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A Livraria, drama de Isabel Coixet, chega à Netflix

Diretora espanhola tem dois outros filmes na Netflix, Ninguém Deseja a Noite e Assumindo a Direção

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A Livraria, filme mais novo de Isabel Coixet, estreou em março nos cinemas e agora chega ao streaming via Netflix. Boa notícia para quem não teve chance de ver o longa na telona. A espanhola Isabel Coixet foi quem dirigiu os dramas elogiados Minha Vida Sem Mim (2003) e A Vida Secreta das Palavras (2004).

SaraivaNa Netflix tem dois filmes mais recentes dela, Ninguém Deseja a Noite (2015) e Assumindo a Direção (2014). A Livraria, portanto, completa uma trinca para ser colocada em “minha lista”, ainda que o filme mais recente não seja nem de longe um dos melhores da diretora.

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A Livraria é uma adaptação de romance homônimo da escritora inglesa Penelope Fitzgerald (1916–2000), ambientado nos anos 1950. Numa pequena cidade litorânea inglesa, uma mulher recém-chegada decide abrir uma livraria. Mas a comunidade local, muito conservadora, não apoia a ideia.

A mulher, Florence Green (Emily Mortimer, de O Retorno de Mary Poppins), tem portanto que brigar para levar seu plano adiante, já que se instala uma verdadeira campanha contra o projeto. O amor aos livros e as idiossincrasias humanas conduzem a história.

A Livraria levou um tanto de prêmios na Espanha, incluindo os de de melhor filme e melhor diretor no Goya e no Prêmio do Círculo de Críticos da Espanha. Contudo, é uma coprodução Espanha, Reino Unido e Alemanha, com cenas rodadas na Irlanda e em Barcelona, e falada em inglês.

 

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GP do Cinema Brasileiro: onde assistir aos principais vencedores

Ganhadores das categorias mais importantes e maioria dos indicados estão disponíveis para aluguel no Now

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Foram anunciados nesta quarta-feira (14/8), em cerimônia no Teatro Municipal de São Paulo, os vencedores do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2019. Foi a 18ª edição da premiação promovida pela Academia Brasileira de Cinema. Benzinho, de Gustavo Pizzi, e O Grande Circo Místico, de Cacá Diegues, levaram a maioria dos prêmios principais.

Todos os vencedores das categorias mais importantes, assim como a maioria dos indicados (que podem ser conferidos no site oficial da Academia Brasileira de Cinema), estão disponíveis para aluguel no Now.  Todas as Razões para Esquecer (indicado a melhor longa de comédia) e Paraíso Perdido (vencedor de melhor trilha sonora) estão disponíveis na Netflix. E outros quatro podem ser vistos no Looke.

Confira os vencedores nas principais categorias e onde assisti-los:

Benzinho — No Now/Canal Brasil (aluguel R$ 6,90) e no Looke (aluguel R$ 4,99)
Melhor longa-metragem de ficção (júri)
Melhor direção (Gustavo Pizzi)
Melhor atriz (Karine Telles)
Melhor atriz coadjuvante (Adriana Esteves)
Melhor roteiro original (Karine Telles e Gustavo Pizzi)
Melhor montagem (Livia Serpa)

O Grande Circo Místico — No Now/Canal Brasil (aluguel R$ 6,90) e no Looke (aluguel R$ 4,99)
Melhor longa-metragem de ficção (júri popular)
Melhor roteiro adaptado (Cacá Diegues e George Moura)
Melhor efeito visual (Marcelo Siqueira e Thierry Delobel)

Minha Vida em Marte — No Now/Telecine (apenas para quem tem Telecine no pacote)
Melhor longa-metragem de comédia

Chacrinha: O Velho Guerreiro — No Now/Telecine (apenas para quem tem Telecine no pacote)
Melhor ator (Stepan Nercessian)

O Nome da Morte — No Now/Canal Brasil (aluguel R$ 6,90) e no Looke (aluguel R$ 4,99)
Melhor ator coadjuvante (Matheus Nachtergaele)

