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Minisséries brasileiras viram filmes na Globoplay

Produções como As Noivas de Copacabana e Felizes Para Sempre? voltam em versões compactas de duas horas

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Foto: TV Globo/Divulgação

Minisséries da Globo de diferentes épocas podem vistas em versão condensada na Globoplay. A plataforma de streaming do grupo Globo trouxe de volta títulos das antigas, como Lampião e Maria Bonita (1982) e Incidente em Antares (1994), e produções mais recentes, a exemplo de Felizes Para Sempre? (2015).

Independentemente do número de capítulos, todas foram reduzidas ao tempo médio de duas horas de duração. Outras chegam a três horas, como é o caso de Hoje é Dia de Maria (2005), de  Luiz Fernando Carvalho. Dá pra imaginar, então, o quanto picotada fica a história.

submarino.com.brMas, para quem guardou uma boa lembrança de uma ou outra minissérie e quer apenas reavivar a memória, não deixa de ser um bom paliativo. Até fazem falta na lista de lançamentos minisséries que tiveram grande sucesso quando exibidas na tevê, como A Casa das Sete Mulheres (2003) e JK (2006).

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Confira a lista de minisséries da Globo que estão em versão reduzida na Globoplay. Ah, vale o alerta: o sistema de busca da Globoplay é péssimo. Se não achar o título que procura digitando o nome e a vontade de ver for grande, vá na seção cinema e procure um por um (!).

– Felizes Para Sempre? (2015)
– Dupla Identidade (2014)
– Amores Roubados (2014)
– A Teia (2014)
– Gonzaga de Pai pra Filho (2013)
– O Canto da Sereia (2013)
– O Brado Retumbante (2012)
– A Cura (2010)
– Dalva e Herivelto (2010)
– Maysa — Quando Fala o Coração (2009)
– Presença de Anita (2001)
– Dona Flor (1998)
– Incidente em Antares (1994)
– As Noivas de Copacabana (1992, foto no alto da página)
– O Pagador de Promessas (1988)
– Anos Dourados (1986)
– Lampião e Maria Bonita (1982)

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Netflix estreia o premiado Girl, história de uma bailarina trans

Produção belga levou quatro prêmios no Festival de Cannes e foi finalista ao Globo de Ouro de filme estrangeiro

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Girl, filme belga que estreia na Netflix, traz um tema que nunca deixa de ser polêmico, o transexualismo. Inspirado em uma história real, o longa de estreia do diretor Lukas Dhont conta o drama de Lara, de 15 anos, uma adolescente aspirante a bailarina que, na verdade, nasceu menino e está em plena mudança de gênero.

O processo é doloroso, ainda mais para alguém de personalidade introspectiva como Victor (nome de batismo da personagem). Dhont narra essa transição com distanciamento, mas nunca com frieza, e o tom acertado dado à narrativa é uma das principais qualidades de Girl.

Malwee MalhasO ator também estreante Victor Polster interpreta Lara e impressiona tanto pela atuação quanto pela feminilidade natural, que dispensa maiores acessórios de caracterização. Polster é bailarino de fato. Foi descoberto pelo diretor na escola de dança que frequenta.

Mas não é só por isso que Girl merece atenção. O filme chega ao Brasil direto na Netflix depois de uma bem-sucedida carreira em festivais. A começar pelo de Cannes, onde participou na mostra Um Certo Olhar, de onde saiu com quatro prêmios.

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Girl levou o prêmio principal (Fipresci, dado ao melhor filme da mostra), além dos de melhor diretor (Câmara de Ouro), melhor ator e a Palma Queer (prêmio independente atribuído ao melhor filme LGBT do festival francês).  Também foi um dos finalistas ao Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro, disputou no Goya, o Oscar espanhol, e levou prêmios nos festivais de San Sebastian, Estocolmo e Zurique.

