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7 comédias francesas para assistir na Netflix

Filmes tratam com humor de temas como preconceito racial e compulsão sexual

Planeta Flix

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Foto: Netflix/Divulgação

Por muito tempo, o cinema francês manteve entre os brasileiros uma aura cult. Era coisa para cinéfilos, iniciados, intelectuais. Se alguém mantém essa ideia, está desatualizado. Os franceses nunca fizeram tantos filmes comerciais como agora.

E bons. De fácil comunicação com o público, mas sem perder o senso crítico nem a preocupação em tratar de assuntos sérios, mesmo com humor. A exemplo do preconceito racial em Bem-Vindo a Marly-Goumont e em He Even Has Your Eyes.

Os dois estão nesta seleção, feita pelo Planeta Flix, de boas comédias produzidas na França e que podem ser vistas na Netflix:

Esperando Acordada (2015)
Atrapalhada animadora de festas infantis provoca, sem querer, a queda de um homem que trabalha numa obra. Ele fica em coma. Sentindo-se culpada, ela resolve administrar a vida do cara até ele retomar a consciência. Isabelle Carré está ótima no papel de uma mocinha looser por vocação, neste filme da diretora estreante Marie Belhomme.

Bem-Vindo a Marly-Goumont (2016)
Nos anos 1970, um congolês se forma em medicina em Paris e aceita ir trabalhar numa pequena cidade do interior da França, levando sua estilosa família. O problema é que a população local nunca tinha visto um negro antes e resiste à presença do novo médico. O segundo filme do diretor Julien Rambaldi provoca risadas sem perder o teor crítico.

Sexo, Amor e Terapia (2014)
Imagine o que pode acontecer quando uma ninfomaníaca e um viciado em sexo (que está tentando se curar do problema) se conhecem. Ela quer partir pro vamo-ver, ele quer construir um relacionamento que não seja baseado somente em sexo. Os relacionamentos modernos numa visão inusitada da diretora Tonie Marshall.

Marguerite (2015)
Esta é, na verdade, uma tragicomédia. Rende risos e lágrimas. Na Paris dos anos 1920, a milionária Marguerite Dumont é apaixonada por óperas e teima em cantar para o marido e amigos, que alimentam sua fantasia de ser cantora. Mas quando ela resolve encarar uma plateia, a coisa complica. Catherine Frot (Os Sabores do Palácio) está fantástica no papel da protagonista.

Até o Fundo (2016)
Um road movie em alta velocidade. Cirurgião plástico compra carro novo ultra-tecnológico e resolve inaugurá-lo saindo de férias com a família. Só que perde o controle do automóvel e quando vê pai, mãe, filhos, um sogro chato e uma convidada de última hora rumam a 180 km por hora, em direção a um grande engarrafamento. Hilário!

Il a Déjà Tes Yeux (2017) — disponível na Netflix como He Even Has Your Eyes
O preconceito racial ganha abordagem original nesta comédia sobre casal de franceses afrodescendentes que buscam um bebê para adoção. Quando finalmente são chamados pelo serviço social, recebem um bebê branco. Mas uma assistente social discorda da decisão e inferniza a vida dos novos pais. É o quarto filme do diretor Lucien Jean-Baptiste.

Un Plus Une (2015)
O veterano Claude Lelouch (Um Homem, Uma Mulher) dirige esta comédia romãntica sobre compositor francês que vai á Índia para criar a trilha de uma versão de Romeu e Julieta em Bollywood. Lá, conhece a mulher do embaixador francês, apaixona-se por ela e é correspondido. Com Jean Dujardin (O Lobo de Wall Street) e Elsa Zylberstein (Gemma Bovery – A Vida Imita a Arte).

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10 filmes dos 90 que valem ser revistos no Prime Vídeo

A maioria deles completa 20 anos, mas nenhum perdeu a atualidade ou a capacidade de mexer com nossas emoções

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Rever um filme, às vezes, é como ver um filme novo. Sempre encontramos detalhes que não tínhamos notado. A emoção se renova, quanto mais tempo tiver desde a última vez que o assistimos. Por isso, por mais que novos títulos surjam todo dia, é difícil resistir à tentação de ver de novo aqueles que ficaram na memória. Como os da lista abaixo.