My Name is Now — No Now/Canal Brasil (aluguel R$ 6,90) e no Looke (aluguel R$ 9,99)
Melhor trilha sonora original (Elza Soares e Alexandre Martins)

Paraíso Perdido — No Now (aluguel R$ 6,90) e na Netflix
Melhor trilha sonora (Zeca Baleiro)

Todas as Razões para Esquecer — No Now/Canal Brasil (aluguel R$ 6,90) e na Netflix
Indicado a melhor longa-metragem de comédia

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O Beijo no Asfalto (1980) entra no catálogo do Prime

Filme de Bruno Barreto, com Tarcísio Meira, é uma eficiente adaptação da peça de Nélson Rodrigues

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Um bom exemplar do cinema nacional dos anos 1980 acaba de entrar no catálogo do Prime Vídeo. Trata-se de O Beijo no Asfalto, a versão de Bruno Barreto para a peça de Nélson Rodrigues, lançada nos cinemas em 1981, com Tarcísio Meira, Ney Latorraca, Lídia Brondi e Christiane Torloni  no elenco.

Numa época em que a obra de Nélson ganhava versões duvidosas no cinema, feitas em série por Braz Chediak — ele dirigiu Álbum de Família (1981), Bonitinha, mas Ordinária (1981) e Perdoa-me Por Me Traíres (1980) –, o filme de Bruno Barreto sobressaiu, com boas interpretações e um eficiente roteiro de Doc Comparato.

A história começa quando um homem é atropelado e, prestes a morrer, pede a um transeunte, que lhe dê um beijo na boca. O transeunte, Arandir (Ney Latorraca), atende ao último desejo do moribundo. A cena é assistida por Aprígio (Tarcísio Meira), pai da mulher de Arandir, Selminha (Cristiane Torloni), que passa a desconfiar do genro.

E é testemunhada também pelo repórter policial Amado Pinheiro (Daniel Filho), que transforma o fato em notícia na imprensa sensacionalista. Arandir começa, então, a ser alvo do preconceito dos colegas de trabalho e de vizinhos. Ao mesmo tempo, a polícia começa a investigá-lo, supondo que o acidente tenha sido um assassinato em decorrência de envolvimento dele com o morto.

Escrita por Nelson Rodrigues em 1960, a peça teatral O Beijo no Asfalto teve outra adaptação dirigida por Murilo Benício, em 2018, com Lázaro Ramos no papel de Arandir. E recentemente a atriz Viola Davis anunciou um projeto de levar a peça para o teatro e para o cinema nos Estados Unidos.

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Animais Noturnos, de Tom Ford, chega à Netflix

Amy Adams e Jake Gyllenhaal protagonizam o segundo longa do diretor de Direito de Amar

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Animais Noturnos é uma das boas novidades no catálogo da Netflix. Trata-se do segundo longa de Tom Ford, o estilista que estreou com o dramático Direito de Amar (2009). Animais Noturnos foi lançado sete anos depois, em 2016, e revela um Ford mais solto na direção, trabalhando novamente sobre uma adaptação literária.

Direito de Amar transpôs para a tela um romance de Christopher Isherwood, Animais Noturnos é baseado em Tony e Susan, de Austin Wright. A história tem o compasso de um thriller envolvente, beirando o terror. O resultado rendeu elogios, indicações e prêmios, mas pode desagradar muita gente pela narrativa tortuosa.

Na verdade, trata-se de um filme dentro do filme, contando duas histórias entre as quais o diretor cria inventivas transições. Susan (Amy Adams, de Objetos Cortantes, na HBO) é uma bem-sucedida dona de galeria de arte. O casamento, poe outro lado, não anda bem. Ela vê seu marido Walker (Armie Hammer, e O Nascimento de uma Nação) cada vez mais distante.

É quando ela recebe a prova do novo romance, dedicado a ela, de seu primeiro marido, o inseguro Edward (Jack Gyllenhaal) — obra, inclusive, dedicada a ela. Enquanto lê, Susan descobre verdades dolorosas sobre o o ex e sobre próprio passado. Verdades que explicam sua tristeza e seu insucesso no amor.

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