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Documentários

Netflix tem outros docs da diretora de Democracia em Vertigem

Com Elena e Olmo e a Gaivota, serviço de streaming completa trilogia de longas de Petra Costa

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Quem estranhou o tom pessoal usado por Petra Costa no documentário Democracia em Vertigem vai entender a razão dessa escolha da cineasta ao assistir Elena (2012) e Olmo e a Gaivota (2015). Os dois longas anteriores da diretora mineira estão disponíveis na Netflix e revelam um aspecto comum à obra de Petra: o documentário feito a partir de experiências pessoais, mesmo que a intenção seja tratar de um tema mais amplo.

Em Elena, Petra Costa conta a história de sua irmã, que viajou para Nova York com o sonho de se tornar atriz de cinema, deixando para trás a irmã, então com sete anos. Duas décadas depois, Petra vai a Nova York em busca de Elena. As pistas que a cineasta tem para chegar à irmã são filmes caseiros, recortes de jornais, um diário e cartas. A história toma rumos surpreendentes.

Olmo e a Gaivota acompanha a gravidez da atriz Olivia Corsini. Ou melhor, sobre o que se passa na mente de Olivia nesse período de nove meses, trazendo à tona reflexões sobre temas como maternidade e corpo feminino. Grávida, ela ensaia, com o Théâtre du Soleil, a pela A Gaivota, de Tchekhov, e acaba perdendo o papel por causa da barriga crescente. Petra faz um filme em que é difícil distinguir o que é real e que é representado.

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Festival #ditaduranuncamais é destaque no Libreflix

Oito documentários mostram diferentes aspectos da ditadura militar no Brasil. Acesso gratuito

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A ditadura militar no Brasil, que durou de 1964 a 1985, é abordada sob diferentes aspectos em oito documentários que a Libreflix destaca em seu catálogo sob o nome de Festival #ditaduranuncamais. Três deles são dirigidos pelo cineasta Silvio Tendler (Jango, Marighella e Advogados Contra a Ditadura).

A Libreflix se define como “uma plataforma de streaming aberta e colaborativa que reúne produções audiovisuais independentes, de livre exibição e que fazem pensar”. O catálogo tem curtas, médias e longas-metragens documentais e de ficção, que podem ser assistidos livremente.

Conheça os filmes do Festival #ditaduranuncamais:

Conservadorismo em Foco (Arthur Moura , 2018, 71min.)
Moura expõe o processo histórico de formação do conservadorismo na Europa e nos Estados a partir da década de 1930 e acompanha seus desdobramentos até os dias atuais no Brasil. Um filme sobre a ideologia burguesa e suas formas de dominação.

Cúmplices? (Thomas Aders , 2017, 45min.)
Produzido pela TV pública alemã, o documentário faz um levantamento histórico das atividades da Volkswagen do Brasil e suas relações com a ditadura militar brasileira.

Em Busca da Verdade (Deraldo Goulart , 2015, 112min.)
O documentário apresenta as principais investigações da Comissão Nacional e das Comissões Estaduais da Verdade sobre as graves violações de direitos humanos ocorridas na ditadura de 1964.

Filhos da Ditadura (Emanuelle Menezes, 2016, 30min.)
Emanuelle Menezes resgata, neste filme, a história de brasileiros que desde muito cedo vivenciaram os prejuízos e os traumas de viver em um ambiente antidemocrático, como o que reinou no país entre 1964 e 1985.

Jango (Silvio Tendler, 1984, 115min.)
O filme refaz a trajetória política de João Goulart, popularmente chamado de Jango, o 24° presidente brasileiro, deposto por um golpe militar nas primeiras horas de 1º de abril de 1964.

Marighella (Silvio Tendler, 2001, 55min.)
Deputado constituinte de 1946 e um dos principais dirigentes do Partido Comunista (cassado quando o partido foi posto na ilegalidade), Carlos Marighella foi um dos líderes da luta armada contra a ditadura militar brasileira. O personagem é retratado em filme ficcional dirigido por Wagner Moura, que teve estreia cancelada no Brasil no ano passado.

