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Filmes do Sri Lanka, Malásia, Panamá, Porto Rico…

Thelma (foto) e outros nove filmes vindos de países fora do eixo habitual de produção, disponíveis no Looke

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Os americanos inventaram o termo world music para classificar qualquer música que não seja falada em inglês. O Looke tem uma pequena mostra de filmes que os compatriotas de Donald Trump poderiam muito bem chamar, então, de world cinema. São filmes de países como Sri Lanka, Malásia e Finlândia, cujas produções cinematográficas a maioria de nós brasileiros nunca viu ou viu uma vez na vida.

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É uma boa chance de viajar sem sair do sofá, descobrir novos mundos, novas histórias e costumes. A maioria dos títulos está disponível para os assinantes do Vídeo Club (assinantes mensais do Looke) e para aluguel, por um preço bem razoável, R$ 4,90 cada um. Confira a lista.

Em um Pequeno Mundo (Sri Lanka, 2012)
A produção é do Sri Lanka, o diretor, Samy Pavel, é egípcio, mas o filme se passa na cidade de Pattaya, na Tailândia. A ação transcorre num período de 72 horas, em que os caminhos de várias pessoas se cruzam.  Turismo sexual,  globalização e tensão entre tradição e novos valores são alguns dos temas da história.

Uma Perigosa Atração (Porto Rico/Estados Unidos, 2012)
Em Nova York, uma porto-riquenha, funcionária de um salão de beleza, acompanha como voyeur a intensa e violenta vida sexual de um casal de vizinhos. Até o dia em que a mulher do casal desaparece e ela se aproxima do marido, passando a ter com ele uma relação igualmente extrema. Direção de Ari Maniel Cruz.

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Uma Casa Para Três (Panamá/Cuba/Colômbia, 2013)
A cubana Kiki Alvarez dirige a produção trinacional. Em Havana, uma mulher retorna da rua para seu apartamento e encontra um casal desconhecido ocupando o lugar. Sem poder expulsá-los, passam a conviver no espaço e se estabelece um elo de tensão sexual entre os três.

Guerra e Ódio (Polônia, 2016)
Drama histórico ambientado em 1939. Numa vila polonesa, ucranianos, judeus e poloneses vivem em paz. Mas a harmonia é quebrada quando começa a Segunda Guerra Mundial. Em meio a isso, se desenvolve um triângulo amoroso entre uma jovem polonesa, um rapaz ucraniano e um homem polonês mais velho. Direção de Wojciech Smarzowski.

Bufalo (Tailândia, 2016)
Com um longo currículo como produtor executivo de filmes B em Hollywood (A Hora do Pesadelo 2, por exemplo), Joel Soisson dirige este longa de aventura sobre garota que, após a morte da mãe, é enviada à zona rural da Tailândia e faz amizade com um camponês, a quem ela incentiva a competir na corrida anual de búfalos.

Um Filho Especial (Malásia, 2016)
A vida de um casal passa por grande transformação quando eles descobrem que o filho é autista e precisam enfrentar a realidade de criar uma criança com deficiência. O drama familiar é o filme de estreia do diretor Tunku Mona Riza e passou por vários festivais, sendo premiado no Malaysian Film Festival e Asian World Film Festival, entre outros.

Thelma (Noruega, 2017)
Desta lista, é provavelmente o mais conhecido por aqui, já que está disponível na Netflix. O diretor Joachim Trier (de Mais Forte que Bombas, também na Netflix) junta drama, suspense e ficção científica na história de uma garota tímida que se muda para Oslo para fazer faculdade e descobre que tem estranhos poderes.

Honra e Liberdade (Nova Zelandia, 2005)
O diretor Vincent Ward é conhecido por filmes como Navigator: Uma Odisseia no Tempo (1988) e Amor Além da Vida (1998). Aqui, ele faz um drama de época. Na década de 1860, durante a colonização britânica em Nova Zelândia, em meio à guerra entre os invasores europeus e os nativos Maori. Kiefer Sutherland está no elenco.

