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7 filmes LGBT de diferentes países para ver no Looke

Do Canadá a Israel, de Argentina a Portugal, histórias de amor entre pessoas do mesmo sexo rendem bons filmes

Planeta Flix

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O Looke, plataforma brasileira de streaming, apareceu como apoiador em dois festivais de cinema LGBT em novembro, o 6º Recifest – Festival de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero, em Recife, e o 26º Mix Brasil, em São Paulo. Mas a aproximação da marca com o público LGBTQ se faz também no próprio acervo.

Com boa variedade de produções independentes e de diferentes nacionalidades no catálogo, o Looke acaba por ter uma boa oferta de filmes de temática LGBTQ. Alguns bem conhecidos, como os franceses Azul É a Cor Mais Quente e Um Estranho no Lago. Aqui o Planeta Flix destaca sete títulos que interessados não podem perder.

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Amor entre mulheres em cinco filmes na Netflix

A Viagem de Lúcia (Argentina, 2009)
A história de amor entre uma jovem operário de uma fábrica de alimentos e uma comissária de bordo já madura, e casada, é o tema desta coprodução argentino-italiana. O desconhecido diretor Stefano Pasetto causa boa impressão, demonstrando sensibilidade ao tratar de questões femininas.

Transamérica (Estados Unidos, 2005)
Este passou nos cinemas e teve duas indicações ao Oscar, melhor canção (Travelin’ Thru, com Dolly Parton) e melhor atriz, para Felicity Huffman, que interpreta uma mulher transsexual que é chamada a tirar da prisão o filho, que não vê há tempos. Primeiro e único (até agora) filme do diretor Duncan Tucker, infelizmente.

O Primeiro que Disse (Itália, 2010)
O diretor Ferzan Ozpetek (Istambul Vermelho, na Netflix) traz bem dosada mistura de comédia e drama na história de rapaz gay que volta para casa, no interior da Itália, depois de anos estudando em Roma, para uma reunião familiar onde pretende revelar sua sexualidade. Mas seu irmão mais velho também tem uma revelação a fazer.

Duas Mulheres (Portugal, 2009)
Pouco consumido no Brasil, o cinema português tem surpresas como este drama de João Mário Grilo sobre psiquiatra de 40 anos, casada com executivo bem-sucedido, que vê a aparente estabilidade de sua vida balançar quando conhece uma jovem modelo, chamada Mônica. Coprodução Portugal-Brasil.

Além da Fronteira (Israel, 2012) — foto no alto da página
Ser gay e se apaixonar em meio à eterna guerra Israel e Palestina. O conflito, que já rendeu o ótimo The Bubble, volta a nutrir outra boa história de temática LGBT. Quem enfrenta a barra agora é o estudante palestino Nimer, de família conservadora, e o advogado israelense Roy. Quanto mais se apaixonam, mais a situação se complica. Ou o contrário.

PrivaliaAmores Imaginários (Canadá, 2010)
O jovem diretor canadense Xavier Dolan (Eu Matei Minha Mãe, também no Looke) dirige e atua neste “divertido drama” sobre dois amigos, Francis e Marie, que se apaixonam platonicamente pelo charmoso Nicolas. Enquanto o rapaz se diverte e curte a amizade dos dois, cada um deles alimenta suas fantasias… O que leva inevitavelmente ao desastre.

Patrick, Idade 1.5 (Suécia, 2008)
Original abordagem de temas sérios, como homofobia e adoção de filhos por casais homossexuais, com doses de humor e suspense. Casal gay espera criança para adoção e enfim encontra uma criança, um menino de um ano e meio. Só que houve há um equívoco: o garoto na verdade tem 15 anos e é um adolescente homofóbico e perigoso.

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Michael Haneke ganha retrospectiva no Mubi

Plataforma exibe oito filmes do diretor austríaco, incluindo Violência Gratuita (foto) e A Fita Branca

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O Mubi programou para este mês uma mostra de filmes do diretor austríaco Michael Haneke, incluindo sua obra de estreia O Sétimo Continente (1989), que narra a história real de uma família austríaca de classe média que cometeu suicídio. Quem tiver interesse, bom correr porque esse só fica disponível por mais cinco dias.

A seleção Foco em Michael Haneke reúne, além de O Sétimo ContinenteO Vídeo de Benny (1992), 71 Fragmentos de uma Cronologia do Acaso (1994), O Castelo (1997), Violência Gratuita (1997) — obra o perturbadora, que o tornou mais conhecido pelas banda de cá –, O Tempo do Lobo (2003), Caché (2005) e A Fita Branca (2009).

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O Declínio do Império Americano está no Prime Vídeo

Clássico do cinema canadense, filme de Dennys Arcand teve continuação em As Invasões Bárbaras

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O Declínio do Império Americano, de Dennys Arcand, entrou no catálogo do Prime Vídeo. Um fato a ser comemorado por quem gosta de rever grandes obras no streaming. Lançado em 1986, O Declínio… faz uma profunda reflexão sobre a época a partir das conversas de um grupo de amigos sobre seus desejos íntimos, intelectualidade, moral, liberdade sexual, entre outros assuntos.

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Dennys Arcand, que depois dirigiu filmes igualmente interessantes, como Amor e Restos Humanos (1993) e Jésus de Montréal (1989 ), retomou os personagens de O Declínio do Império Americano em 2003, no filme As Invasões Bárbaras, que se tornou um retrato de uma época tão instigante quanto o filme que o inspirou.

 

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Raridade no Prime: Os Moedeiros Falsos, de Benoît Jacquot

Feito para a TV em 2010, filme é uma bela adaptação do livro homônimo, clássico do escritor André Gide

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No catálogo do Prime Vídeo, uma raridade do cinema francês: Os Moedeiros Falsos, de Benoît Jacquot. Trata-se de uma produção para TV realizada em 2010 pelo diretor veterano — de filmes como O Diário de Uma Camareira (2015) e Adeus, Minha Rainha (2012). Torna ainda mais especial o fato de ser uma adaptação do livro clássico de André Gide (1869-1951), lançado em 1925.

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A ação se passa na Paris dos anos 1920. Numa sinopse bem superficial, é a história do adolescente Bernard (Jules-Angelo Bigarnet) descobre que é fruto de um caso extraconjugal da sua mãe e deixa a família para morar com o amigo Olivier (Maxime Berger). A nova vida o fará descobrir novos afetos, a depressão e a homossexualidade, ao mesmo tempo em que ajuda o tio Edouard (Melvil Poupaud).

Os Moedeiros Falsos, o livro,  tem um enredo emaranhado, sobrepondo a vida real e o processo de criação de um romance, o que desafiaria qualquer cineasta.  Mas Jacquot se sai bem e fez um filme que a crítica do jornal francês Le Figaro, classificou como “bonito, singular e sério”. O que de fato é. Foi feito para a TV, mas cairia muito bem na tela grande.

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