Os Advogados Contra a Ditadura (Silvio Tendler, 2014, 130min.)
Tendler mostra como, com a instauração da ditadura civil militar no Brasil, a atuação de advogados na defesa dos direitos e garantias dos cidadãos foi fundamental no confronto com a repressão, ameaças e todo tipo de restrições.

Verdade 12.528 (Paula Sacchetta , 2013, 54min.)
O documentário de Paula Sacchetta trata da importância da Comissão Nacional da Verdade, através de depoimentos de vítimas da repressão, ex-presos políticos e outras pessoas afetadas direta ou indiretamente pela ditadura civil e militar no nosso país.

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Documentários

Doc no Prime mostra como Amazônia está virando pasto

Sob a Pata do Boi é um filme obrigatório no momento em que a floresta é corroída pelo fogo

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Vale a pena dar um tempinho na ficção para assistir ao documentário Sob a Pata do Boi, disponível no Prime Vídeo (e também para aluguel no YouTube Filmes). Dirigido por Marcio Isensee e Sá, o filme foi lançado no ano passado, mas não poderia haver hora mais oportuna para vê-lo, afinal a destruição da floresta amazônica é um dos temas mais preocupantes do momento em nosso país e no mundo.

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Sob a Pata do Boi mostra, nas últimas quatro décadas, as árvores da Amazônia perderam a vez para o pasto. Nos anos 1970, a criação de gado na região era pequena e a floresta estava intacta. No entanto, de lá para cá, uma porção equivalente ao tamanho da França desapareceu, da qual 66% virou pastagem. A pecuária tomou conta da floresta, que abriga 85 milhões de cabeças de gado, três para cada habitante humano.

A Amazônia tem sido um tema recorrente na obra do diretor Marcio Isensee e Sá — cineasta com formação em Ciências Sociais. Ele dirigiu Andes Agua Amazônia (2012) e Um Rio em Disputa (2015) antes de Sob a Pata do Boi, com o qual percorreu festivais na Alemanha, Hungria, Eslováquia e França, onde recebeu uma menção honrosa no FReDD Festival, em Toulouse.

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Serial killer Ted Bundy é tema de série documental na Netflix

História real do filme Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal, com Zac Efron, é contada em quatro episódios

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Ted Bundy: A irresistível face do mal
Foto: Divulgação

No filme Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal, de Joe Berlinger, em cartaz nos cinemas, Zac Efron (foto acima) interpreta um serial killer que decide fazer a própria defesa no julgamento em que é acusado de matar pelo menos 30 mulheres, em sete estados dos Estados Unidos, durante os anos 1970. O longa é baseado em uma história real, contada também em série documental na Netflix, Conversando com um Serial Killer: Ted Bundy.

Com quatro episódios, a série, por sinal, é do mesmo diretor do longa. E foi realizada quase que ao mesmo tempo em que o filme era rodado. Nela, Berlinger parte de matérias dos jornalistas Stephen Michaud e Hugh Aynesworth, que trouxeram à tona o caso, e segue até o julgamento, em que Ted Bundy foi condenado à pena de morte por eletrocussão.

Para contar a história, utiliza depoimentos de advogados, detetives, jornalistas, de amigos de Bundy e do próprio assassino. Diferente do filme, em que usa como base o livro The Phantom Prince: My Life with Ted Bundy, de Elizabeth Kendall, ex-namorada so serial killer.

Ted Bundy na verdade se chamava Theodore Robert Cowell. Era charmoso e comunicativo, o que o fazia arranjar namoradas com uma grande facilidade. A mesma facilidade com que as matava. Estudante de direito, optou por conduzir ele mesmo seu julgamento de defesa, e por muito tempo conseguiu convencer a todos de sua inocência.

Mas quando as evidências de seus crimes vieram à tona, chocou os Estados Unidos pela perversidade e crueldade com que assassinava suas vítimas. Conseguiu escapar da prisão nas duas vezes em que foi preso, dando continuidade a sua série de crimes, que só foi interrompida após ser julgado e levado ao corredor da morte.

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