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Brie Larson, a Capitã Marvel, em cinco filmes no streaming

Netflix, Prime Vídeo e Looke têm filmes com a atriz, em ascensão desde que levou o Oscar por O Quarto de Jack

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Desde 2016, Brie Larson está em evidência. Naquele ano foi premiada com o Oscar, o Globo de Ouro e o BAFTA — entre outros vários prêmios de melhor atriz — por sua atuação em O Quarto de Jack. Agora, o motivo é a exibição nos cinemas de Capitã Marvel, em que ela aparece como Carol Danvers, ou seja, a própria heroína do título.

Apesar do status de estrela de primeira grandeza adquirido nos últimos anos, Brie Larson vem batalhando desde 1998, quando começou fazendo participações em séries de pouca repercussão por aqui. Daí foram muitos curtas-metragens e filmes para tevê, até finalmente ser notada.

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Mesmo assim, a atriz já tem uma filmografia a ser considerada. E alguns dos filmes em que ela aparece estão disponíveis em plataformas como Netflix, Prime Vídeo e Looke. Confira aqui onde assistir a cinco desses filmes em streaming.

O Castelo de Vidro (2017)
Neste drama, baseado em best-seller de Jeannette Walls, Brie interpreta jovem de família pobre, nômade e um tanto desequilibrada. Destin Daniel Cretton dirige. Com Naomi Watts e Woody Harrelson. Disponível no Prime Vídeo.

O Quarto de Jack (2015)
O filme que deu o Oscar de melhor atriz a Brie Larson. Drama pesado sobre mulher que viveu confinada em um quarto, sendo estuprada frequentemente. Ela fica grávida e quando o filho faz cinco anos resolve fugir. Disponível na Netflix.

O Apostador (2014)
A atriz está acompanhada por Mark Wahlberg, Jessica Lange e John Goodman neste thriller sobre professor de literatura viciado em apostas, que começa a correr risco quando se envolve com gângsteres. Disponível na Netflix.

Os Segredos de Tanner Hall (2009)
A história três estudantes de um internato na Nova Inglaterra que enfrentam dificuldades com o início da vida adulta e a chegada de uma nova colega. Brie vive uma delas, as outras são interpretadas por Rooney Mara e Amy Ferguson. Disponível na Netflix e no Prime.

De Pernas Pro Ar (2009)
Nesta comédia, Brie Larson é uma das integrantes da família do personagem de Danny DeVito, um senhor que resolve tomar medidas drásticas para expulsar os filhos preguiçosos de casa e desfrutar de sua aposentadoria. Disponível no Looke.

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Ata-me no Prime: Almodóvar nunca é demais

Filme de 1989 traz Antonio Banderas e Victoria Abril em uma trama mirabolante típica do diretor

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Pedro Almodóvar estreia neste mês na Espanha seu filme mais recente, Dor e Glória. Enquanto não chega por aqui, vale rever Ata-me, que estreou no Prime Vídeo, porque filme de Almodóvar (pelo menos a maioria) é isso mesmo: a gente vê e tempos depois vê de novo e sempre descobre um motivo a mais para gostar.

Ainda mais quando o longa traz Antonio Banderas e Victoria Abril na flor da idade, numa trama temperadíssima pelo humor e pela particular visão do amor e do sexo do cineasta espanhol. É o caso de Ata-me, que foi lançado há exatos 30 anos mas mantém a graça e o frescor.

No filme Banderas é Ricky, rapaz que sai de um reformatório psiquiátrico e acaba vai para direto à procura de Marina Osorio (Victoria Abril), ex-atriz pornô, viciada em heroína. Ele a encontra num set onde ela roda um filme de terror e, na sequência, invade a casa da atriz e resolve amarrá-la, até que ela aceite ser sua esposa.

No mirabolante e surpreendente desenrolar da história, passam atores vistos em outros filmes de Pedro Almodóvar trabalhou como Loles León, Maria Barranco, Rossy de Palma, Julieta Serrano e Francisco Rabal.

 

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