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3 filmes com Taron Egerton na Netflix e no Prime

O Elton John do cinema tem apenas sete anos de carreira, mas uma filmografia já considerável

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A primeira coisa que quase todo mundo nota num filme biográfico é o quão o ator é convincente no papel da personalidade que ele representa. O ator galês Taron Egerton passa no teste. Sua interpretação em Rocketman, o filme sobre a vida de Elton John, é uma das qualidades do filme.

E nem precisou de dentes postiços, como aconteceu com Rami Malek em Bohemian Rhapsody, para ficar num filme muito próximo de Rocketman — afinal, Freddie Mercury foi um astro do pop-rock inglês, homossexual, atormentada por questões familiares, o peso do sucesso e as drogas, igualzinho Elton John.

Bom, mas se você viu Rocketman e ficou curioso para conhecer mais sobre o trabalho de Taron Egerton. Aqui vão três dicas de filmes com o ator disponíveis na Netflix (um) e no Amazon Prime Vídeo (dois). O ator tem apenas sete anos de carreira, mas já tem uma filmografia razoável. 

Lendas do Crime (2015)
Egerton faz um papel menor neste filme de Brian Helgeland, estrelado por Tom Hardy (Venom) no papel de irmãos gêmeos gângsteres, que aterrorizam a cidade Londres nos anos 1960. Disponível na Netflix.

Juventudes Roubadas (2015)
Neste drama de guerra ambientado durante a Primeira Guerra Mundial e baseado em livro de memórias de Vera Brittain, Taron Egerton faz par romântico com Alicia Vikander (Jason Bourne). Disponível no Amazon Prime Vídeo.

Robin Hood: A Origem (2018)
Taron Egerton interpreta Robin de Loxley, guerreiro calejado pelas Cruzadas que enfrenta a corrupta coroa inglesa com ajuda de seu comandante mouro, vivido por Jamie Foxx (Django Livre). O diretor é o mesmo de Lendas do Crime. Disponível no Amazon Prime Vídeo.

 

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GP do Cinema Brasileiro: onde assistir aos principais vencedores

Ganhadores das categorias mais importantes e maioria dos indicados estão disponíveis para aluguel no Now

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Foram anunciados nesta quarta-feira (14/8), em cerimônia no Teatro Municipal de São Paulo, os vencedores do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2019. Foi a 18ª edição da premiação promovida pela Academia Brasileira de Cinema. Benzinho, de Gustavo Pizzi, e O Grande Circo Místico, de Cacá Diegues, levaram a maioria dos prêmios principais.

Todos os vencedores das categorias mais importantes, assim como a maioria dos indicados (que podem ser conferidos no site oficial da Academia Brasileira de Cinema), estão disponíveis para aluguel no Now.  Todas as Razões para Esquecer (indicado a melhor longa de comédia) e Paraíso Perdido (vencedor de melhor trilha sonora) estão disponíveis na Netflix. E outros quatro podem ser vistos no Looke.

Confira os vencedores nas principais categorias e onde assisti-los:

Benzinho — No Now/Canal Brasil (aluguel R$ 6,90) e no Looke (aluguel R$ 4,99)
Melhor longa-metragem de ficção (júri)
Melhor direção (Gustavo Pizzi)
Melhor atriz (Karine Telles)
Melhor atriz coadjuvante (Adriana Esteves)
Melhor roteiro original (Karine Telles e Gustavo Pizzi)
Melhor montagem (Livia Serpa)

O Grande Circo Místico — No Now/Canal Brasil (aluguel R$ 6,90) e no Looke (aluguel R$ 4,99)
Melhor longa-metragem de ficção (júri popular)
Melhor roteiro adaptado (Cacá Diegues e George Moura)
Melhor efeito visual (Marcelo Siqueira e Thierry Delobel)

Minha Vida em Marte — No Now/Telecine (apenas para quem tem Telecine no pacote)
Melhor longa-metragem de comédia

Chacrinha: O Velho Guerreiro — No Now/Telecine (apenas para quem tem Telecine no pacote)
Melhor ator (Stepan Nercessian)

O Nome da Morte — No Now/Canal Brasil (aluguel R$ 6,90) e no Looke (aluguel R$ 4,99)
Melhor ator coadjuvante (Matheus Nachtergaele)