Foram todos lançados no finalzinho da década de 1990 e estão disponíveis no Amazon Prime Vídeo. São filmes que fizeram sucesso, levaram prêmios e, mesmo que tenham provocado opiniões divergentes, tornaram-se referência para o cinema feito na época.

O Show de Truman (1998)
Um vendedor (Jim Carrey) que leva uma vida perfeita descobre um dia que é tudo fake. Ele nasceu e cresceu dentro de um reality show. O diretor Peter Weir antevê toda essa loucura de hoje em dia, em que os limites de ficção e realidade já não são tão claros. Indicado a três Oscar (ator, diretor e roteiro original).

Garota, Interrompida (1999)
Winona Ryder brilha, mas Angelina Jolie é a grande revelação deste drama baseado na experiência real da escritora Susanna Kaysen que, nos anos 1960, passou 18 meses em um hospital psiquiátrico. Angelina, inclusive, levou o Oscar de atriz coadjuvante. Quem dirige é James Mangold (Wolverine: Imortal).

Donnie Brasco (1997)
Johnny Depp era só um jovem e carismático ator quando contracenou com Al Pacino neste filmaço de ação, dirigido por Mike Newell (A Sociedade Literária e a Torta de Casca de Batata, que está na Netflix). Depp é um infiltrado numa gangue de mafiosos que cai nas graças de um criminoso veterano (Al Pacino).

Beleza Americana (1999)
Sam Mendes (007 Contra Spectre) faz uma das mais contundentes críticas ao american way of life neste drama centrado na figura de um pai de família classe média sexualmente frustrado. Kevin Spacey e Annette Bening arrasam. Os dois foram indicados ao Oscar, mas só ele levou. Beleza Americana ganhou também filme, diretor e roteiro.

Assassinos por Natureza (1994)
A idolatria ao mal está em evidência, mas não é novidade. Para expor essa perversão social, Oliver Stone fez um filme não recomendado para quem tem nervos fracos. Woody Harrelson e Juliette Lewis interpretam um casal de serial killers que despertam a paixão da opinião pública. Levou o Prêmio Especial do Júri e o Leão de Ouro em Veneza.

Melhor é Impossível (1997)
O encontro entre uma garçonete mãe solteira, um artista gay e um escritor esquisitíssimo rende um dos melhores filmes de James L. Brooks  (Espanglês). Muito se deve às atuações de Jack Nicholson, Helen Hunt, Greg Kinnear, todos premiados no Oscar (ator, atriz e ator coadjuvante). Levou também a estatueta de melhor filme.

Tudo Sobre Minha Mãe (1999)
Considerado por muitos o ápice da carreira do diretor espanhol Pedro Almodóvar. Cecilia Roth interpreta uma mulher que perde o filho adolescente, atropelado, e resolve ir a Barcelona dar a notícia ao pai do garoto. Daí seu destino se cruza com o de outras fantásticas personagens. Marisa Paredes e Penélope Cruz também estão no elenco.

O Grande Lebowski (1998)
Os irmãos Joel e Ethan Coen dirigem uma espécie de dream team: John Goodman, Julianne More, Steve Buscemi, Philip Seymour Hoffman, John Turturro e Jeff Bridges, que é quem mais brilha, interpretando Jeffrey Lebowski, um sujeito que vive de não fazer nada, na companhia de amigos esquisitos como ele. Até o dia em que seu apartamento é invadido… Urso de Ouro no Festival de Berlim.

Clube da Luta (1999)
Após fazer nome como diretor de videoclipes, David Fincher ganhou de vez um lugar entre os grandes diretores de Hollywood com esta adaptação do romance homônimo de  Chuck Palahniuk, sobre jovem executivo (Edward Norton) que sofre de insônia. Em grupos de auto-ajuda, conhece pessoas que o levam a um mundo cada vez mais estranho.

Fogo Contra Fogo (1995)
Michael Mann (Inimigos Públicos) juntou Al Pacino e Robert De Niro e o colocou em lados opostos (a polícia e o crime) num filme de ação que, se não se tornou antológico, vale ser visto pelo confronto de atuação de dois grandes astros. Pelas beiradas, Val Kilmer dá o seu show — e concorreu ao Oscar de ator coadjuvante, a única indicação do filme.

