dos telespectadores.

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