Sobrevivente (Islândia, 2012)
No inverno de 1984, barco pesqueiro naufraga nas proximidades da Islândia e os tripulantes tentam sobreviver nas águas geladas. O diretor Baltasar Kormákur também tem no currículo produções hollywoodianas, como Dose Dupla (2013), com Denzel Washington (disponível na Netflix), Contrabando (2012), com Mark Wahlberg (na Netflix e no Prime) e Vidas à Deriva (2018, no Prime).

Luz do Dia (Holanda, 2013)
Advogada, mãe de um menino com autismo, descobre que tem um irmão, também autista, que está preso por assassinato. Acreditando em sua inocência, ela começa a descobrir um passado perigoso para ela e para seu filho. Um drama de suspense dirigido por Diederik Van Rooijen.

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Netflix abre espaço para o cinema produzido na Nigéria

Indústria cinematográfica do país africano é a terceira maior do mundo, com mais de mil filmes por ano

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Que imagem você faz da Nigéria? Se for a de algum clichê africano, tipo zebras correndo nas savanas, prepare-se para mudar isso. Uma Nigéria urbana, onde se desenrolam dramas e comédias envolvendo pessoas muito parecidas com nós mesmos, se revela em um grande número de filmes produzidos naquele país e disponíveis na Netflix.

E é incrível que essas produções ainda sejam tão pouco conhecidas, já que a indústria cinematográfica nigeriana é considerada a terceira maior do mundo, só perdendo para Estados Unidos e Índia. E se os americanos têm Hollywood e os indianos, Bollywood, os nigerianos batizaram de Nollywood sua indústria de filmes.

As produções não têm o refinamento técnico dos filmes de Hollywood, mas, em contrapartida, possuem uma espontaneidade cativante. O mérito é apresentarem uma estética e linguagem próxima da realidade local. Além disso, os nigerianos prezam pelo bom humor, como se pode perceber no grande número de comédias que produzem.

Nesse cenário, sobressaem nomes como o diretor, ator e produtor Kunle Afoloyan, 45 anos. Afoloyan já dirigiu seis filmes, todos disponíveis na Netflix. Nessa curta cinematografia, o cineasta já experimentou diferentes gêneros: suspense (1 de Outubro, 2014), comédia (Trocando Celulares, 2012, foto no destaque), romance (A Ponte, 2017), terror (Sete Anos de Sorte, 2009) e drama (Os Cinco CEOs, 2016, e Aprendiz de Mecânico, seu filme mais recente, de 2019 — trailer acima).

Quem também se destaca na produção audiovisual nigeriana é a atriz e diretora Omoni Oboli, 42 anos, que aparece nos créditos de nada menos que 11 filmes e uma série incluídos no acervo da Netflix. Na maioria, ela dirige e atua. É o caso de Being Mrs. Elliot (2014), A primeira Dama (2015), A Lei de Okafor (2016), Greve de Esposas (2016), Greve de Esposas 2 (2017), Love is War (2019) e Mães em Guerra (2018).

Somente como atriz, Omoni Oboli está no já citado Sete Anos de Sorte, de Kunle Afoloyan, no drama Porto Seguro (2010) e nas comédias My Wife and I (2017) e Cinquentonas (2015). Pode ser vista atuando também na série Fifty, que tem uma temporada de 13 episódios disponível na Netflix.

E se você estiver disposto a ir fundo na cinematografia de Nollywood, anote aí o nome de Niyi Akinmolayan. Ele é o responsável pelo filme de maior bilheteria no cinema nigeriano, Casamento às Avessas 2 — sequência de filme dirigido por Kemi Adetiba em 2016. Na Netflix, podem ser vistos esse e outros três filmes dele: The Arbitration (2016), Papai Poderoso (2018) e A História de Chike e Grace (2019).

Mas, se a Nigéria se sobressai no catálogo da Netflix, não é único país africano representado. A plataforma abriu um significativo espaço em seu acervo para a produção do continente. Vale conferir, por exemplo, o filme Mais uma Página (2018) e a série Queen Sono (uma temporada com seis episódios), ambos dirigidos pelo também ator sul-africano Kagiso Lediga.

