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Documentários

4 documentários sobre vinho para assistir na Netflix

Separe um bom vinho para tomar enquanto assiste, porque você vai sentir uma enorme vontade de beber

Planeta Flix

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A Netflix tem no catálogo quatro documentários altamente recomendados para interessados no assunto vinho. Eles proporcionam uma viagem por diferentes regiões produtoras e mostram as etapas do caminho entre a plantação da uva até a degustação do vinho nos ambientes refinados de restaurantes e eventos.

Uma sugestão: escolha um bom vinho para tomar enquanto assiste, porque você vai ficar com muuuita vontade. Vai ficar com vontade também de viajar. Em todos os filmes, há uma abundância de belíssimas paisagens formadas por extensas plantações de uvas, edificações antigas e cidades bucólicas.

Somm – Dentro da Garrafa (2015)
Ótima introdução ao assunto vinho. O diretor Jason Wise consegue condensar em 1 hora e 30 minutos diferentes aspectos da produção, especialmente na Europa: a tradição familiar na vinicultura, os efeitos da guerra, o modo de vida dos produtores, a preocupação a cada colheita, o que faz alguns vinhos serem tão caros…  Para isso, Wise entrevista produtores e sommeliers europeus, americanos e australianos e faz belíssimas imagens, de vinhedos a adegas subterrâneas.

Decanted (2016)
A região de Napa Valley, na Califórnia, Estados Unidos, só citada em Somm — Dentro da Garrafa, pode ser conhecida mais a fundo neste documentário, em que é tema principal. O filme mostra o cotidiano de pequenos vinicultores da área, o árduo trabalho para produzir os melhores vinhos, os famosos leilões em que produtores encontram a chance de fazer seus produtos chegarem ao mercado consumidor. Dirigido por Nick Kovacic, que no ano passado lançou Agave – Spirit of a Nation, sobre a bebida tradicional do México.

Um Ano em Champanhe (2015)
Da mesma forma que Decanted se detém em Napa Valley, este documentário trata de forma mais detalhada da região de Champanhe, na França. A importadora americana de vinhos franceses Martine Saunier serve de guia na jornada, visitando vinícolas, conversando com produtores e revelando o dia a dia de trabalho árduo, que inclui a concorrência com os grande “tubarões”, como a Moet & Chandon.  David Kennard, o diretor, realizou Um Ano em Borgonha (2013), que já esteve na Netflix mas saiu de catálogo, e Um Ano no Porto (2018), ainda inédito no Brasil.

Sour Grapes (2016)
“Uvas Azedas” (título do filme em português) foge do clima contemplativo dos documentários citados acima e trata da relação do vinho com o mercado financeiro, por meio de venda de ações e dos concorridos leilões de garrafas caríssimas. A falsificação de vinhos raros levou a um dos maiores golpes da história da vinicultura, envolvendo a casa de leilões americana Acker Merral & Condit e o indonésio Rudy Kumiawan — que ganhou fama nos Estados Unidos como profundo conhecedor de vinhos e usou-a para promover a venda de garrafas falsificadas.

Documentários

Festival #ditaduranuncamais é destaque no Libreflix

Oito documentários mostram diferentes aspectos da ditadura militar no Brasil. Acesso gratuito

Planeta Flix

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A ditadura militar no Brasil, que durou de 1964 a 1985, é abordada sob diferentes aspectos em oito documentários que a Libreflix destaca em seu catálogo sob o nome de Festival #ditaduranuncamais. Três deles são dirigidos pelo cineasta Silvio Tendler (Jango, Marighella e Advogados Contra a Ditadura).

A Libreflix se define como “uma plataforma de streaming aberta e colaborativa que reúne produções audiovisuais independentes, de livre exibição e que fazem pensar”. O catálogo tem curtas, médias e longas-metragens documentais e de ficção, que podem ser assistidos livremente.

Conheça os filmes do Festival #ditaduranuncamais:

Conservadorismo em Foco (Arthur Moura , 2018, 71min.)
Moura expõe o processo histórico de formação do conservadorismo na Europa e nos Estados a partir da década de 1930 e acompanha seus desdobramentos até os dias atuais no Brasil. Um filme sobre a ideologia burguesa e suas formas de dominação.

Cúmplices? (Thomas Aders , 2017, 45min.)
Produzido pela TV pública alemã, o documentário faz um levantamento histórico das atividades da Volkswagen do Brasil e suas relações com a ditadura militar brasileira.

Em Busca da Verdade (Deraldo Goulart , 2015, 112min.)
O documentário apresenta as principais investigações da Comissão Nacional e das Comissões Estaduais da Verdade sobre as graves violações de direitos humanos ocorridas na ditadura de 1964.

