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Jason Momoa, o Aquaman, em filme alternativo na Netflix

Amores Canibais é polêmico. Foi premiado no Festival de Veneza, mas teve reação negativa do público

Planeta Flix

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Foto: Netflix/Divulgação

O ator havaiano Jason Momoa é a bola da vez. O filme Aquaman, em que ele interpreta o herói, alcançou US$ 1 bilhão nas bilheterias no último fim de semana. Fora isso, o grandão se viu no centro de uma polêmica nos últimos dias por causa de fake news em que era acusado de abusar da filha — desmentidas logo em seguida.

Aproveitando a onda, vale chamar a atenção para Amores Canibais, filme que ele fez em 2016 e que está disponível na Netflix (é uma produção da plataforma). Dirigido por Ana Lily Amirpour, o longa é polêmico. Ganhou o prêmio especial do júri no prestigiado Festival de Veneza, em 2016, mas não agradou ao público tanto quanto aos jurados.

americanas.com.brNo site Adoro Cinema, Amores Canibais obteve  nota 2.2 e comentários indignados. No IMDB, está menos pior, tem cotação 5.3. Mas a verdade que a diretora Ana Lily Amirpour desperta opiniões tão díspares por causa de sua proposta ousada, que não se encaixa em gêneros.

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A trama passa pela vastidão do deserto, pistas de skate e festas raves, e evoca filmes como os Mad Max, de George Miller, e Coração Selvagem, de David Lynch. É ambientada num futuro distópico, onde a protagonista, Arlen (Suki Waterhouse) é libertada de uma espécie de prisão, mas passa a fazer parte de um grupo de humanos chamado de “lote estragado”.

A partir daí, a história se desenrola ora em clima de comédia absurda, ora de crítica social crua, ora de puro non sense. A Jason Momoa cabe o papel de um cubano, chamado Miami Man, que divide a cena ainda com personagens esquisitos interpretados por Keanu Reeves e Jim Carrey (irreconhecível). Vale assistir e tirar sua própria conclusão.

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Netflix estreia o premiado Girl, história de uma bailarina trans

Produção belga levou quatro prêmios no Festival de Cannes e foi finalista ao Globo de Ouro de filme estrangeiro

Planeta Flix

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Girl, filme belga que estreia na Netflix, traz um tema que nunca deixa de ser polêmico, o transexualismo. Inspirado em uma história real, o longa de estreia do diretor Lukas Dhont conta o drama de Lara, de 15 anos, uma adolescente aspirante a bailarina que, na verdade, nasceu menino e está em plena mudança de gênero.

O processo é doloroso, ainda mais para alguém de personalidade introspectiva como Victor (nome de batismo da personagem). Dhont narra essa transição com distanciamento, mas nunca com frieza, e o tom acertado dado à narrativa é uma das principais qualidades de Girl.

Malwee MalhasO ator também estreante Victor Polster interpreta Lara e impressiona tanto pela atuação quanto pela feminilidade natural, que dispensa maiores acessórios de caracterização. Polster é bailarino de fato. Foi descoberto pelo diretor na escola de dança que frequenta.

Mas não é só por isso que Girl merece atenção. O filme chega ao Brasil direto na Netflix depois de uma bem-sucedida carreira em festivais. A começar pelo de Cannes, onde participou na mostra Um Certo Olhar, de onde saiu com quatro prêmios.

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Girl levou o prêmio principal (Fipresci, dado ao melhor filme da mostra), além dos de melhor diretor (Câmara de Ouro), melhor ator e a Palma Queer (prêmio independente atribuído ao melhor filme LGBT do festival francês).  Também foi um dos finalistas ao Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro, disputou no Goya, o Oscar espanhol, e levou prêmios nos festivais de San Sebastian, Estocolmo e Zurique.

