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Filmes

8 filmes de Martin Scorsese para assistir na Netflix

Uma mostra significativa da obra do cineasta, que aos 75 anos atua intensamente como produtor e diretor

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Foto: Columbia Pictures/Divulgação

Martin Scorsese fez 75 anos em 2018, mas tudo indica que não vai sair de cartaz tão cedo. Pra começar, mantém uma intensa atividade como produtor executivo — um de seus próximos trabalhos nessa função é o segundo longa de Bradley Cooper como diretor, Bernstein.

Em segundo lugar, acabou de dirigir The Irishman, está com Killers of the Flower Moon em pré-produção e tem mais dois projetos anunciados como diretor, Roosevelt, com Leonardo DiCaprio, e outro ainda sem título, em parceria com Sharon Stone.

Bom, mas enquanto tudo isso não chega, que tal dar um passeio pela obra do cineasta que está a nosso alcance na Netflix? Oito obras, feitas em diferentes épocas (1973 a 2013), comprovam a versatilidade do cineasta — que aproxima-se dos 60 anos de carreira, se considerarmos que seu primeiro curta, Vesuvius VI, foi realizado em 1959.

Caminhos Perigosos — disponível como Mean Streets — Os Cavaleiros do Asfalto (1973)
Primeira parceria do diretor com o ator Robert De Niro. É também uma incursão pelo universo da máfia, ao qual voltou em Casino e Os Bons Companheiros, entre outros filmes.

Cabo do Medo (1991)
O remake de Scorsese para o filme realizado em 1962 por J. Lee Thompson é tão bom quanto o original. Ele, inclusive, aproveita no elenco os atores Gregory Peck, Robert Mitchum e Martin Balsam, todos da primeira versão. Mas aqui quem brilha é Robert De Niro no papel de um psicopata libertado da prisão que resolve se vingar de seu advogado de defes (Nick Nolte). Suspense de primeira.

A Época da Inocência (1993)
Este filme, baseado em livro de Edith Wharton. pode ser considerado atípico na filmografia de Martinn Scorsese. É um drama romântico ambientado na Nova York de 1870. Ali os personagens de Michelle Pfeiffer, Winona Ryder e Daniel Day-Lewis mantêm um triângulo amoroso em meio às convenções da aristocracia burguesa. Winona ganhou o Oscar de atriz coadjuvante pelo filme.

Casino (1995)
Scorsese explora com maestria a tensão provocada pela relação entre um dono de cassino envolvido com mafiosos e com uma ex-prostituta. Com Robert De Niro e Sharon Stone.

Ilha do Medo (2010)
Outra parceria de Scorsese com Di Caprio, que interpreta um inspetor encarregado de uma investigação numa penitenciária psiquiátrica. É o ponto de partida para um eletrizante suspense. Também disponível no Prime Vídeo.

George Harrison: Living in the Material World (2011)
Uma das muitas experiências de Martin Scorcese com o documentário — fez mais de 10 ao longo da carreira. Uma homenagem descontraída ao ex-Beatle que rendeu ao realizador um Emmy de melhor direção.

O Lobo de Wall Street (2013)
Scorcese ganhou uma indicação a melhor filme por esse drama que reconstitui as memórias de Jordan Belfort, um corretor de Wall Street que abusou das facilidades proporcionadas pelo dinheiro. Com Di Caprio.

A Invenção de Hugo Cabret (2011)
Um espetacular trabalho feito para o cinema em 3D, mas que tem qualidades suficientes para não perder o encanto na tela pequena. Uma fábula que é também uma apaixonada homenagem ao cinema. Também disponível no Prime Vídeo.

 

Filmes

Michael Haneke ganha retrospectiva no Mubi

Plataforma exibe oito filmes do diretor austríaco, incluindo Violência Gratuita (foto) e A Fita Branca

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Foto: Divulgação

O Mubi programou para este mês uma mostra de filmes do diretor austríaco Michael Haneke, incluindo sua obra de estreia O Sétimo Continente (1989), que narra a história real de uma família austríaca de classe média que cometeu suicídio. Quem tiver interesse, bom correr porque esse só fica disponível por mais cinco dias.

A seleção Foco em Michael Haneke reúne, além de O Sétimo ContinenteO Vídeo de Benny (1992), 71 Fragmentos de uma Cronologia do Acaso (1994), O Castelo (1997), Violência Gratuita (1997) — obra o perturbadora, que o tornou mais conhecido pelas banda de cá –, O Tempo do Lobo (2003), Caché (2005) e A Fita Branca (2009).

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Filmes

O Declínio do Império Americano está no Prime Vídeo

Clássico do cinema canadense, filme de Dennys Arcand teve continuação em As Invasões Bárbaras

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O Declínio do Império Americano, de Dennys Arcand, entrou no catálogo do Prime Vídeo. Um fato a ser comemorado por quem gosta de rever grandes obras no streaming. Lançado em 1986, O Declínio… faz uma profunda reflexão sobre a época a partir das conversas de um grupo de amigos sobre seus desejos íntimos, intelectualidade, moral, liberdade sexual, entre outros assuntos.

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Dennys Arcand, que depois dirigiu filmes igualmente interessantes, como Amor e Restos Humanos (1993) e Jésus de Montréal (1989 ), retomou os personagens de O Declínio do Império Americano em 2003, no filme As Invasões Bárbaras, que se tornou um retrato de uma época tão instigante quanto o filme que o inspirou.

 

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Filmes

Raridade no Prime: Os Moedeiros Falsos, de Benoît Jacquot

Feito para a TV em 2010, filme é uma bela adaptação do livro homônimo, clássico do escritor André Gide

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No catálogo do Prime Vídeo, uma raridade do cinema francês: Os Moedeiros Falsos, de Benoît Jacquot. Trata-se de uma produção para TV realizada em 2010 pelo diretor veterano — de filmes como O Diário de Uma Camareira (2015) e Adeus, Minha Rainha (2012). Torna ainda mais especial o fato de ser uma adaptação do livro clássico de André Gide (1869-1951), lançado em 1925.

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A ação se passa na Paris dos anos 1920. Numa sinopse bem superficial, é a história do adolescente Bernard (Jules-Angelo Bigarnet) descobre que é fruto de um caso extraconjugal da sua mãe e deixa a família para morar com o amigo Olivier (Maxime Berger). A nova vida o fará descobrir novos afetos, a depressão e a homossexualidade, ao mesmo tempo em que ajuda o tio Edouard (Melvil Poupaud).

Os Moedeiros Falsos, o livro,  tem um enredo emaranhado, sobrepondo a vida real e o processo de criação de um romance, o que desafiaria qualquer cineasta.  Mas Jacquot se sai bem e fez um filme que a crítica do jornal francês Le Figaro, classificou como “bonito, singular e sério”. O que de fato é. Foi feito para a TV, mas cairia muito bem na tela grande.

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