Por fim, mais um ponto para a visibilidade do cinema africano na mais popular plataforma de streaming: a comédia “gastronômica” A Cozinha Incrível de Anesu, produção do Zimbábue, dirigida por Thomas Brickhill, está entre os títulos mais populares da Netflix nas últimas semanas. Leve, divertido e espontâneo como uma das boas comédias made in Nollywood.

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Vale tirar 20 minutos para assistir A Janela dos Vizinhos

Disponível na Amazon Prime, curta vencedor do Oscar alerta para importância de vermos a vida da perspectiva do outro

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The Neighbors’ Window (traduzido: A Janela dos Vizinhos), de Marshall Curry, considerado melhor curta-metragem na mais recente premiação do Oscar, está disponível na Amazon Prime Vídeo. Tem tem 20 minutos de duração e parece partir daquele daquele ditado de que “a grama do vizinho é sempre mais verde”.

Mas The Neighbors’ Window funciona como ponto de partida para uma série de reflexões sobre o que afinal é felicidade e como esse conceito pode variar de acordo com a perspectiva de quem vê. A história é sobre um casal, com dois filhos e um terceiro a caminho, imerso num atribulado cotidiano, que assiste diariamente a felicidade do casa do apartamento em frente — é sexo de dia e de noite.

Um dia, a esposa encontra a vizinha na calçada e… Melhor parar por aqui para não dar spoiler. Basta dizer que não tem como não pensar em nossas insatisfações e frustrações cotidianas e reavaliá-las. Por isso, guarde 20 minutinhos do seu dia para ver The Neighbors’ Window. Vale a pena — bom notar que o filme também está disponível no YouTube, mas somente com legendas em inglês, e identificado como “trailer”.

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10 filmes de diretores cult para assistir na Globoplay

Xavier Dolan, François Ozon, Lucrécia Martel, Asghar Farhadi e Bernardo Bertolucci são alguns dos nomes presentes no catálogo

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A plataforma da Globoplay ainda precisa melhorar muito. O sistema de busca não é preciso — às vezes você procura por um nome de diretor no computador e encontra, mas não acha na TV, por exemplo –, os filmes deixados pela metade às vezes aparecem no “continue assistindo”, ora não. Ou filme que você já terminou de ver continuam marcados como se tivessem sido vistos pela metade…

Mas é preciso reconhecer que o catálogo fica a cada dia melhor e mais diversificado, inclusive com boas produções próprias — contrariando quem achava que a Globoplay ia se resumir a produções da Globo. Também não se limita a filmes comerciais. Se você souber procurar — e conseguir achar — poderá assistir a títulos de diretores do circuito alternativo, como os 10 desta lista:

Lawrence Anyways (2012), de Xavier Dolan (foto lá de cima)
Em 2009, com apenas 20 anos, o canadense Xavier Dolan conquistou a crítica com Eu Matei Minha Mãe, seu filme de estreia. Lawrence Anyways é seu terceiro trabalho e, portanto, ainda guarda o frescor do jovem e iconoclasta diretor. No seu aniversário de 30 anos, homem revela à namorada que quer mudar de sexo. Juntos, eles tentam lidar com a situação.

Uma Nova Amiga (2015), de François Ozon
Digamos que o francês François Ozon é um Xavier Dolan mais maduro. Há um gosto comum por sair da caixinha e tratar do comportamento humano a partir de temas e situações incômodos. Uma Nova Amiga, aliás, tem muito a ver com Lawrence Anyways. É sobre um jovem viúvo que começa a se envolver com uma amiga de sua mulher morta, mas logo ela descobre que ele gosta de se vestir de mulher. Na Globoplay tem outro filme de Ozon: Potiche – Esposa Troféu (2010).