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Netflix estreia o premiado Girl, história de uma bailarina trans

Produção belga levou quatro prêmios no Festival de Cannes e foi finalista ao Globo de Ouro de filme estrangeiro

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Girl, filme belga que estreia na Netflix, traz um tema que nunca deixa de ser polêmico, o transexualismo. Inspirado em uma história real, o longa de estreia do diretor Lukas Dhont conta o drama de Lara, de 15 anos, uma adolescente aspirante a bailarina que, na verdade, nasceu menino e está em plena mudança de gênero.

O processo é doloroso, ainda mais para alguém de personalidade introspectiva como Victor (nome de batismo da personagem). Dhont narra essa transição com distanciamento, mas nunca com frieza, e o tom acertado dado à narrativa é uma das principais qualidades de Girl.

Malwee MalhasO ator também estreante Victor Polster interpreta Lara e impressiona tanto pela atuação quanto pela feminilidade natural, que dispensa maiores acessórios de caracterização. Polster é bailarino de fato. Foi descoberto pelo diretor na escola de dança que frequenta.

Mas não é só por isso que Girl merece atenção. O filme chega ao Brasil direto na Netflix depois de uma bem-sucedida carreira em festivais. A começar pelo de Cannes, onde participou na mostra Um Certo Olhar, de onde saiu com quatro prêmios.

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Girl levou o prêmio principal (Fipresci, dado ao melhor filme da mostra), além dos de melhor diretor (Câmara de Ouro), melhor ator e a Palma Queer (prêmio independente atribuído ao melhor filme LGBT do festival francês).  Também foi um dos finalistas ao Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro, disputou no Goya, o Oscar espanhol, e levou prêmios nos festivais de San Sebastian, Estocolmo e Zurique.

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Brie Larson, a Capitã Marvel, em cinco filmes no streaming

Netflix, Prime Vídeo e Looke têm filmes com a atriz, em ascensão desde que levou o Oscar por O Quarto de Jack

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Desde 2016, Brie Larson está em evidência. Naquele ano foi premiada com o Oscar, o Globo de Ouro e o BAFTA — entre outros vários prêmios de melhor atriz — por sua atuação em O Quarto de Jack. Agora, o motivo é a exibição nos cinemas de Capitã Marvel, em que ela aparece como Carol Danvers, ou seja, a própria heroína do título.

Apesar do status de estrela de primeira grandeza adquirido nos últimos anos, Brie Larson vem batalhando desde 1998, quando começou fazendo participações em séries de pouca repercussão por aqui. Daí foram muitos curtas-metragens e filmes para tevê, até finalmente ser notada.

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Mesmo assim, a atriz já tem uma filmografia a ser considerada. E alguns dos filmes em que ela aparece estão disponíveis em plataformas como Netflix, Prime Vídeo e Looke. Confira aqui onde assistir a cinco desses filmes em streaming.

O Castelo de Vidro (2017)
Neste drama, baseado em best-seller de Jeannette Walls, Brie interpreta jovem de família pobre, nômade e um tanto desequilibrada. Destin Daniel Cretton dirige. Com Naomi Watts e Woody Harrelson. Disponível no Prime Vídeo.

O Quarto de Jack (2015)
O filme que deu o Oscar de melhor atriz a Brie Larson. Drama pesado sobre mulher que viveu confinada em um quarto, sendo estuprada frequentemente. Ela fica grávida e quando o filho faz cinco anos resolve fugir. Disponível na Netflix.

O Apostador (2014)
A atriz está acompanhada por Mark Wahlberg, Jessica Lange e John Goodman neste thriller sobre professor de literatura viciado em apostas, que começa a correr risco quando se envolve com gângsteres. Disponível na Netflix.

Os Segredos de Tanner Hall (2009)
A história três estudantes de um internato na Nova Inglaterra que enfrentam dificuldades com o início da vida adulta e a chegada de uma nova colega. Brie vive uma delas, as outras são interpretadas por Rooney Mara e Amy Ferguson. Disponível na Netflix e no Prime.

De Pernas Pro Ar (2009)
Nesta comédia, Brie Larson é uma das integrantes da família do personagem de Danny DeVito, um senhor que resolve tomar medidas drásticas para expulsar os filhos preguiçosos de casa e desfrutar de sua aposentadoria. Disponível no Looke.

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