My Name is Now — No Now/Canal Brasil (aluguel R$ 6,90) e no Looke (aluguel R$ 9,99)
Melhor trilha sonora original (Elza Soares e Alexandre Martins)

Paraíso Perdido — No Now (aluguel R$ 6,90) e na Netflix
Melhor trilha sonora (Zeca Baleiro)

Todas as Razões para Esquecer — No Now/Canal Brasil (aluguel R$ 6,90) e na Netflix
Indicado a melhor longa-metragem de comédia

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O Beijo no Asfalto (1980) entra no catálogo do Prime

Filme de Bruno Barreto, com Tarcísio Meira, é uma eficiente adaptação da peça de Nélson Rodrigues

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Foto: Reprodução

Um bom exemplar do cinema nacional dos anos 1980 acaba de entrar no catálogo do Prime Vídeo. Trata-se de O Beijo no Asfalto, a versão de Bruno Barreto para a peça de Nélson Rodrigues, lançada nos cinemas em 1981, com Tarcísio Meira, Ney Latorraca, Lídia Brondi e Christiane Torloni  no elenco.

Numa época em que a obra de Nélson ganhava versões duvidosas no cinema, feitas em série por Braz Chediak — ele dirigiu Álbum de Família (1981), Bonitinha, mas Ordinária (1981) e Perdoa-me Por Me Traíres (1980) –, o filme de Bruno Barreto sobressaiu, com boas interpretações e um eficiente roteiro de Doc Comparato.

A história começa quando um homem é atropelado e, prestes a morrer, pede a um transeunte, que lhe dê um beijo na boca. O transeunte, Arandir (Ney Latorraca), atende ao último desejo do moribundo. A cena é assistida por Aprígio (Tarcísio Meira), pai da mulher de Arandir, Selminha (Cristiane Torloni), que passa a desconfiar do genro.

E é testemunhada também pelo repórter policial Amado Pinheiro (Daniel Filho), que transforma o fato em notícia na imprensa sensacionalista. Arandir começa, então, a ser alvo do preconceito dos colegas de trabalho e de vizinhos. Ao mesmo tempo, a polícia começa a investigá-lo, supondo que o acidente tenha sido um assassinato em decorrência de envolvimento dele com o morto.

Escrita por Nelson Rodrigues em 1960, a peça teatral O Beijo no Asfalto teve outra adaptação dirigida por Murilo Benício, em 2018, com Lázaro Ramos no papel de Arandir. E recentemente a atriz Viola Davis anunciou um projeto de levar a peça para o teatro e para o cinema nos Estados Unidos.

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Animais Noturnos, de Tom Ford, chega à Netflix

Amy Adams e Jake Gyllenhaal protagonizam o segundo longa do diretor de Direito de Amar

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Animais Noturnos é uma das boas novidades no catálogo da Netflix. Trata-se do segundo longa de Tom Ford, o estilista que estreou com o dramático Direito de Amar (2009). Animais Noturnos foi lançado sete anos depois, em 2016, e revela um Ford mais solto na direção, trabalhando novamente sobre uma adaptação literária.

Direito de Amar transpôs para a tela um romance de Christopher Isherwood, Animais Noturnos é baseado em Tony e Susan, de Austin Wright. A história tem o compasso de um thriller envolvente, beirando o terror. O resultado rendeu elogios, indicações e prêmios, mas pode desagradar muita gente pela narrativa tortuosa.

Na verdade, trata-se de um filme dentro do filme, contando duas histórias entre as quais o diretor cria inventivas transições. Susan (Amy Adams, de Objetos Cortantes, na HBO) é uma bem-sucedida dona de galeria de arte. O casamento, poe outro lado, não anda bem. Ela vê seu marido Walker (Armie Hammer, e O Nascimento de uma Nação) cada vez mais distante.

É quando ela recebe a prova do novo romance, dedicado a ela, de seu primeiro marido, o inseguro Edward (Jack Gyllenhaal) — obra, inclusive, dedicada a ela. Enquanto lê, Susan descobre verdades dolorosas sobre o o ex e sobre próprio passado. Verdades que explicam sua tristeza e seu insucesso no amor.

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