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Jovem e Bela, de François Ozon, está na Netflix

Desta vez, o provocador cineasta francês narra as experiências sexuais de uma jovem de 17 anos

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Jovem e Bela, de François Ozon, é uma daquelas ótimas surpresas que a Netflix nos faz vez em quando. Não tem como passar batido por nenhum filme que leve a assinatura do diretor francês, que já mostrou seu poder de provocar em filmes como Swimming Pool – À Beira da Piscina (2003), 8 Mulheres (2001), Gotas D’Água em Pedras Escaldantes (2000) e o mais recente O Amante Duplo (2017).

Ozon é especialista em quebrar os limites do quadradinho quando se trata de abordar o comportamento humano. Não faz diferente em Jovem e Bela, drama rodado em 2013. O filme levou o prêmio máximo do Festival de San Sebastián, na Espanha, e concorreu à Palma de Ouro em Cannes, na França.

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Jovem e Bela segue as primeiras experiências sexuais de Isabelle (Marine Vacth, que trabalhou com François Ozon também em O Amante Duplo). No decorrer de quatro estações, a garota de 17 anos se joga em aventuras eróticas, inclusive como prostituta, que vão levá-las à autodescoberta.

Um legítimo François Ozon, atravessado por um certo senso de humor cínico e embalado por bela trilha sonora de Philippe Rombi — colaborador em vários filmes do diretor (Swimming Pool, Sob a Areia, O Amante Duplo e Potiche – Esposa Troféu, entre outros).

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Michael Haneke ganha retrospectiva no Mubi

Plataforma exibe oito filmes do diretor austríaco, incluindo Violência Gratuita (foto) e A Fita Branca

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O Mubi programou para este mês uma mostra de filmes do diretor austríaco Michael Haneke, incluindo sua obra de estreia O Sétimo Continente (1989), que narra a história real de uma família austríaca de classe média que cometeu suicídio. Quem tiver interesse, bom correr porque esse só fica disponível por mais cinco dias.

A seleção Foco em Michael Haneke reúne, além de O Sétimo ContinenteO Vídeo de Benny (1992), 71 Fragmentos de uma Cronologia do Acaso (1994), O Castelo (1997), Violência Gratuita (1997) — obra o perturbadora, que o tornou mais conhecido pelas banda de cá –, O Tempo do Lobo (2003), Caché (2005) e A Fita Branca (2009).

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O Declínio do Império Americano está no Prime Vídeo

Clássico do cinema canadense, filme de Dennys Arcand teve continuação em As Invasões Bárbaras

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O Declínio do Império Americano, de Dennys Arcand, entrou no catálogo do Prime Vídeo. Um fato a ser comemorado por quem gosta de rever grandes obras no streaming. Lançado em 1986, O Declínio… faz uma profunda reflexão sobre a época a partir das conversas de um grupo de amigos sobre seus desejos íntimos, intelectualidade, moral, liberdade sexual, entre outros assuntos.

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Dennys Arcand, que depois dirigiu filmes igualmente interessantes, como Amor e Restos Humanos (1993) e Jésus de Montréal (1989 ), retomou os personagens de O Declínio do Império Americano em 2003, no filme As Invasões Bárbaras, que se tornou um retrato de uma época tão instigante quanto o filme que o inspirou.

 

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Raridade no Prime: Os Moedeiros Falsos, de Benoît Jacquot

Feito para a TV em 2010, filme é uma bela adaptação do livro homônimo, clássico do escritor André Gide

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No catálogo do Prime Vídeo, uma raridade do cinema francês: Os Moedeiros Falsos, de Benoît Jacquot. Trata-se de uma produção para TV realizada em 2010 pelo diretor veterano — de filmes como O Diário de Uma Camareira (2015) e Adeus, Minha Rainha (2012). Torna ainda mais especial o fato de ser uma adaptação do livro clássico de André Gide (1869-1951), lançado em 1925.

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A ação se passa na Paris dos anos 1920. Numa sinopse bem superficial, é a história do adolescente Bernard (Jules-Angelo Bigarnet) descobre que é fruto de um caso extraconjugal da sua mãe e deixa a família para morar com o amigo Olivier (Maxime Berger). A nova vida o fará descobrir novos afetos, a depressão e a homossexualidade, ao mesmo tempo em que ajuda o tio Edouard (Melvil Poupaud).

Os Moedeiros Falsos, o livro,  tem um enredo emaranhado, sobrepondo a vida real e o processo de criação de um romance, o que desafiaria qualquer cineasta.  Mas Jacquot se sai bem e fez um filme que a crítica do jornal francês Le Figaro, classificou como “bonito, singular e sério”. O que de fato é. Foi feito para a TV, mas cairia muito bem na tela grande.

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