Filhos da Ditadura (Emanuelle Menezes, 2016, 30min.)
Emanuelle Menezes resgata, neste filme, a história de brasileiros que desde muito cedo vivenciaram os prejuízos e os traumas de viver em um ambiente antidemocrático, como o que reinou no país entre 1964 e 1985.

Jango (Silvio Tendler, 1984, 115min.)
O filme refaz a trajetória política de João Goulart, popularmente chamado de Jango, o 24° presidente brasileiro, deposto por um golpe militar nas primeiras horas de 1º de abril de 1964.

Marighella (Silvio Tendler, 2001, 55min.)
Deputado constituinte de 1946 e um dos principais dirigentes do Partido Comunista (cassado quando o partido foi posto na ilegalidade), Carlos Marighella foi um dos líderes da luta armada contra a ditadura militar brasileira. O personagem é retratado em filme ficcional dirigido por Wagner Moura, que teve estreia cancelada no Brasil no ano passado.

Os Advogados Contra a Ditadura (Silvio Tendler, 2014, 130min.)
Tendler mostra como, com a instauração da ditadura civil militar no Brasil, a atuação de advogados na defesa dos direitos e garantias dos cidadãos foi fundamental no confronto com a repressão, ameaças e todo tipo de restrições.

Verdade 12.528 (Paula Sacchetta , 2013, 54min.)
O documentário de Paula Sacchetta trata da importância da Comissão Nacional da Verdade, através de depoimentos de vítimas da repressão, ex-presos políticos e outras pessoas afetadas direta ou indiretamente pela ditadura civil e militar no nosso país.

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Documentários

Netflix tem outros docs da diretora de Democracia em Vertigem

Com Elena e Olmo e a Gaivota, serviço de streaming completa trilogia de longas de Petra Costa

Planeta Flix

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Quem estranhou o tom pessoal usado por Petra Costa no documentário Democracia em Vertigem vai entender a razão dessa escolha da cineasta ao assistir Elena (2012) e Olmo e a Gaivota (2015). Os dois longas anteriores da diretora mineira estão disponíveis na Netflix e revelam um aspecto comum à obra de Petra: o documentário feito a partir de experiências pessoais, mesmo que a intenção seja tratar de um tema mais amplo.

Em Elena, Petra Costa conta a história de sua irmã, que viajou para Nova York com o sonho de se tornar atriz de cinema, deixando para trás a irmã, então com sete anos. Duas décadas depois, Petra vai a Nova York em busca de Elena. As pistas que a cineasta tem para chegar à irmã são filmes caseiros, recortes de jornais, um diário e cartas. A história toma rumos surpreendentes.

Olmo e a Gaivota acompanha a gravidez da atriz Olivia Corsini. Ou melhor, sobre o que se passa na mente de Olivia nesse período de nove meses, trazendo à tona reflexões sobre temas como maternidade e corpo feminino. Grávida, ela ensaia, com o Théâtre du Soleil, a pela A Gaivota, de Tchekhov, e acaba perdendo o papel por causa da barriga crescente. Petra faz um filme em que é difícil distinguir o que é real e que é representado.

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Documentários

Doc no Prime mostra como Amazônia está virando pasto

Sob a Pata do Boi é um filme obrigatório no momento em que a floresta é corroída pelo fogo

Planeta Flix

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Foto: Divulgação

Vale a pena dar um tempinho na ficção para assistir ao documentário Sob a Pata do Boi, disponível no Prime Vídeo (e também para aluguel no YouTube Filmes). Dirigido por Marcio Isensee e Sá, o filme foi lançado no ano passado, mas não poderia haver hora mais oportuna para vê-lo, afinal a destruição da floresta amazônica é um dos temas mais preocupantes do momento em nosso país e no mundo.

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Sob a Pata do Boi mostra, nas últimas quatro décadas, as árvores da Amazônia perderam a vez para o pasto. Nos anos 1970, a criação de gado na região era pequena e a floresta estava intacta. No entanto, de lá para cá, uma porção equivalente ao tamanho da França desapareceu, da qual 66% virou pastagem. A pecuária tomou conta da floresta, que abriga 85 milhões de cabeças de gado, três para cada habitante humano.

A Amazônia tem sido um tema recorrente na obra do diretor Marcio Isensee e Sá — cineasta com formação em Ciências Sociais. Ele dirigiu Andes Agua Amazônia (2012) e Um Rio em Disputa (2015) antes de Sob a Pata do Boi, com o qual percorreu festivais na Alemanha, Hungria, Eslováquia e França, onde recebeu uma menção honrosa no FReDD Festival, em Toulouse.

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