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Brie Larson, a Capitã Marvel, em cinco filmes no streaming

Netflix, Prime Vídeo e Looke têm filmes com a atriz, em ascensão desde que levou o Oscar por O Quarto de Jack

Planeta Flix

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Foto: Divulgação

Desde 2016, Brie Larson está em evidência. Naquele ano foi premiada com o Oscar, o Globo de Ouro e o BAFTA — entre outros vários prêmios de melhor atriz — por sua atuação em O Quarto de Jack. Agora, o motivo é a exibição nos cinemas de Capitã Marvel, em que ela aparece como Carol Danvers, ou seja, a própria heroína do título.

Apesar do status de estrela de primeira grandeza adquirido nos últimos anos, Brie Larson vem batalhando desde 1998, quando começou fazendo participações em séries de pouca repercussão por aqui. Daí foram muitos curtas-metragens e filmes para tevê, até finalmente ser notada.

Ata-me no Prime: Almodóvar nunca é demais
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Mesmo assim, a atriz já tem uma filmografia a ser considerada. E alguns dos filmes em que ela aparece estão disponíveis em plataformas como Netflix, Prime Vídeo e Looke. Confira aqui onde assistir a cinco desses filmes em streaming.

O Castelo de Vidro (2017)
Neste drama, baseado em best-seller de Jeannette Walls, Brie interpreta jovem de família pobre, nômade e um tanto desequilibrada. Destin Daniel Cretton dirige. Com Naomi Watts e Woody Harrelson. Disponível no Prime Vídeo.

O Quarto de Jack (2015)
O filme que deu o Oscar de melhor atriz a Brie Larson. Drama pesado sobre mulher que viveu confinada em um quarto, sendo estuprada frequentemente. Ela fica grávida e quando o filho faz cinco anos resolve fugir. Disponível na Netflix.

O Apostador (2014)
A atriz está acompanhada por Mark Wahlberg, Jessica Lange e John Goodman neste thriller sobre professor de literatura viciado em apostas, que começa a correr risco quando se envolve com gângsteres. Disponível na Netflix.

Os Segredos de Tanner Hall (2009)
A história três estudantes de um internato na Nova Inglaterra que enfrentam dificuldades com o início da vida adulta e a chegada de uma nova colega. Brie vive uma delas, as outras são interpretadas por Rooney Mara e Amy Ferguson. Disponível na Netflix e no Prime.

De Pernas Pro Ar (2009)
Nesta comédia, Brie Larson é uma das integrantes da família do personagem de Danny DeVito, um senhor que resolve tomar medidas drásticas para expulsar os filhos preguiçosos de casa e desfrutar de sua aposentadoria. Disponível no Looke.

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Ata-me no Prime: Almodóvar nunca é demais

Filme de 1989 traz Antonio Banderas e Victoria Abril em uma trama mirabolante típica do diretor

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Pedro Almodóvar estreia neste mês na Espanha seu filme mais recente, Dor e Glória. Enquanto não chega por aqui, vale rever Ata-me, que estreou no Prime Vídeo, porque filme de Almodóvar (pelo menos a maioria) é isso mesmo: a gente vê e tempos depois vê de novo e sempre descobre um motivo a mais para gostar.

Ainda mais quando o longa traz Antonio Banderas e Victoria Abril na flor da idade, numa trama temperadíssima pelo humor e pela particular visão do amor e do sexo do cineasta espanhol. É o caso de Ata-me, que foi lançado há exatos 30 anos mas mantém a graça e o frescor.

No filme Banderas é Ricky, rapaz que sai de um reformatório psiquiátrico e acaba vai para direto à procura de Marina Osorio (Victoria Abril), ex-atriz pornô, viciada em heroína. Ele a encontra num set onde ela roda um filme de terror e, na sequência, invade a casa da atriz e resolve amarrá-la, até que ela aceite ser sua esposa.

No mirabolante e surpreendente desenrolar da história, passam atores vistos em outros filmes de Pedro Almodóvar trabalhou como Loles León, Maria Barranco, Rossy de Palma, Julieta Serrano e Francisco Rabal.

 

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