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5 clássicos em preto e branco disponíveis na Netflix

Produzidos entre 1946 e 1962, estes filmes são obras-primas que nunca perdem a validade

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Foto: Reprodução

A Netflix dá muita visibilidade a suas produções “próprias” — assim entre aspas porque nem tudo é produzido pela própria Netflix, que às vezes compra de produtoras e põe o seu selo. Enquanto isso, esconde no catálogo pérolas como estes cinco filmes antigos em preto e branco.

Dois deles já fizeram 72 anos desde que foram lançados, e mesmo assim não perderam o encanto. Suas histórias mantêm-se atualizadas em ainda provocam reflexões sobre as idiossincrasias do ser humano. Portanto, fica a dica do Planeta Flix: saia da rotina das séries e “originais Netflix” e encare-os:

Natuebr

O Sol É para Todos (1962)
Preconceito racial. O tema nunca esteve tão em evidência. E no filme de Robert Mulligan, baseado em romance de Harper Lee, Gregory Peck interpreta um advogado extremamente íntegro que concorda em defender um homem negro acusado de estupro. Boa parte da cidade o critica, mas ele segue adiante em seu propósito de absolver o réu.

A Marca da Maldade (1958)
Orson Welles dirige e contracena com Charlton Heston neste suspense policial que é uma referência absoluta no gênero. Heston é chefe de polícia mexicano que entra em choque com um detetive americano corrupo, durante investigação de um crime, numa cidadezinha da fronteira entre México e Estados Unidos.

A Marca da Maldade, com Orson Welles na direção e no elenco (Foto: Reprodução)

Psicose (1960)
Se você assiste a série Bates Motel já deve ter tido curiosidade de assistir ao filme que lhe deu origem. Se não, deveria ver. Psicose é disciplina básica para qualquer um que aprecie o gênero suspense. Anthony Perkins cria um personagem antológico — o dono de um hotel de beira de estrada que, atormentado pela figura da mãe, se torna serial killer.

A Felicidade não se Compra (1946) — foto no alto da página
Para enternecer corações. O mais conhecido dos filmes do diretor Frank Capra é uma ode ao otimismo e à fé na humanidade. James Stewart faz um homem bom que é infernizado por um poderoso da região onde vive, a ponto de querer se suicidar, saltando da ponte. Mas tanta gente reza por ele que um anjo é mandado à Terra para salvá-lo.

O Estranho (1946)
De novo Orson Welles dirigindo e atuando em um filme policial e de suspense. Detetive da Comissão de Crimes de Guerra procura pelo nazista Franz Kindler, idealizador dos campos de extermínio. As pistas o levam até uma cidade universitária em Connecticut, onde mora um insuspeito casal formado pelos personagens de Welles e de Loretta Young.

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Michael Haneke ganha retrospectiva no Mubi

Plataforma exibe oito filmes do diretor austríaco, incluindo Violência Gratuita (foto) e A Fita Branca

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O Mubi programou para este mês uma mostra de filmes do diretor austríaco Michael Haneke, incluindo sua obra de estreia O Sétimo Continente (1989), que narra a história real de uma família austríaca de classe média que cometeu suicídio. Quem tiver interesse, bom correr porque esse só fica disponível por mais cinco dias.

A seleção Foco em Michael Haneke reúne, além de O Sétimo ContinenteO Vídeo de Benny (1992), 71 Fragmentos de uma Cronologia do Acaso (1994), O Castelo (1997), Violência Gratuita (1997) — obra o perturbadora, que o tornou mais conhecido pelas banda de cá –, O Tempo do Lobo (2003), Caché (2005) e A Fita Branca (2009).

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O Declínio do Império Americano está no Prime Vídeo

Clássico do cinema canadense, filme de Dennys Arcand teve continuação em As Invasões Bárbaras

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O Declínio do Império Americano, de Dennys Arcand, entrou no catálogo do Prime Vídeo. Um fato a ser comemorado por quem gosta de rever grandes obras no streaming. Lançado em 1986, O Declínio… faz uma profunda reflexão sobre a época a partir das conversas de um grupo de amigos sobre seus desejos íntimos, intelectualidade, moral, liberdade sexual, entre outros assuntos.

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Dennys Arcand, que depois dirigiu filmes igualmente interessantes, como Amor e Restos Humanos (1993) e Jésus de Montréal (1989 ), retomou os personagens de O Declínio do Império Americano em 2003, no filme As Invasões Bárbaras, que se tornou um retrato de uma época tão instigante quanto o filme que o inspirou.

 

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Raridade no Prime: Os Moedeiros Falsos, de Benoît Jacquot

Feito para a TV em 2010, filme é uma bela adaptação do livro homônimo, clássico do escritor André Gide

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No catálogo do Prime Vídeo, uma raridade do cinema francês: Os Moedeiros Falsos, de Benoît Jacquot. Trata-se de uma produção para TV realizada em 2010 pelo diretor veterano — de filmes como O Diário de Uma Camareira (2015) e Adeus, Minha Rainha (2012). Torna ainda mais especial o fato de ser uma adaptação do livro clássico de André Gide (1869-1951), lançado em 1925.

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A ação se passa na Paris dos anos 1920. Numa sinopse bem superficial, é a história do adolescente Bernard (Jules-Angelo Bigarnet) descobre que é fruto de um caso extraconjugal da sua mãe e deixa a família para morar com o amigo Olivier (Maxime Berger). A nova vida o fará descobrir novos afetos, a depressão e a homossexualidade, ao mesmo tempo em que ajuda o tio Edouard (Melvil Poupaud).

Os Moedeiros Falsos, o livro,  tem um enredo emaranhado, sobrepondo a vida real e o processo de criação de um romance, o que desafiaria qualquer cineasta.  Mas Jacquot se sai bem e fez um filme que a crítica do jornal francês Le Figaro, classificou como “bonito, singular e sério”. O que de fato é. Foi feito para a TV, mas cairia muito bem na tela grande.

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