Nossa Irmã Mais Nova (2015), de Hirozaku Koreeda
Desde 2001, o japonês Hirozaku Koreeda é presença constante no Festival de Cannes, de onde já saiu com duas Palmas de Ouro e um Prêmio do Júri. Nossa Irmã Mais Nova também concorreu no festival francês. O filme é um misto de comédia e drama sobre três irmãs que, no velório do pai,  conhecem uma meia-irmã de 14 anos, com quem terão que conviver.

Eu & Você (2013), de Bernardo Bertolucci
Bernardo Bertolucci dispensa apresentações. Eu & Você foi o último filme do cineasta italiano, morto em 2018. Aos 72 anos, ele conseguiu fazer um filme extremamente sensível sobre o desconforto da adolescência. Garoto de 14 anos mente para os pais que vai a uma excursão da escola, para passar uma semana sozinho no porão. Mas a presença inesperada de uma meia irmã com quem ele não tem muito convívio atrapalha o plano.

Zama (2018), de Lucrécia Martel
Em seu filme mais recente, a cineasta argentina Lucrécia Martel, de O Pântano (2001) e A Menina Santa (2004), faz incursão pelo drama histórico, a partir de romance do conterrâneo Antonio di Benedetto (1922-1986). No centro da história está Don Diego de Zama, oficial da Coroa Espanhola que vive em Assunção no século 18. De espírito aventureiro, ele embarca com um grupo de soldados na caça a um bandido enquanto espera se transferir para Buenos Aires.

O Pássaro Branco da Nevasca (2015), de Gregg Araki
Figura de destaque no chamado New Queer Cinema, movimento cinematográfico dos anos 1990, voltado ao cinema de temática LGBTQ+, o americano Gregg Araki trilha caminho mais convencional neste drama — o último que fez antes de enveredar pela direção de séries, como 13 Reasons Why. Katrina (Shailene Woodley, de Os Descendentes) abandona a família e sua filha passa a ter sonhos perturbadores, que a levam a descobrir uma terrível verdade terrível sobre o sumiço da mãe.

O Garoto da Bicicleta (2011), de Jean-Pierre e Luc Dardenne
Desde 1999, com Roseta, os irmãos Dardenne, belgas, colecionam prêmios em Cannes. O Garoto da Bicicleta, por exemplo, levou o Grande Prêmio do Júri em 2011. O filme foca na relação entre uma dona de salão de beleza e um garoto de 11 anos que vive num orfanato. Ela permite que ele passe os fins de semana com ela, mas seus esforços se esvaem mediante a raiva que do menino pelo pai que o abandonou.

O Médico Alemão (2013), de Lucía Puenzo
Mesma diretora do ótimo XXY (disponível na Netflix), a argentina Lucía Puenzo reafirma sua segurança na direção ao conduzir este drama sobre família do interior argentino que convive com o médico nazista Joseph Mengele, sem saber sua identidade. O contraste entre o ambiente paradisíaco da região ao pé da Cordilheira dos Andes e a ameaça que vem dos gestos gentis do estrangeiro prendem a atenção do início à última cena.

Más Notícias para o Sr. Mars (2015), de Dominik Moll
Francês (embora nascido na Alemanha), Dominik Moll ganhou notoriedade desde seu primeiro filme, Harry Chegou para Ajudar (2000), que lhe rendeu indicações em Cannes e a melhor filme estrangeiro no BAFTA (o Oscar britânico). Na comédia Más Notícias para o Sr. Mars, o protagonista se esforça para agradar todos, em casa e no trabalho, mas as atitudes insensatas de todos ao redor fazem com que ele se sinta cada vez mais fora do controle.

O Passado (2013), de Asghar Farhadi
O iraniano Asghar Farhadi tem no currículo sucessos de crítica como A Separação (2012) e o mais recente Todos Já Sabem (com Penélope Cruz, Javier Bardem e Ricardo Darín, disponível na Amazon Prime). O Passado concorreu em Cannes, não levou a Palma de Ouro mas Farhadi ficou com o Prêmio Ecumênico do Júri. O drama se desenrola a partir do fim do casamento entre uma francesa e um iraniano, que abandona a família em Paris para voltar ao país de origem.

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